Meu Diário
17/12/2022 00h01
CORRUPTOS, RETARDADOS OU HIPNOTIZADOS

            Cada pessoa tem a capacidade cognitiva de avaliar a realidade, discernir a Verdade da mentira e fazer o diagnóstico mais preciso dentro de suas tendências psicológicas.



            O que aconteceu no Brasil nos últimos 10 anos traz essa questão para nossa reflexão. Observamos que o país foi atacado maciça e sistematicamente pela corrupção de um governo devidamente julgado e condenado pela justiça.



Os fatos e os dados foram colocados à disposição da população, mesmo com todo o sistema de contrainformações conduzidas pela grande mídia. Mas os dados fornecidos pela justiça foram de uma clareza tal, que foi incapaz de ser obnubilada por qualquer esquema mentiroso. Mas, mesmo assim, foi tentado abafar os fatos e falsas narrativas foram divulgadas para desorientar a população.



            Aqui está o cerne da questão. As pessoas normalmente capacitadas cognitivamente para o discernimento da realidade, não tem como deixar o real pelo falso, o correto pelo errado. Se isso não acontece, posso considerar três possibilidades.



            Primeiro, estamos lidando com os corruptos e toda a sua gangue, direta ou indireta. Corruptos diretos são aqueles que praticam os atos de corrupção, quer seja de livre arbítrio, quer seja por obedecer às ordens. Os corruptos indiretos são aqueles que beneficiados dos atos de corrupção, reconhecem as iniquidades, mesmo assim aceitam e passam a defender quem os prestigiou, com cargos, bolsas, ou quaisquer tipos de privilégios.



            Segundo, os retardados mentais que não tenham capacidade racional de discernimento e podem facilmente serem direcionados por slogans, palavras de ordem, falsas narrativas. São pessoas frágeis que precisam da nossa proteção, de ajuda-los e não de utilizá-los como massa de manobra. Neste campo também podem ser colocados os analfabetos, integrais ou funcionais. São pessoas que, por não dominarem o poder da linguagem podem ser ludibriados pelas iniquidades, mesmo que existam entre elas, muitas pessoas que por terem alto senso moral, conseguem perceber onde está o bem ou onde está colocado o mal.



            Mas, este terceiro é o mais complicado, são os hipnotizados. Sabemos que a hipnose acontece quando alguém recebe uma sugestão de outra pessoa com determinado grau de autoridade e que imagina ser benéfico para ela e para a população. Essas sugestões podem ser enviadas maciçamente pelos órgãos de comunicação, principalmente a televisão. São sugestões que podem ser baseadas em algum fato real, mas que traz em si uma distorção para beneficiar quem o promove. Geralmente quem tem esse poder de disseminar falsas sugestões de benefícios, são as pessoas ou grupos que detém o poder econômico, que podem eleger parlamentares, comprar magistrados, bancar artistas, monopolizar a mídia. Esta rede de emissores de sugestões articuladas é um forte elemento hipnotizador. A pessoa que não conseguiu discernir o mal que a sugestão veicula, entra em transe hipnótico e cada vez que aprofunda a hipnose mais difícil é sair do transe. Neste caso, independe da condição cultural ou moral da pessoa. Podemos observar um contingente de pessoas de boa índole, que não são corruptos e não pretendem ser, defendendo posições francamente corruptas e seus autores. Observamos que a nossa mensagem de esclarecimento não consegue vencer a barreira hipnótica que se formou na mente do hipnotizado. O que pode salvar e retirar essa pessoa da hipnose, é que em algum dado momento a sua consciência perceba algo que está contra os seus princípios. Este é o momento em que desaba a muralha da hipnose.



            Digo isso como terapeuta que trabalha com hipnose e também como hipnotizado social que fui. Lembro quanto tempo fui militante de partido político de esquerda, o PDT. Fui candidato diversas vezes para diversos cargos, fui secretário do PDT em Natal, cheguei a ser diretor de instituições na administração desse partido. Só consegui sair da hipnose quando elegi Lula com o meu voto e na sua primeira gestão como presidente percebi o quanto ele mentia no caso do Mensalão. Foi aí que minha consciência despertou. Eu não poderia apoiar uma pessoa que mentia tão descaradamente. Algo estava errado com as sugestões que eu recebia e que considerava como certas. Fui em busca da Verdade e descobri que estava atuando no campo errado. Saí da hipnose.



            Hoje, sei de todo esse mecanismo e não consigo tirar da hipnose as pessoas que considero da maior honestidade, que são pessoas amigas e até parentes em primeiro grau, mas não consigo derrubar a barreira hipnótica.  



            Agora, procuro pessoas como eu, que estão fora desses três campos cognitivos e que podem colaborar no coletivo para ajudar os nossos irmãos, nosso país e o mundo da ameaça de iniquidades que está bem próxima.



            Esta ameaça se formaliza como uma guerra de quinta geração, de natureza espiritual e que temos um grande comandante, Jesus Cristo, cuja arma principal Ele já disse: a Verdade nos libertará.



Publicado por Sióstio de Lapa em 17/12/2022 às 00h01
 
16/12/2022 00h01
PAPA JOÃO PAULO II

É importante conhecer a dimensão espiritual do Papa João Paulo II e a importância do seu pensamento para os dias de hoje.



Minha consciência, antes, dava mais destaque ao gosto que o Papa tinha de viajar pelo mundo e beijar o chão do país que estava chegando.



Eu não conseguia perceber o foco contra o comunismo que ele tinha em suas ações, a sua inteligência em dissipar a penetração do comunismo que queria se entranhar na sua/nossa Igreja católica.



A mensagem que ele deu na abertura dos trabalhos da Terceira Conferência Geral do Episcopado Latinoamericano em Puebla de los Angeles, no México em 1979 foi digno de um representante de Pedro na condução da barca da Igreja Católica.



Enfatizou que como pastor universal era gratificante constatar que existia ali em Puebla, não um simpósio de peritos, não um parlamento de políticos, não um congresso de cientistas ou técnicos, por mais importantes que possam ser essas reuniões, mas como um fraterno encontro de pastores.



Esclareceu que vigiar pela pureza da doutrina é a base da edificação da comunidade cristã, é, pois, junto com o anúncio do Evangelho, dever primeiro e insubstituível do pastor, do mestre da fé.



Isso foi um chamado à fidelidade à Igreja, a uma antropologia fundamentada no Evangelho, ao serviço à unidade, à defesa da dignidade humana, ao cuidado da família, das vocações sacerdotais e religiosas da juventude.



Que a libertação do homem não poderia se restringir ao econômico, ao político, ao cultural, ao social.



Que o mais importante é a libertação do homem do pecado, da influência de Satanás.



Este discurso imprimiu o curso que as discussões iriam tomar e lavou a nossa alma de leigos atemorizada pela influencia de Satanás na Igreja e em nossas vidas.



Esta mensagem deveria ser reproduzida e distribuída em todas as dioceses e grupos cristãos como vacina contra o vírus do comunismo. Passei a respeitar muito mais a memória do Papa João Paulo II, sua inteligência e coragem de confrontar o inimigo dentro da Igreja como foi o caso em Puebla, e dentro do mundo como foi o caso do enfrentamento comunista em parceria com Ronald Reagan, Estados Unidos, e Margareth Thatcher, Inglaterra, destruindo o poderio e existência da União Soviética.



É este tipo de memória que devemos reverenciar, ensinar e praticar, hoje, principalmente no Brasil.



Publicado por Sióstio de Lapa em 16/12/2022 às 00h01
 
15/12/2022 00h01
COPA DE 2022

            Esta Copa do Mundo de Futebol em 2022, feita no efervescente clima político de pós-eleições contestadas nacionalmente e protestadas em frente aos quarteis do Exército, trouxe um texto de Tostão, como comentarista, que é bom colocar aqui para nossas reflexões...



Falta um Modric no Brasil



Brasil não tem, há décadas, um craque meio-campista que atua de uma intermediária à outra



por Tostão



As Copas do Mundo atingem dimensões extraordinárias. Detalhes importantes e outros sem nenhuma importância são supervalorizados. Qualquer idiotice se torna uma grande notícia. É também um espetáculo, um teatro lúdico, um retrato dos sentimentos e das contradições humanas.



O Mundial é ainda uma afirmação do orgulho nacional. A derrota brasileira é tratada como uma tragédia, como se fosse mais grave que a violência, a miséria e o baixíssimo índice de desenvolvimento humano (IDH), flagelos que há muito tempo assolam o país.



Perder, quando se tem condições de vencer, como foi o caso do Brasil, é como uma obra inacabada de um escritor, de um músico, de um pintor, embora algumas criações artísticas que não terminaram e algumas derrotas em Copas do Mundo sejam reverenciadas para sempre, como a da seleção húngara de 1954, a holandesa de 1974 e a brasileira de 1982. Não é o caso da atual seleção. O time é bom, melhor que a Croácia, mas não é para ser eternizado.



Uma grande equipe precisa unir o domínio da bola e do jogo no meio-campo, com muita troca de passes, símbolo do jogo coletivo, como faz a Croácia, com a agressividade e os dribles dos meias e atacantes brasileiros, símbolos do talento individual.



Por isso, por ter as duas qualidades em altíssimo nível, o Real Madrid é o campeão da Europa. Assim, era o Santos nos anos 1960, um time que cadenciava no meio-campo e acelerava no ataque, dentro das características da época. A principal razão do 7 a 1 foi o total domínio do meio-campo pelos alemães.



O Brasil não tem, há décadas, um craque meio-campista, como Modric, que atua de uma intermediária à outra. Não tem, porque, nos últimos tempos, se preocupou em formar muito mais jogadores hábeis, velozes e de ataque do que construtores e pensadores do jogo. Vinícius Júnior disse que aprendeu a dar o passe e o chute de trivela, de curva, com a parte externa do pé, com Modric, que deve ter aprendido com alguém, que deve ter aprendido com Didi, na Copa de 1958.



Evidentemente, muitas coisas importantes aconteceram durante a partida contra a Croácia. Não gostei da substituição de Vinícius Júnior, que não se destacava porque o Brasil não tinha bola e porque ele não tinha a ajuda do lateral. Gostaram tanto dos pontas, que esqueceram do meio-campo e das jogadas ofensivas e das tabelas pelo centro, à exceção do belíssimo gol de Neymar, em tabela com Paquetá.



Casemiro ficou sozinho no meio-campo, contra três croatas bons de bola, já que Paquetá avançava, os pontas estavam sempre abertos e Neymar é um meia-atacante.



Tite não deveria ter abandonado a opção de colocar um meio-campista e adiantar Paquetá, para formar dupla com Neymar mais à frente.



Os jogadores e o técnico devem ser criticados, desde que não sejam transformados em vilões. É apenas mais um jogo de futebol, mesmo sendo em uma Copa. Se Casemiro tivesse feito falta em Modric ou se a bola chutada não tivesse desviado em Marquinhos, provavelmente, Alisson defenderia. Detalhes previsíveis e imprevisíveis e acasos ajudaram a eliminar o Brasil. Agora, "Inês é morta".



Marrocos x França e Argentina x Croácia farão as semifinais. Messi passa todo o jogo à espera de receber uma bola entre o meio-campo e os zagueiros para decidir a partida, como tem feito.



A Copa continua, brilhante e com grandes emoções, como o jogaço na vitória da França sobre a Inglaterra, por 2 a 1, duas seleções claramente superiores ao Brasil.



Tostão, Cronista esportivo, participou como jogador das Copas de 1966 e 1970. É formado em medicina. Fonte: FSP 10/12/2022.



Faltou o comentarista dizer alguma coisa do reflexo da política no futebol brasileiros, mas como estamos em regime de exceção, com mordaça jurídica, é compreensível...



Publicado por Sióstio de Lapa em 15/12/2022 às 00h01
 
14/12/2022 00h01
60 ANOS EM 6

            Encontrei novo texto nas redes sociais que ajudam na nossa reflexão. Vejamos...



60 ANOS EM 6



Já parou para pensar???



Em 2014, fomos às ruas para tentar derrubar a tresloucada Dilma... votando no Aécio. Sim, o Aécio, o cara que era chefe de quase todo o esquema de corrupção, traficante e drogado, mancomunado com o PT e com todo o lixo que nos governou durante os últimos 30 anos.



Nós éramos completamente cegos e ignorantes na política. Éramos escravos do sistema e nem sabíamos que havia um sistema!



Para nós, Olavo de Carvalho era um desconhecido; Enéas Carneiro era um louco; Roberto Campos era o “Bob Fields” e Bolsonaro era o deputado nervosinho.



Confiávamos na Rede Globo e batíamos palmas para os artistas sem talento que compravam apartamento em Paris e Nova Iorque com nosso dinheiro.



Em apenas 6 anos (6 e não 60):



- Tiramos uma débil mental e ex-terrorista do poder.



- Prendemos um semianalfabeto corrupto e seu bando.



- Elegemos o primeiro Presidente de direita dos 500 anos do Brasil.



- Aprendemos muito mais de política do que de futebol.



- Esvaziamos as plateias de artistas comunistas e sem talento.



- Paulo Guedes foi eleito o melhor Ministro da Fazenda do mundo de 2019.



- Demos uma banana para Cuba e Venezuela e nos aliamos a EUA e Israel.



- Quebramos a espinha dorsal de um sistema de ensino que criava zumbis esquerdistas.



- Boicotamos uma das mais influentes emissoras de TV do mundo.



- Identificamos quem são Maia e Alcolumbre e muitos outros traidores.



- Tivemos o prazer de aprender com um ministro da Educação que os 11 do STF não passam de bandidos com toga.



- Enfim, Bolsonaro escancarou todo o sistema podre! Bolsonaro abriu a tampa do imenso bueiro! Ratos e baratas estão desesperados!



-Bolsonaro fez o povo ficar ciente da política e da economia como nunca!



-Bolsonaro governa com transparência, ou seja, ele mostra seus erros e acertos.



-Bolsonaro nos devolveu o amor pelo nosso país.



Você acha que enterraremos um sistema todo em 6 anos???



Claro que não! Mas estamos mais fortes e mais lúcidos do que nunca estivemos.



Desistir, nunca! Render-se, jamais!



Por tudo o que Bolsonaro passou (e passa), apostando até sua vida por nós, o mínimo que devemos fazer é ter a decência de lutar com toda a força e coragem que tivermos.



ESTAMOS JUNTOS, BRASIL!



Publicado por Sióstio de Lapa em 14/12/2022 às 00h01
 
13/12/2022 03h18
PACTO DAS CATACUMBAS

            O Pacto das Catacumbas foi um documento redigido e assinado por quarenta padres participantes do Concílio Vaticano II. Entre eles muitos bispos latino-americanos e brasileiros, entre eles, como um dos organizadores, Dom Helder Câmara, Arcebispo de Olinda e Recife. Este documento foi firmado em 16-11-1965, pouco antes da conclusão do Concílio, após a eucaristia na Catacumba de Domitila.



O Pacto das Catacumbas induziu aos bispos participantes a defenderem e praticarem uma vida sem ostentação. Isso parece ser positivo do ponto de vista cristão. Não quebrava a hierarquia e aproximava o clero do povo. Foi o trabalho para melhorar a forma de se conduzir o clero dentro da comunidade. O "fazer" na comunidade.



Se tudo isso tivesse acontecido sem mexer no "conteúdo do que fazer" que vinha sendo aplicado há 2 mil anos, teria sido um avanço espiritual para o conjunto da Igreja.



Acontece que o conteúdo da proposta cristã foi radicalmente mudado. Foi tentado e foi conseguido colocar dentro do conteúdo cristão o conteúdo marxista.



Não se pode servir a dois senhores, o próprio Cristo advertia sobre isso, mas os "bispos de mentalidade vermelha" não se preocuparam com tal advertência, talvez nem tenham percebido, preocupados em alcançar o Mundo Melhor de forma rápida, mesmo que usando foices e machados ao invés de terços e bíblias.



Quem estivesse na frente, qualquer opositor da ideia socialista, com esse não iria mais ser gasto tempo e esforço para o seu convencimento, conversar... iria agora ser destruído com guilhotina, fuzilamento ou fome.



Os católicos, leigos, não conhecem ou reconhecem essa estratégia e passam a ser colaboradores, inocentes úteis, ajudando a colocar esses comunistas em pele de cristãos no poder em países democráticos, tornando-os autoritários e em seguida carrascos dos cristãos, pois estes agora são obstáculos.



Este é o caminho que a massa dos católicos, cristãos, estão fluindo dentro da Igreja. Chega o momento da Verdade surgir e dissipar a mentira como foco hipnótico em nossas consciências.



Publicado por Sióstio de Lapa em 13/12/2022 às 03h18



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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr