Meu Diário
14/08/2020 00h12
O INFERNO DE HAMLET

            Vejamos um exemplo de inferno que W. Shakespeare descreve nos pensamentos refletivos de Hamlet.

            “Ser ou não ser, eis a questão. O que será mais nobre? Suportar as pedradas e as flechas da fortuna cruel, ou pegar em armas contra um mar de angústias e, resistindo, derrota-las? Morrer, dizer que pelo sono poderemos curar um mal do coração, derrota-las. Morrer? Dormir, nada mais. Dizer que pelo sono poderemos curar um mal do coração 

e os mil acidentes naturais a que a carne está sujeita, é algo que podemos desejar ardentemente. Morrer, dormir, sonhar talvez. Sim, aqui está a interrogação, pois no mortal sono, que sonhos poderão aparecer, ao sair deste corpo mortal, que nos farão refletir? 

‘O respeito dá as calamidades uma longa vida. Pois quem suportaria o flagelo dos tempos, a injustiça do opressor, as afrontas do orgulhoso, os punhais do amor incompreendido, os atrasos da justiça, a insolência do poderoso, e os desdéns que tolera a paciência do indigno, quando ele próprio poderia saldar as suas contas, com um simples punhal? 

Quem carregaria fardos, gemendo e suando, duma vida de canseiras, que não fosse pelo medo de algo depois da morte, essa região desconhecida de onde nenhum viajante volta? 

Eis o que embaraça à vontade, e nos faz suportar os males de que sofremos, com medo de irmos encontrar outros que não conhecemos. É assim que a consciência nos faz covardes, e a cor da nossa resolução mais firme desvanece perante a palidez do pensamento, e os projetos de grande alento, graças a esta consideração, mudam o rumo, da sua corrente, e perdem o nome, de ação.”

Este é um inferno em dubiedade: sofrer as agruras do mundo material e o medo de fugir dele através do suicídio por não saber o que se vai encontrar após essa passagem. Será algo mais angustiante? A doutrina espírita diz que sim, que o suicida irá sofrer muito mais por esse erro cometido, sem as opções que o mundo matéria oferece para administrar esse sofrimento sem recorrer a destruição do corpo físico.

Nunca me ocorreu a ideia do suicídio, também não construí ao meu redor tanto sofrimento que me levasse a isso. Minha opção pelo mundo material, depois que o conheci, foi algo que me tirou o medo da morte. Sei que o meu espírito evolui nos dois mundos e que a maioria dos meus erros e conflitos foram feitos no mundo material, nas inter-relações humanas. Tanto é assim, que sou acusado até hoje por minha primeira esposa de fazer sofrer as mulheres que se aproximam da mim, que eu não deveria defender tanto o amor incondicional a ponto de querer viver a família universal onde o amor não pode ser exclusividade de ninguém, incluindo todos os aspectos da natureza biológica que fomos formados, incluindo a possibilidade de sexo quando a consciência não apontar nenhum erro nisso. Fazendo assim, eu fujo do inferno emocional que poderia se formar em minha vida, mas termino contribuir para formar o inferno emocional na consciência das mulheres que querem conviver comigo sem aceitar o paradigma em que vivo. 

Mas, pelo menos não crio em minha consciência o inferno que Hamlet criou na consciência dele. E sei do sofrimento na consciência das mulheres que convivem comigo, mas isso é uma opção delas, pois todas são sabedoras dessa realidade.  


Publicado por Sióstio de Lapa em 14/08/2020 às 00h12
 
13/08/2020 00h12
ESPÍRITOS NEGROS E ÍNDIOS

            O site consciencial trouxe um texto sobre espíritos negros e índios que considero interessante para nosso conhecimento e reflexão sobre o mundo espiritual. 

ESPÍRITOS NEGROS (E ÍNDIOS) IMPORTAM

            Em tempos do (bem-vindo) repúdio mundial ao racismo, talvez seja oportuno lembrar que existe e já existiu pior, forte “racismo espiritual” discriminatório de entidades astrais, e infelizmente, é necessário que se diga, no meio espírita. E ele está intrinsecamente ligado ao surgimento da única religião brasileira, a umbanda.

A abolição em 1888 foi da escravatura, não do racismo. Ignorando que a construção deste país se deu basicamente pelo braço escravo do africano que lhe gerou as riquezas, a classe média branca continuou olhando com prevenção nossos irmãos negros. E esse desprezo se estendeu, é forçoso que se diga, até às sessões mediúnicas, onde espíritos que se apresentassem identificados e falando como os velhos pais pretos encontravam, e – incrivelmente, em pleno terceiro milênio, ainda encontram! – a interdição de se expressarem como tais. Alegam que “os espíritos não precisam usar essa linguagem”, num flagrante desrespeito às individualidades e à liberdade de expressão, numa arrogância e ausência de caridade que em nada refletem o espírito cristão e tampouco a verdadeira Doutrina Espírita. Engraçado que, quando um doutor Fritz ou análogo se apresenta com forte sotaque europeu numa incorporação, ninguém acha ruim...

            Pois foi a uma sessão espírita, no longínquo ano de 1908, na Federação Espírita de Niterói, que um jovem que andava apresentando estranhos sintomas foi encaminhado, na tentativa de curá-lo (de uma incomum mediunidade). Convidado à mesa da reunião mediúnica, o jovem Zélio em seguida incorpora uma entidade e, ao mesmo tempo, diversos médiuns recebem vários espíritos de índios e pretos velhos – todos, é claro, falando como tais ( como o espírito de um ex-francês poderia falar com sotaque parisiense). Grande confusão e ostensivo repúdio aos comunicantes. Índios e pretos invadindo uma mesa mediúnica de brancos! Foram de imediato convidados a se retirar. Evangelicamente.

            A isso, a entidade do Zélio indagou por que motivo eram assim impedidos de se expressar os visitantes, sem mesmo analisarem o que lhes poderiam dizer... desculpas esfarrapadas se seguiram. A entidade do Zélio as contestava serenamente. A certa altura, perguntaram-lhe o nome: Caboclo das Sete Encruzilhadas, informou. Mas um médium vidente da mesa contestou: “Por que o irmão alega ser um indígena, quando o estou enxergando com vestes sacerdotais católicas?” Deve ser, respondeu o espírito, porque em anterior existência fui padre, Frei Gabriel Malagrida, queimado na fogueira pela Inquisição em 1761. E depois disso, encarnei como um cacique brasileiro. Grande alvoroço na mesa mediúnica.

            E aí segue-se o momento emblemático, a encruzilhada espiritual prevista pelo Alto para os destinos desta Terra do Cruzeiro. A nobre entidade declara que, visto os espíritos de índios e pretos serem impedidos de se manifestar livremente nas mesas dos brancos, recebera ordem do Alto e viria iniciar um novo culto, uma nova religião, onde todos eles poderiam livremente se manifestar, e que o faria no dia seguinte, na casa de seu médium – Zélio Fernandino de Moraes.

            Fora preciso tirar a “prova dos nove”, comprovar ao vivo que o coração do brasileiro espírita ainda não estava aberto para acolher os espíritos de seus irmãos das duas raças formadoras de seu povo, índia e negra, nem mesmo no intercâmbio espiritual. Nesse dia, aquela sessão mediúnica de Niterói simbolizou de forma marcante o preconceito vigente na comunidade espírita, reflexo do que sobrenadava na sociedade brasileira. (Note-se que a atitude era e é de espíritas, jamais da Doutrina!)

No dia seguinte, o Caboclo das Sete Encruzilhadas incorporou e declarou textualmente: “VIM PARA FUNDAR UMA NOVA RELIGIÃO, BASEADA NO EVANGELHO DE JESUS E QUE TERÁ COMO SEU MAIOR MENTOR O CRISTO”. E nela, todos, índios e pretos, poderiam manifestar-se livremente, já que na mesa dos brancos não lhes era permitido... Assinalou o nome de UMBANDA para o novo culto, o qual, disse, seria “a manifestação do espírito para a caridade”. E na sequência, já saiu curando um paralítico e vários outros doentes que estavam na assistência.

            Era o dia 16 de novembro de 1908.

            Nascia assim, aparentemente em contrapartida ao racismo espiritual das mesas mediúnicas, mas na verdade com um propósito muitíssimo mais alto e que ainda não foi totalmente visualizado nem pela maioria dos seus adeptos, uma vertente ou ramo do Conhecimento Único, da Sabedoria Eterna, que no decorrer do terceiro milênio há de ser incorporado à religião universal que abarcará o planeta após as grandes transformações que estão no momento começando. E seus veículos terão sido, na Terra da Cruz de Estrelas, os dois povos que a enriqueceram com seu legado espiritual: índios e negros.            

Mariléa de Castro (Vide o capítulo “Umbanda” da obra “A Missão do Espiritismo”, de Ramatís (Ed. do Conhecimento).

Observamos como deficiências morais como o preconceito racial pode se encontrar entre pessoas que participam de uma doutrina tão próxima dos ideais cristãos como é o Espiritismo. No entanto, a espiritualidade superior está alerta e sempre está concertando as falhas que nossa obscura humanidade ainda apresenta. Vamos aguardar agora a religião mais próxima do universal, que favoreça família universal e o Reino de Deus. Talvez o nosso pensamento de edificar a Escola-Igreja Trabalho e Amor (EITA) esteja dentro dessas expectativas.


Publicado por Sióstio de Lapa em 13/08/2020 às 00h12
 
12/08/2020 00h11
PROPÓSITO E INFLUÊNCIA À LUZ DE JESUS

            Este texto deverá dar início às reuniões presenciais com possível transmissão remota para quem não possa se fazer presente. É de grande importância se voltar para estudar e refletir sobre o trabalho material com o marketing multinível associado ao Evangelho de Jesus, como uma prática da Escola-Igreja Trabalho e Amor (EITA) que já foi desenhada.

            Este trabalho se propõe a reproduzir o estudo que era feito na Cruzada dos Militares à noite de sexta-feira. Um powerpoint será feito com o tema desenvolvido dentro do texto. Este primeiro texto será inspirado no prefácio do livro de Fred Kofman, Liderança e Propósito, feito por Reid Hoffman.

            Benevolência, serviço e amor são três características presentes na pessoa que deseja alcançar um nível de liderança dentro dos princípios de um capitalismo cristão, da forma que Jesus deixou explícito na parábola dos talentos.

            Dessa forma, procuro usar o capitalismo como uma espécie de ferramenta espiritual com um poder alquímico de transmutar as pessoas para um nível melhor, atingindo o sucesso à longo prazo dento de um mercado livre com pessoas empenhadas em trocas voluntárias de acordo com suas preferencias. As empresas e seus empreendedores devem entender as necessidades e desejos de seus clientes, para a partir daí servi-los de forma eficaz e justa. O capitalismo se torna, dessa forma, um caldeirão para a empatia, compaixão e justiça, dentro de um ambiente de trabalho.

            O trabalho pode ser um lugar extremamente humanizado, onde a maior parte das pessoas organiza a vida, obtém senso de individualidade com respeito ao próximo, e busca seu propósito e influencia. 

            A mentalidade de “são apenas negócios (e nada mais, quero lucro)”, vamos trocar por “são apenas negócios (e justiça, quero solidariedade)”. Assim, tornamos o coração do nosso negócio, a compaixão, integridade, receptividade e serviço.

            Essa mentalidade de “negócios e justiça” se aplica não só como a minha empresa (loja da Polishop) serve aos meus clientes (pessoas que compram meus produtos), mas também como eu posso servir aos meus funcionários (meus downlines no sistema de MMN da Polishop). Devo saber articular os propósitos nobres e os valores da minha empresa e coloca-los na prática, inspirando todos os demais funcionários (downlines) a fazer o mesmo.

            Preciso deixar a compreensão de estar remando num barco trazendo todos os downlines comigo, dizendo “sigam-me’. Melhor pegar uma prancha de surf e dizer aos meus funcionários, “vamos juntos nessa onda enorme”.

            Na primeira versão, todos estaremos literalmente no mesmo barco, fazendo apenas o que eu permita que façam. Na segunda versão, todos estão na mesma onda (oportunidade com a Polishop), indo na mesma direção com os ensinos do sistema Winner, mas com muito mais liberdade para se locomover, improvisar dentro dos contextos, agir com ousadia e criatividade e definir seu próprio curso de ação, sempre com a monitoração da linha outlines para não se entrar em desvios perigosos.

            O empreendedorismo é como pular de um precipício e construir um avião enquanto cai. Temos um plano, mas os recursos ao limitados e o temo está acabando. Nos primeiros e caóticos meses depois de entrar no negócio, você está morto. Para escapar desse destino, devemos reverter a trajetória de queda, e rápido! 

            Vamos usar nossos talentos, nossa vocação para servir a vontade de Deus, assim encontraremos o sentido de nossos propósitos.


Publicado por Sióstio de Lapa em 12/08/2020 às 00h11
 
11/08/2020 00h10
CRÔNICAS DA TERRA

            A editora Casa dos Espíritos edita livros que tentam informar sobre os bastidores espirituais que trabalham para proteger a evolução da Terra. Trago para nossa reflexão um trecho do material de divulgação e cooptação das pessoas interessadas que desejam participar do projeto.

            Você já se perguntou quais segredos o planeta Terra esconde?

O projeto chamado Terra é uma reunião inusitada de dissidentes cósmicos patrocinada pela engenhosidade do Cristo. Fruto dessa miscigenação sideral, a história da civilização terrena é composta por chegadas e partidas de povos de variada procedência, que promoveram o progresso, muitas vezes, a contragosto e movidos pela própria rebeldia. Seja por meio da ciência desenvolvida pelos expatriados imbuídos do propósito de voltar para casa, seja devido aos conflitos entre povos e facções rivais buscando prevalecer, a humanidade inegavelmente avançou. Em meio à saga milenar, que conta com continentes submersos e grandes cataclismos, com guerras horrendas e conquistas surpreendentes, chegamos a um presente cuja improbabilidade denota, de forma patente, a regência da justiça sideral sobre os fenômenos. 

Observando o cenário atual, quais forças competem nos bastidores da dimensão extrafísica? Quem determina as flutuações no âmbito do poder e a manipulação das massas em escala global? Quais interesses estão em jogo nestes tempos proféticos, os chamados tempos do fim? Servindo-se dos arquivos do plano espiritual e da atuação dos guardiões superiores, o espírito Ângelo Inácio se propõe a desvendar os meandros da jornada planetária na série Crônicas da Terra.

Neste tempo de tantas disputas, tanta distorção da verdade, de falta de percepção, de índoles malévolas histriônicas e de índoles benévolas tímidas, saber o que acontece no plano espiritual, quais forças estão associadas à misericórdia do Cristo é de muita importância.

Veremos que nesse campo que o espírito Ângelo Inácio atua, o princípio da justiça é o mais forte. Aí não cabe a misericórdia, pois os seres inteligentes que o habitam, nesse nicho onde estão os Guardiões, todos estão determinados em praticar o mal, om raras exceções de arrependimentos.

Todos precisamos evoluir, inclusive o planeta. Espíritos cristalizados no mal, sem a percepção da obrigatoriedade em fazer o bem, que estão perdendo a oportunidade de educação neste momento que vivemos, terão que ser remanejados para outros orbes, mais grosseiro e primitivo e melhor sintonizado com suas auras negativas.

Os conhecimentos que a Editora Casa dos Espíritos nos traz, serve para que nós, que já estamos sintonizados com o Bem, que trabalhamos sob a orientação de misericórdia do Mestre Jesus, também possamos optar em participar dos trabalhos dos guardiões, sob a orientação do Arcanjo Miguel.


Publicado por Sióstio de Lapa em 11/08/2020 às 00h10
 
10/08/2020 00h09
OS PECADOS DA PROSTITUTA

            Li pelas redes sociais, do site “Consciencial”, uma parábola muito educativa e que trago para nossas reflexões.

Parábola de Sri Ramakrishna

"Um sannyasin (monge renunciante) vivia nas proximidades do templo de Shiva. Defronte do templo havia uma casa onde morava uma prostituta. Vendo a quantidade de homens que entravam naquela casa, o sannyasin chamou um dia a mulher e a censurou asperamente, dizendo:

“És grande pecadora. Pecas dia e noite. Ó, quão miserável será a tua condição depois da morte!”

Afligiu-se extremamente a pobre meretriz por suas ações pecaminosas e com sincero arrependimento orou a Deus, implorando o Seu perdão.

Mas como o amor venal era o seu modo de ganhar a vida, não se lhe apresentou fácil adotar outra profissão para conseguir o sustento. Assim, toda vez que sua carne pecava, ela se recriminava a si mesma e com profunda contrição de coração rezava a Deus para lhe conceder perdão. Ao notar o sannyasin que nenhum efeito produzira na mulher o seu conselho, pensou dentro de si: “Vou verificar quantas pessoas visitam essa mulher no curso da sua vida”. E daquele dia em diante apurava quantas pessoas entravam na casa da prostituta, pondo de lado uma pedrinha; e, com o passar do tempo as pedrinhas aumentaram até formar montão. Tornou o sannyasin a chamar a mulher pública e lhe disse:

“Mulher, vês este montão? Cada pedra representa um dos pecados mortais que vens cometendo desde minha advertência para abandonares tua má vida. Agora, volto a dizer-te: Cuidado com as consequências das tuas más ações!”

Começou a tremer a pobre mulher, ao perceber como se avolumavam os seus pecados e orou a Deus, vertendo desconsoladas lágrimas de sincero arrependimento: “Ó Senhor, não me livrarás da miserável vida que levo?” Foi ouvida sua prece, e naquele mesmo dia o anjo da morte lhe passou pela casa e ela deixou de existir neste mundo.

            Pela estranha vontade de Deus, o sannyasin também morreu no mesmo dia. Baixaram do céu os mensageiros de Vishnu e levaram o corpo espiritual da contrita dama aos reinos celestiais; em troca, os mensageiros de Yama ataram o corpo sutil do sannyasin e o levaram às regiões inferiores. Vendo a boa sorte da rameira, o sannyasin gritou: “É esta a sutil justiça de Deus? Eu, que passei toda a vida em ascetismo e pobreza, sou levado ao inferno, enquanto a prostituta, que viveu em constante pecado está subindo ao céu!” Ouvindo isto, os mensageiros de Vishnu disseram: “São sempre justos os desígnios de Deus; o que alguém pensa, isso mesmo colhe.

            Tu levaste vida de ostentação e vaidade, tentando conseguir honras e fama; e Deus deu-te essas coisas. Jamais tiveste sincero anseio por Deus. Esta mulher, ao contrário, orou fervorosamente a Deus dia e noite, embora seu corpo vivesse em pecado. Olha o trato que estão a receber ali na terra o teu corpo e o dela. Como nunca pecaste com o teu corpo, adornaram o teu cadáver com grinaldas de flores e o levaram em procissão, com música, para lhe dar sepultura no rio sagrado. Ao contrário, o corpo desta prostituta, que muito pecou, é agora despedaçado pelos abutres e chacais. Mas, como ela foi pura de coração, vai agora à mansão dos puros. Teu coração esteve sempre ocupado em contemplar os pecados da prostituta, e, deste modo, tornou-se impuro. É por isso que vais à região dos impuros. A verdadeira prostituta foste tu, e não ela.”

            Excelente motivação para investigarmos nossas mais íntimas intenções: como está o nosso comportamento? Como está a pureza do nosso coração?


Publicado por Sióstio de Lapa em 10/08/2020 às 00h09



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Imagem de cabeçalho: Sergiu Bacioiu/flickr