Durante a digitação do texto anterior, vi que o relógio estava mostrando a hora 05:05 e como a minha mente estava sintonizada no que Deus estava querendo comunicar comigo, imaginei que seria isso uma forma de complemento ao que eu estava fazendo. Por isso pedi permissão aos meus leitores para fazer esses parênteses e que concluo aqui.
O "05:05" possui significados distintos dependendo do contexto. Como hora invertida (05:05), simboliza amor, liberdade de expressão e a necessidade de quebrar velhos padrões.
Como portal numérico (5 de maio), representa um momento astrológico de forte expansão, movimento e coragem para buscar novas experiências.
Na Numerologia e Horas Iguais/Invertidas
Ver frequentemente as 05:05 no relógio é considerado um sinal espiritual ou uma mensagem de anjos. Os principais pontos incluem:
O "Portal" 05/05 (Dia 5 de Maio)
No calendário, a data potencializa a vibração do número 5. Astrologicamente, é vista como uma janela de energia pura e propícia para:
Sim, acredito que é uma boa complementação do texto anterior, ressaltando a necessidade do amor, liberdade de expressão e a quebra de velhos padrões. Preciso de coragem para movimentar as novas experiências, sem medo do julgamento de terceiros, soltar o que me prende e abraçar novas oportunidades, me abrir mais para a vida afetiva e fortalecer o meu amor-próprio. Tenho que dar os saltos que imagino na fé, seguindo com firmeza e honestidade os princípios cristãos na sua prioridade máxima, amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo, saindo da zona de conforto e me arriscando em novos projetos.
Perfeito!
Ave Cristo!
Como pode a queda de um teto devido à chuva, em casas diferentes, ser uma forma de comunicação com Deus?
Mas Deus/Jesus, não disse que Ele é o Deus que governa as pequenas coisas do dia a dia, que conta os nossos cabelos e sem cuja vontade não cai ao chão sequer um passarinho do céu, quanto mais um teto de nossas casas?
Para quem mantém a sintonia com Deus, com a sua administração das pequenas coisas (foi neste momento que o relógio sinalizou que estava passando o tempo em 05:05 – notei para verificar em seguida a este texto, o que significava. Desculpe por interromper o fluxo deste texto, mas é porque considerei importante devido achar que pode complementar ou fazer parte do que estou digitando agora), isso é só um fenômeno natural, completamente explicado pela ciência, pela meteorologia, ciências exatas, corrosão, erosão etc. Para quem acredita no Deus das pequenas coisas, existe um mistério, uma mensagem a ser distinguida cuidadosamente.
O mundo está transformado, não é mais como aquele da Cristandade, onde os reis procuravam obedecer à vontade de Deus. Hoje, ao contrário, o humanismo/naturalismo/modernismo destronou, com o auxílio das revoluções, iniciada pela Revolução Francesa, os reis católicos, colocando nos seus lugares a Deusa Razão. Esta persiste até hoje na sua trajetória racional de produzir armas poderosas para destruir os inimigos que somos nós mesmos.
Mas, o Deus da Providência que continua a existir entre nós, continua a ver as pequenas coisas e toda a Sua criação, inclusive o cenário geopolítico atual e as pequenas coisas, com as pequenas criaturas que desejam fazer a Sua vontade, como aqueles crentes e reis do passado.
Por que o Deus da Providência que era o Senhor da história, que determinava a vitória militar a pequenos exércitos, não pode determinar hoje “vitória militar” às pequenas pessoas, dentro das pequenas coisas? Afinal, toda autoridade não provém de Deus? Não é Ele que determina o destino dos povos, como dizia Santo Agostinho, apontando para a Cidade de Deus?
Será que os arquitetos do mal serão suficientemente fortes, poderosos para anular a vontade de Deus, ao mandar o Seu Filho para nos ensinar o Caminho da Verdade que nos levará à Vida eterna na sintonia da Sua essência, do Amor Incondicional? Acredito que nao!
Acredito que a cristianização do mundo que levará à fraternidade dos povos, depende de uma Nova Evangelização, aquela que faça germinar em cada coração a Árvore do Amor Inclusivo, capaz de amparar todos ao derredor como uma família universal. Assim, trará o Reino de Deus, que vigora em nossos corações, para o campo material dos relacionamentos.
É isto que esses eventos naturais apontam para nós, cristãos que queremos fazer a vontade do Pai, que está em curso um renascimento espiritual, que as coisas que caem do céu também podem causar destruição.
E nós, que temos olhos e ouvidos para ver e ouvir, temos que alinhar os nossos propósitos evangélicos, sem medo e com providência, para colaborar na reunificação do ser humano, com veracidade e honestidade intelectual, com a formação de um governo previdente e justo sobre todos os indivíduos.
Encontrei um vídeo na internet, produzido por IA, intitulado: “Jesus mostrou que o lugar secreto de Deus está dentro de você – A chave gnóstica que foi ocultada”. Como trouxe informações interessantes sobre a compreensão do Reino de Deus, que é o foco da minha missão, vou interagir com o texto, sendo esta a primeira parte.
Talvez você tenha passado a vida inteira procurando Deus no lugar errado. Esse lugar onde Deus deve estar, deve ser o lugar mais sagrado, mais secreto e mais proibido.
Talvez não esteja no alto de uma montanha, nem atrás das paredes de um templo, nem escondido em algum livro antigo guardado por homens poderosos, mas dentro de você, em uma região silenciosa da alma, que quase ninguém teve coragem de atravessar.
Existe uma frase de Jesus que muita gente ouviu, repetiu, decorou, colocou em quadros, pregou em igrejas, mas talvez nunca tenha compreendido em profundidade.
Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e fala com o teu pai em segredo.
Agora pare por um instante e pense comigo: que quarto é esse, que porta é essa, que segredo é esse. Jesus estava falando apenas de um cômodo físico de uma casa comum, de um lugar onde ninguém pudesse ver.
Ele estava apontando para algo muito mais profundo, algo que os antigos gnósticos entenderam como uma chave espiritual oculta.
O lugar secreto de Deus não está fora do ser humano, está escondido dentro dele e talvez seja por isso que esse ensinamento incomode tanto. Quando o ser humano descobre que existe um lugar dentro dele, onde Deus fala sem intermediários, sem espetáculo, sem medo e sem manipulação, ele deixa de ser conduzido apenas por vozes externas.
Ele começa a ouvir uma voz mais antiga, mais pura e mais silenciosa. Uma voz que não grita, mais desperta; uma voz que não obriga, mas chama; uma voz que não prende, mas liberta. Talvez seja exatamente essa a chave gnóstica que foi ocultada.
Jesus não veio apenas ensinar o homem a esperar Deus depois da morte, mas a reconhecer a presença divina que já pulsa dentro dele enquanto ainda caminha neste mundo.
Mas aqui começa o mistério: porque se Deus está dentro, por que tantos vivem vazios? Se o Reino está no interior, por que tantos passam a vida inteira procurando do lado de fora? Se existe a luz escondida no ser humano, por que tanta gente morre sem jamais acendê-la?
A resposta é dura, mas precisa ser dita com calma, porque o lugar secreto foi coberto por camadas. Camadas de medo com distração, ruído, religião sem vida, desejos confusos, feridas antigas, crenças impostas, vozes que disseram ao homem que ele era pequeno demais para se aproximar do Divino.
Aos poucos, aquilo que era uma porta viva se tornou uma parede, aquilo que era um caminho interior se tornou uma teoria distante, aquilo que era a experiência se tornou apenas repetição.
Jesus, porém, não falava como alguém que queria criar apenas seguidores externos, ele falava como alguém que queria acordar algo adormecido dentro dos que tinham ouvidos para ouvir. Por isso Ele não dizia apenas: escutem minhas palavras, Ele dizia “quem tem ouvidos ouça”.
Essa frase é muito mais profunda do que parece, porque todos ali tinham ouvidos físicos, todos ouviam o som da voz dEle, mas nem todos tinham ouvidos interiores, nem todos conseguiam perceber o que estava por trás das palavras, nem todos estavam prontos para entrar no lugar secreto.
Havia quem escutasse Jesus e entendesse apenas uma parábola bonita, mas havia quem escutasse Jesus e sentisse como se algo dentro do peito começasse a se abrir, como se uma lembrança antiga voltasse, como se a alma dissesse: eu conheço essa verdade, eu só havia esquecido.
Esse é o ponto em que a mensagem de Jesus toca a gnose. Gnose não é simplesmente conhecimento intelectual, não é decorar nomes estranhos, não é se perder em símbolos, não é colecionar teorias antigas para parecer mais espiritual.
Gnose no sentido mais profundo é conhecimento vivo, é saber por que a alma reconheceu, é perceber por dentro aquilo que antes parecia apenas uma ideia; é quando a verdade deixa de ser uma informação e se torna uma iluminação.
Quando Jesus fala do pai em secreto, do Reino dentro da luz que não deve ficar escondida, do olho que precisa ser simples para que todo o corpo seja luminoso, ele está conduzindo o homem para uma experiência direta, entrar em si mesmo e descobrir que ali existe um santuário.
Estamos vivendo dias em que as profecias estão se cumprindo diante dos nossos olhos, mas a maioria ainda caminha na escuridão, presa a verdades incompletas que foram cuidadosamente ocultadas da humanidade ao longo dos séculos.
Interessante essa informação de um lugar secreto dentro de nós, onde se encontra Deus, e que está completamente coberto pelas consequências de nossa natureza animal. Muitos nem sabem que possuem um Pai espiritual, alguns nem conhecem os seus pais biológicos, por isso é importante a divulgação (catequese) máxima dessas informações, para mostrar aos adultos o Caminho da Verdade, do progresso espiritual, e principalmente, que esses ensinem aos seus filhos logo que possível, este local secreto onde habita a essência de Deus.
Deus fala conosco por diversos canais, diversas maneiras. Encontrei agora mais um oráculo de Deus, na forma de um vídeo do pensamento de Carl Jung, que irei digitar aqui, fragmentado em diversas partes, sendo esta a sétima.
Jung insistia nessa verdade: conhecimento espiritual, não examinado, nunca colocado em prática, é mais perigoso do que a própria ignorância, porque só gera arrogância. E ego sem nenhuma transformação real, como pode cumprir essa grande missão dentro da vida do dia a dia?
Jung descreveu 4 passos para a prática da espiritualidade, simples na aparência, mas profundamente poderosos.
O primeiro é aceitar de uma vez por todas que sua vida nunca foi comum e nunca será. Pare de tentar caber nos moldes que a sociedade impôs, pare de se comparar com quem seguiu o roteiro tradicional. Sua alma escolheu desde o início, um caminho diferente e isso significa que sua vida muitas vezes vai parecer fora do padrão, às vezes turbulenta aos olhos de quem ver por fora. Talvez você tenha se casado e separado mais de uma vez, porque recusou-se contentar com menos do que uma conexão verdadeira. Talvez tenha mudado de carreira várias vezes, porque nenhum trabalho que não alimentasse sua alma valia tantos anos de dedicação. Talvez tenha amizades profundas espalhadas pelo mundo, enquanto se sente distante da própria família de sangue. Nada disso é fracasso, são sinais de uma alma que se recusa a aceitar qualquer coisa superficial ou falsa. Como Jung dizia, a vida de quem tem uma missão nunca segue uma linha reta, elas se movem em espiral parecendo girar sempre em torno do mesmo centro, mas a cada volta sobe em um nível na consciência.
O segundo passo é descobrir seu campo de genialidade, que está exatamente na interseção de 4 coisas: o que você ama profundamente; o que faz com naturalidade; o que o mundo mais precisa; e o que mais dói em você quando está ausente. Não é só uma habilidade ou uma paixão, é o ponto onde tudo se encontra. E aqui está o detalhe importante: seu campo de genialidade pode ser algo que o mundo hoje subestima, considera pouco prático, pouco lucrativo, desnecessário. Talvez seu dom seja criar pequenos momentos de beleza no cotidiano, talvez seja oferecer um espaço silencioso e seguro onde outros possam chorar e começar a se curar, talvez seja você a primeira voz corajosa a expor uma mentira que todo mundo aceitou calado. Você não precisa de diploma nem de título oficial para isso, só da disposição de ser fiel ao que vive dentro de você.
O terceiro passo é começar devagar, mas começar. Já a maioria das pessoas fica paralisada, esperando o sinal perfeito, o momento ideal, as condições certas. Mas Jung era categórico: a missão só se concretiza pelo movimento, não pelo pensamento nem pela preparação infinita, mas pela ação. Você não precisa de um plano perfeito, só de um pequeno primeiro passo: se sua missão é curar, comece ouvindo alguém com atenção total; se é ensinar, comece compartilhando a verdade que você conhece mais a fundo; se é construir comunidade chame 2 pessoas de confiança para um chá e uma conversa sincera. O universo não responde às boas intenções, responde às ações, e é aí que a magia acontece. Assim que você dá esse primeiro passo, o caminho escuro começa a se iluminar, surgem recursos de onde você nunca imaginou. As pessoas certas cruzam seu caminho, portas que pareciam trancadas se abrem, não porque você seja sobrenatural, mas porque finalmente se alinhou com um motivo pelo qual está aqui.
O quarto e último passo é soltar completamente o resultado. É aqui que a maioria tropeça mais. Querem cumprir a missão, mas também querem controlar o que ela significa como sucesso. Querem salvar o mundo inteiro, ser reconhecidos, mudar tudo de uma vez. Jung alertava: essa obsessão pelo resultado destrói a própria missão, porque seu papel não é forçar ninguém a nada, é mostrar em meio à escuridão que existe outra possibilidade, outro caminho. Algumas pessoas vão aceitar outras não e isso é absolutamente normal. você não é responsável pelas escolhas alheias, só é responsável por refletir sua própria luz com clareza, honestidade e integridade. Plante as sementes, regue-as com tudo o que tiver, mas solte o controle sobre quando e como elas vão florescer. Isso cabe a sabedoria do universo.
Agora guarde algo essencial no fundo do coração: cumprir sua missão não significa que sua vida vai virar um Jardim sem espinhos. Nem que tudo vai fluir de forma mágica e sem esforço, não significa que a dor ou o sofrimento vão desaparecer. Significa apenas que a dor que você carregar daqui para frente terá um sentido grande o bastante para se tornar suportável. O suor e o esforço que você investir vão servir a algo muito maior do que seu conforto pessoal, e quando chegar seu último dia nesta Terra, ao dar seu último suspiro, não vai restar nenhum arrependimento no seu coração, porque você terá realizado exatamente aquilo para o qual veio, e a sensação naquele momento será indescritível.
Segundo Jung, essa é a única paz verdadeira que existe, a certeza de que sua vida teve significado, de que sua presença mudou algo de fato, de que você cumpriu a promessa feita antes de nascer. Não é uma vida sem dificuldades, é uma vida sem vazio.
Jung também falou sobre o que acontece com a alma depois de concluir sua missão final. Quando alguém próximo perguntou o que aconteceria com as almas que cumprissem aquele propósito supremo na Terra, a resposta foi tão bela e tão forte que quem a registrou não conseguiu segurar as lágrimas. Ele disse: essas almas se formam, elas não voltam mais a essa escola difícil da existência terrena, não tem mais nada a aprender aqui, sobem para dimensões de existência muito mais elevadas e se tornam guias invisíveis para as almas que ainda caminham por esses trajetos sombrios. Lá embaixo, em algumas tradições, elas são chamadas de Os Invisíveis e Os Protetores, presenças sábias que aparecem nas margens dos nossos momentos mais difíceis.
Mas o detalhe mais impressionante é este: ninguém se forma sozinho nessa escola. Ao concluir sua missão, você eleva a frequência de todas as pessoas que já tocou, cada vida que você observou, cada coração que abriu. Segue em frente e eleva as frequências de outras pessoas, é uma verdadeira cascata de consciência de proporções enormes. É por isso que sua missão é tão importante, mesmo que alcance só um pequeno bairro, mesmo que ninguém bata palma, mesmo que seu nome só seja lembrado por quem te amou de perto.
As ondas de amor e consciência que você gerar vão continuar ecoando pela Terra por séculos depois que você partir. E agora a pergunta que só você pode responder: você vai deixar essa vida extraordinária e única escapar em silêncio, como uma história qualquer, sem final de verdade, ou vai encontrar coragem para se levantar e cumprir a grande missão que veio realizar? A escolha, como sempre foi, é inteiramente sua, mas antes de decidir considere isto: não desperdice essa chance esperando por um momento perfeito que nunca vai chegar, não se convença de que não é suficiente só porque essa voz sempre esteve sozinha. É mentira, não gaste esses anos preciosos vivendo a vida segura e vazia que outros planejaram para você.
Bilhões de almas vivendo na Terra agora precisam de algo que só você pode oferecer, e precisam agora, não um dia lá na frente.
Se essas palavras tocaram algo enterrado bem fundo em você, se sentiu algo ancestral se mexer enquanto ouvia, compartilhe essa mensagem, porque em algum lugar do mundo, alguém da sua geração está sentado em silêncio sentindo dor, perdido, achando que ninguém jamais vai entendê-lo, e essas palavras podem ser exatamente o que essa pessoa esperava ouvir.
somos muito mais numerosos do que imaginamos, e se realmente nos unirmos podemos mudar o rumo deste mundo, um despertar de cada vez, uma decisão corajosa de cada vez, um gesto de amor puro de cada vez.
Sua grande missão nesta Terra ganhou seu primeiro sopro num instante em que você nasceu, mas o que realmente da força total a ela é o momento em que você diz sim.
Que esse momento seja agora, esteja pronto para se tornar aquilo para o qual nasceu.
Sim, essas palavras tocaram fundo em algo que venho praticando, seguindo minhas intuições, apoiado pelas lições do grande Mestre Jesus de Nazaré. Jung coloca, com suas intuições uma explicação que se encaixa bem dentro da minha narrativa de vida e com a qual eu sigo, no Caminho da Verdade, no progresso espiritual que leva à Vida eterna na sintonia com o Pai.
Deus fala conosco por diversos canais, diversas maneiras. Encontrei agora mais um oráculo de Deus, na forma de um vídeo do pensamento de Carl Jung, que irei digitar aqui, fragmentado em diversas partes, sendo esta a sexta.
Entendeu como funciona sua missão? Não precisa ser grandiosa ou épica no papel, sua grandeza está inteiramente na profundidade do impacto que você causa. Você não precisa aparecer na TV, não precisa de milhões de seguidores, não precisa escrever a grande obra que reescreverá a história da humanidade.
Você só precisa fazer aquilo que só você pode fazer, exatamente onde está agora, porque aqui está o segredo que quase ninguém entende. Missões espirituais não se medem pela quantidade de pessoas alcançadas, mas pela precisão e profundidade da contribuição única que só você pode oferecer.
Cada alma é posicionada com exatidão em uma família, um bairro, um conjunto específico de dificuldades e limitações, porque é exatamente ali que sua contribuição insubstituível é necessária.
Você não está onde está por acaso. Sua família, sua cidade, seu trabalho, suas lutas, suas frustrações não são obstáculos à sua missão, são a arquitetura dela.
Jung expressou de forma bonita: no grande palco do universo não existe alma fora de lugar. Se você está nesse palco é porque existe um papel que só você pode desempenhar.
Devo ficar em perfeita sintonia com o verdadeiro propósito da minha alma.
Jung também descreveu com detalhes, os sinais de que o grande momento de virada havia chegado, e cada uma dessas previsões está se confirmando diante de nós.
Agora mesmo ele falou de uma grande purificação, um período em que nada do que estava escondido continuaria oculto.
Toda estrutura erguida sobre mentiras, desmoronará como um castelo de cartas.
Esconder a verdade se tornaria impossível.
Almas com missão reconheceriam a chegada desse momento através de 5 sinais do tempo, claros e compreensíveis.
O primeiro sinal é o despertar dos jovens. Jung previu que as crianças nascidas depois do ano 2000 chegariam com uma personalidade totalmente diferente. Uma consciência mais sensível, conectadas umas às outras de forma quase invisível e completamente resistentes a engolir as mentiras ultrapassadas, impostas pelos sistemas antigos, as gerações anteriores. Ele acrescentou que a geração de transição, aqueles nascidos entre 1945 e 1965, seria responsável por construir a ponte entre essas almas novas e o mundo antigo. O trabalho de vocês quando ninguém mais entende é proteger esses novos espíritos, mostrando que o que eles sentem é real. Observe os jovens ao redor. Será que eles não estão rejeitando claramente aquele roteiro velho de estudar muito, trabalhar 40 anos na mesma cadeira, se aposentar e desaparecer? Será que não estão se recusando a dar respeito automático a uma autoridade vazia, que há muito perdeu qualquer base moral? A geração mais velha o chama de preguiçosos, sem respeito, perdidos, fracos, mas você entende por quê. Um dia quando questionou aquela mesma ordem antiga foi julgado com a mesma crueldade. Sua missão é ser o escudo compassivo e sábio que os protege até encontrarem o próprio caminho.
O segundo sinal é o colapso das instituições. Jung previu que as estruturas enormes que governaram o mundo por séculos, mantendo populações sob medo e submissão, começariam a ruir. Governos, sistemas econômicos exploradores, estruturas religiosas rígidas, modelos de ensino ultrapassados, sistemas de saúde falidos, tudo sustentado por controle e medo, tudo caindo. Quando isso acontecesse, quando as multidões entrassem em pânico, as almas com missão precisariam manter uma calma extraordinária. O papel delas seria lembrar as pessoas de que esse colapso não é um fim, mas a abertura necessária de espaço para algo novo e verdadeiramente belo para ser construído. Estamos exatamente no meio disso agora. Se você consegue manter essa quietude estranha e profunda dentro do peito, enquanto todos ao redor são tomados pela histeria, isso não é indiferença, é sinal de que você está preparado. Sua alma sabia que esses dias chegariam e passou anos te preparando para que você não se despedaçasse quando eles finalmente viessem.
O terceiro sinal é a aceleração incompreensível do tempo. Jung descreveu um fenômeno curioso: as pessoas sentem cada vez mais que o tempo passa mais rápido, que os dias, meses e anos escorrem como água. Ele dizia que isso não era ilusão psicológica, mas uma mudança real na frequência vibracional do planeta, que afeta diretamente nossa percepção do tempo. Você não percebeu como os anos têm passado voando ultimamente, como parece impossível acompanhar o ritmo. Jung dizia que isso é sinal de que a Terra está caminhando para uma nova dimensão de consciência e que as almas mais sensíveis perceberiam essa aceleração antes de qualquer outra pessoa. Seu papel é manter-se centrado, firme e equilibrado, ajudando os outros a se adaptar a essa velocidade.
O quarto sinal é o ressurgimento da sabedoria ancestral. Jung previu que nos anos que antecedem uma Nova Era, conhecimentos perdidos, textos antigos e verdades há muito reprimidas sobre a história humana, viriam à tona emergindo literalmente da Terra, como aconteceu com a descoberta arqueológica em algumas regiões, que reescreveu milhares de anos de história. Não vimos na última década, o interesse enorme ressurgir por civilizações antigas, saberes esquecidos e tradições místicas profundas? Jung dizia que isso não era mera curiosidade, era a alma coletiva tentando lembrar quem já foi para encontrar a direção que precisa seguir agora. Sua missão é pegar essa sabedoria antiga e integrá-la à realidade presente, sem ficar preso ao passado.
O quinto sinal é a solidão profunda e penetrante de quem está despertando, talvez o mais doloroso de todos. Jung alertava que essas almas ao entrar em processo de despertar, sentiriam uma solidão intensa por não conseguirem mais se encaixar nos ambientes antigos que um dia chamaram de lar. A família talvez não entenda, antigos amigos podem olhar como se você tivesse se tornado um estranho à cultura ao redor. Pode fazer você se sentir deslocado, fora de lugar. Muitos vão se perguntar se há algo errado consigo, mas Jung foi claro: essa solidão é temporária, é o corredor vazio que você precisa atravessar para deixar o mundo antigo para trás e encontrar sua verdadeira família espiritual. Esse isolamento tem um propósito ele obriga você a parar de buscar respostas nas verdades dos outros: pais, sociedade, sistema e encontrar em vez disso apenas a sua própria verdade interior, porque só é possível concluir a missão final estando firmemente ancorado nessa verdade pessoal.
Se você já sentiu esses 5 sinais na própria vida não resta espaço para a dúvida: você está exatamente onde Jung descreveu anos antes mesmo de você nascer. Resta só uma pergunta: o que você fará com tudo isso? Você poderia entender tudo com perfeita clareza intelectual e simplesmente voltar a rotina, sem mudar nada, e se fizer isso esse conhecimento não servirá para nada.
Com esta parte do vídeo sobre Jung, vejo com mais clareza a natureza e fonte de minha missão, de tanto ter me transformado no contexto social, na luta para seguir com fidelidade o ensinamento milenar que o Cristo ensinou, de obedecer ao Pai, criando a Árvore do Amor Inclusivo como forma prática de considerar a Família Universal, considerando o amor espiritual acima do amor carnal, sem excluí-lo. Assim fazendo construirei os alicerces para o Reino de Deus. Dessa forma, o quinto sinal mostra a minha realidade, como um dos nascidos no período de 1945 a 1965, com o meu perfil de construir pontes.