Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
17/09/2025 00h01
SONHO EM 13-09-25 – REUNIÃO FAMILIAR

            Estava em reunião com poucos familiares no ambiente da família de S. minha atual companheira. Estava presente D. que introduzi na mnha vida como uma segunda companheira, e dentro dos critérios da família universal que adotei como verdade na minha missão de vida para a construção do Reino de Deus.

 

 

Das pessoas presentes nessa pequena reunião familiar, que não pertenciam a grande família de S. estava o padre C. que me acompanha nos trabalhos da AMA-PM na Praia do Meio.

 

 

 

 

            O objetivo dessa reunião era explicar a todos os presentes o meu comportamento anômalo dentro da sociedade cristã e que eu defendo como sendo a vontade de Deus para justificar as minhas atitudes dentro do compromisso de seguir a Cristo na construção do Reino de Deus como Ele ensinou.

 

 

 

 

            S. estava mais próxima de mim, numa postura de apoio, D. estava um pouco mais distante como prova de estar seguindo um projeto que ela acredita ser da vontade de Deus. Todos mostravam um certo rebuliço de inquietação mental, mas procuravam se controlar e me deixar falar.

 

 

 

 

            Falei de início que todos já conheciam o meu modo de agir, procurando seguir fielmente os ensinamentos do Cristo e seguir a minha consciência onde estar localizada a lei de Deus. Por causa disso todos me consideram um ser de outro planeta, pois ninguém consegue chegar tão próximo do que Jesus ensinou como eu. Mas todos também me condenam por eu agir com minhas esposas/companheiras com o amor inclusivo, onde todas as mulheres podem ser incluídas nesse grande espectro do amor incondicional, podendo chegar aos níveis mais profundos do relacionamento íntimo, desde que não trouxesse prejuízos para terceiros.

 

 

 

 

            Era isso que estava acontecendo agora, a concretização daquilo que eu sempre dizia do que podia acontecer, a inclusão de uma pessoa dentro do meu atual relacionamento com minha companheira, com toda a liberdade de fluir as diversas formas de amar, inclusiva a sexual, parcial ou total. Era isso que estava impactando as diversas pesssoas, pois elas pensavam que poderiam esperar de mim tudo, dentro do meu comportamento anômalo, mas jamais de me envolver com toda essa amplitude com uma mulher com tamanha diferença de idade, de 26 para 73 anos. Era como de uma neta para seu avo, o que na mente de todos era totalmente incompatível dentro dos princípios cristãos.

 

 

 

 

            Observei algumas manifestações negativas de alguns participantes, como uma pessoa que se levantou impaciente que se mostrava inquieto, criticou, e saiu da reunião. O padre Chegas emitiu sua opinião, disse que em todos os anos de paróquia que ele tinha servindo a Deus nas diversas igrejas católicas, nunca tinha encontrado uma pessoa tão próxima do pensamento de Cristo e tão longe do pensamento dos cristãos.

 

 

 

 

            Comentei da segurança que eu sentia hoje com a minha atual companheira S., que sabe toda a verdade da minha vida e das matenuado pela idade que levou consigo os hormônios promotores da minha virilidade e reforçado pelo meu compromisso com o Pai de não promover mais o momento de penetração nas minha relações sexuais. Mostrei que o Pai até me ajudou nesse instinto de aproximacao corporal, trazendo para mim S. com comportamento limitande de ex-freira e problemas na pele que impedem o toque em algumas vezes, e D., da mesma forma, com dificuldades no toque por ser portadora de traços comportamentais associados ao toque.

 

 

 

 

Demonstrei naquele mesmo momento com um toque que fiz em nos braços de D. na forma de carícia e logo seguido por um reflexo de afastamento seguido com eriçamento dos pelos da pele.   

 

 

 

 

O sonho reafirma o meu compromisso de seguir pelo progressismo espiritual, seguindo a vontade de Deus no Caminho da Verdade que o Crito ensinou, mesmo que o mundo não me compreenda e às vezes me agrida.

 

 

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em 17/09/2025 às 00h01
 
16/09/2025 00h01
NICODEMOS E FUX

            Este exemplo atual do juiz Fux, no processo de Jair Messias Bolsonaro, me fez refletir sobre o julgamento de Jesus Cristo, o Messias, e a compreensão de Nicodemos.



            Nicodemos, como o Fux, eram membros da alta corte, e ambos tinham diferentes opiniões sobre o réu, o Messias.



            Para Nicodemos o delito de Jesus no passado foi de facilitar as sedições populares, a sublevação contra as autoridades constituídas pelo poder romano, propalando suspeitas de conivência dele com os patriotas da Judéia.



            O delito do Messias foi sua inclinação para o culto do próprio Deus, no seu maior poder de sedução pela qualidade de filho de Deus, mostrando o caminho da Verdade, da Honestidade e longe da costumeira tendência e aplicação de roubos mentiras e corrupção.



            Por isso a “lei” tinha que alcançar o Messias, tinha infligir-lhe o suplício da flagelação, da lapidação.



            Nicodemos não conseguiu expor aos seus pares, o seu pensamento sobre o Messias, como o Fux conseguiu explicar. Isso foi importante para que nós, moradores da comunidade, possamos defender a nossa alma, nosso espírito, contra os entusiamos das falsas narrativas e preconceitos morais e éticos sem consistência.



            Que possamos fazer as distinções entre as diversas graduações do pensamento, sempre procurando distinguir a a verdade da mentira, porém não maldigamos ninguém, pois todos são nossos irmãos, mesmo que estejam momentaneamente sob o jugo mental dos principados e potestades, hierarquias de poder espiritual maligno, os verdadeiros inimigos da nossa condição humana.



            Façamos da vida do Messias um código de moralidade ética para todos as pessoas e esforcemo-nos em demonstrar que a vida humana deve ser respeitada, porque ela é uma emanação da alma Divina.



            A vida humana está encerrada nos limites impostos pelo Criador, não pode ser deformada pelos vícios, encurtada pelos excessos, torturada pelos ódios, despedaçada pelos delitos. Isso representa uma espantosa falta de razão que revela a bestialidade da natureza, que ainda não tem domada a tendência para a bestialidade primitiva. Isso representa um regresso no progressismo espiritual que o Messias nos ensinou a seguir.



            As duas, bestialidade de natureza e bestialidade primitiva, constituem os verdadeiros flagelos do mundo. A primeira revela a força bruta da besta que reside em nós, a segunda dirige as tendências da besta para faze-la mais mortífera, dentro do progressismo animal.



            As duas desenvolvem, mediante o contato, os males asquerosos da alma, do espírito e do corpo. As duas marcham entre o sangue, alimentam-se de orgias, adormecem, vencidas pela saciedade, sobre as ruínas do mal que praticam.



            Que possamos refletir profundamente a respeito dos ensinamentos religiosos e políticos que o Messias nos trouxe, à nossa consideração. Não há um propósito maior do que converter em melhores as pessoas, propósito esse que será alcançado se elas meditarem com honestidade nas palavras e ações que o Messias nos trouxe. Que suas feridas sirvam para a aproximação que deve existir entre as almas humanas, mesmo que ele tenha usado o chicote ou palavras duras com os vendilhões, hipócritas, deturpadores no uso de palavras santas, como Liberdade, Igualdade, Fraternidade.



            Olhando o exemplo do Messias podemos sentir uma suave resignação a todos que se veem caluniados pela força bruta da besta, pois observamos que os seus inimigos são os orgulhosos, corruptos, depravados, os perspicazes em trocar os sentidos das letras ou do comportamento para tentar o assassinato moral e as vezes assassinato físico.



            Que tal dilapidar o Messias, pensam eles, humilha-lo, obriga-lo a carregar uma pesada cruz no meio de tantos que ele ajudou até o ápice da maldade, crucificando-o no meio de ladrões que ele nunca foi?



            Sim, Nicodemos e Fux, vocês pertencem ao grupo das pessoas de boa vontade, dos humildes frente à Verdade, dos deserdados dos frutos da corrupção, dos famintos pela verdadeira justiça, que pode ser mascarada, desviada, mas nunca destruída.



            Nós, cristãos, estamos juntos com vocês, mesmo que não tenhamos voz sobre um púlpito, ou com um microfone qualquer, mas faremos ecoar a voz de vocês em nosso entorno, pois também reconhecemos no Messias um instrumento da vontade de Deus.  


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em 16/09/2025 às 00h01
 
15/09/2025 00h01
PROFECIA DE BASÍLIO

            No livro “Ave Luz”, de João Nunes Maia, pelo espírito Shaolin, tem um capítulo onde o velho Basílio faz uma profecia para o, ainda criança, Judas Tadeu. Ele olha para o rapagão que anda distraído pelas ruas de Jope (cidade portuária do Mediterrâneo) e acena com a mão para que ele se aproxime.



            Dentro de uma cabana improvisada, o menino assenta-se acanhado e pergunta o nome do velho senhor: - Meu filho, o meu nome é Basílio. Tenho 98 anos e nunca me esqueço do amor de Deus para com as criaturas. Não sei como vais receber-me na posição em que me encontro e, pelo que vou falar-te, diante da pouca idade que tens. No entanto, é meu dever te revelar algo que a vida guarda para o teu coração.



            O menino entendeu mais ou menos, pois frequentava a Igreja, ouvia falar muito dos destinos das pessoas e das coisas de Deus, dos profetas, dos anjos e da comunicação que o Divino pode fazer com aqueles que tem o coração aberto para a sintonia do Alto, mesmo que reflita a informação na forma de simbologia e mascarada pelas nuances do tempo.



            O homem, sereno, descobre em sua frente um volume que brilhava mais na claridade, uma bola de cristal. Era muito polida e bonita. O profeta fixa seus olhos na criança e fala com sabedoria: - Meu filho, te chamei porque, de longe, vi em volta de tua cabeça uma promessa para o teu futuro. Coisa difícil de explicar por palavras. A minha posição me obrigou a te revelar algo de bom para o teu coração, mesmo se isso te custar a própria vida.



            Fechando os olhos, pôs a mão bem devagar por sobre a pedra, fala algumas palavras estranhas e o menino vê, assustado, desenrolar-se a vida de uma pessoa desde o nascimento, em uma estrebaria, até a morte, pendurado no madeiro, em um monte. Depois de assistir a todo o drama, o velho Basílio pondera com tristeza.



            - Meu filho, viste tudo? Pois tu és um desses que vai acompanhar esse Mestre. Ele vai te chamar para Seu apostolado. Ele é a luz do mundo que veio nos salvar. Ele é o Cristo anunciado pelos antigos profetas. Podemos chama-Lo de Pai na ausência de Deus, se é que sentimos a Sua ausência de vez em quando.



            O rapaz, movido pelos sentimentos de bondade, chora quase aos soluços, e o velho Basílio acrescenta: - Chora, meu filho, chora, para que essa advertência não saia da tua mente, e quando encontrares esse personagem divino, acompanha em todos os Seus acertos e sejas portador da Sua voz, para que os homens entendam esse homem. É o homem do amor.



            Tornou a cobrir a pedra com delicadeza. Serviu um doce de figo para o menino, pegou sua mão e saiu de novo pela rua dizendo: - Queres ouvir um conselho, Tadeu?



            - Sim, senhor, quero. Quero ouvir muito do senhor.



            - Então não digas nada do que viste e ouvistes ou lestes de mim, porque a vida tem segredos dispensados a poucos e que exigem silêncio aos ouvidos de muitos.



            Dá um sorriso e termina: - Vai, meu filho, vai à procura dos teus, que já devem se encontrar impacientes com a tua demora. Vai, Tadeu.



            Essa bola de cristal foi usada pelo velho Basílio e aplicada as informações ao jovem Tadeu como uma profecia. Foi aqui neste texto registrada com algumas alterações, e traz motivos para melhorar, ressignificar a nossa própria narrativa de vida, que pode impactar também a narrativa de vida de outras pessoas, seja qual for o caminho pelo qual estejam seguindo e tenham a oportunidade do compartilhamento.


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em 15/09/2025 às 00h01
 
14/09/2025 00h01
MATA-SETE

            Fazendo a leitura do livro “Enciclopédia da Vida de Jesus – A nação de Jesus Cristo antes da encarnação e a vida oculta de Jesus” encontrei nesta data de 09-09-25 (que corresponde por duas vezes o meu Eu/3 multiplicado por ele mesmo e em uma base feminina 2+5=7) uma correspondência da baixa Galiléia onde encontramos Nazaré (onde Jesus morava apesar de ter nascido em outra cidade, Belém) com o Mata-Sete, que pode ser considerado como um baixo distrito de Macau, onde eu morava, apesar de ter nascido em outra cidade, Areia Branca/RN.



            O nome Galileia significa distrito, circulo, da mesma forma que Macau é considerada uma Ilha, cidade cercada de agua por todos os lados, com apenas uma estrada que serve de entrada e saída para quem chega.



            Também havia um ditado que faz uma aproximação com essas duas histórias: “É mais fácil criar um bsque de oliveiras na Galileia do que um menino na Judeia” com a expressão que eu ouvia alguns dos frequentadores do local dizer... “Um menino que cresce no Mata-Sete não deve servir para coisa que preste”



            Os frequentadores do Mata-Sete também eram parecidos com os moradores da baixa Galileia. Eram impulsivos e fáceis de ira, estavam sempre dispostos a brigas e tumultos, davam mais importância à honra como eles a viam do que a própria vida. Lembro que as vezes quando eu voltava da escola encontrava um corpo esfaqueado agonizando na calcada.



            O Mata-Sete, podemos dizer, não era um distrito cristão. Era cheio de bares e boates (antigos cabarés) onde as mulheres moravam e se prostituiam. A minha avó, que me criava, era dona de um desses estabelecimentos, e dentro do qual eu estudava e trabalhava. Para este ambiente, com tantos atrativos de prazer (álcool e sexo, principalmente), eram atraídos muitos dos cristãos que moravam nas redondezas. Posso dizer que era o recreio dos cristãos.



            A minha avó era firme comigo, me afastado do álcool e do sexo. Até próximo dos 18 anos eu não sabia como se dava uma relação sexual. No entanto, minha avó priorizava meus estudos, me matriculou em escola católica, patrocinou para que eu fosse escoteiro e comprava livros edificantes que eu gostava de ler. Digo que ela era firme comigo, pois até hoje tenho marcas nas minhas costas de uma corda que ela usava para me disciplinar. Não tenho qualquer queixa dela ter me disciplinado e colocado para trabalhar desde criança, acredito que ajudou a formar minha personalidade como uma base adequada para a instalação do Espírito Santo.



            Lembro com clareza até hoje dos elogios que eu recebia quando criança ao ler com desenvoltura o livro “A Vida de Jesus”. Foi daí, imagino, que o Espírito Santo começou a se alojar em meu coração. Mesmo que eu sentisse que meus colegas e seus pais me tratassem com certo desdém, sem a mesma consideração, por ser um menino criado no Mata-Sete. Pois, como poderia ser diferente, se a própria linguagem grosseira o pornofônica das pessoas que moravam naquele lugar podiam os denunciar?



            Mas aprendi com diversas lições na própria Bíblia, principalmente aquela de quando Davi foi ungido pelo profeta Samuel como rei de Israel: “Deus não vê o que o homem vê. O homem vê apenas aparência externa, mas Deus olha dentro do coração.”


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em 14/09/2025 às 00h01
 
13/09/2025 00h01
VIDA NOVA (01) DOIS GRANDES MARES SE UNIRÃO

 



DOIS GRANDES MARES SE UNIRÃO



Os acontecimentos em vias de realização no plano físico deste pequeno mundo de Deus, são de molde a preparar o solo e o ambiente terreno para uma vivência de seguramente mais dois mil anos, durante cujo lapso de tempo muitos milhões de seres espirituais aqui encontrarão o meio apropriado para o seu progresso evolutivo. Os seres assim contemplados com reencarnações na Terra, quando este plano físico atingirá por sua vez o mais alto grau na escala dos mundos evoluídos, esses seres podem e devem considerar-se imensamente felizes, para não dizer privilegiados, visto como na lei espiritual não existe uma tal categoria, porque a todos o Pai Celestial concede iguais oportunidades.Quantos dos viventes atuais na Terra gozarão da felicidade de aqui voltarem a partir do próximo século, é coisa que somente cada um de per si poderá julgar, em face do que aprendeu nos conselhos do bom Irmão Thomé, o enviado de Nosso Senhor a despertar homens e mulheres deste fim de século.



Vindo por minha vez secundar as palavras daquele luminoso enviado do Senhor do Mundo, desejo abordar um assunto que acredito muito deva interessar a quantos dele puderem tomar conhecimento. Quero referir-me ao que acontecerá muito proximamente na Terra, em consequência das transformações a serem operadas, não direi apenas na face da Terra, porque o serão também em profundidade. Para iniciar direi que dois grandes mares atualmente separados se unirão, perfazendo um só oceano, navegável em toda a sua extensão. Essa união se realizará em consequência da submersão da grande extensão territorial que presentemente os separa, cujos habitantes estão sendo notificados espiritualmente para se transferirem do local. Como, naturalmente, uma boa parte dessa população não acreditará no aviso espiritual transmitido a seus Espíritos durante as horas de sono, esses irmãos nossos regressarão ao Espaço, encerrando sua encarnação atual.



Não julgueis, leitores meus, que haja nisto algo de indiferença por parte das Forças do Bem para com esses nossos irmãos. Aqueles que encarnaram e vivem na área territorial a ser submersa proximamente, já vieram com essa determinação prévia em seus Espíritos, assim como quantos, tendo nascido em outras regiões, ali se encontrem na oportunidade. Uns e outros serão recebidos e confortados pelas legiões do Senhor do Mundo e fartamente compensados dos dias, meses e anos que deixaram de viver neste plano físico.



Outro fato que terá lugar em conseqüência das transformações a serem operadas na Terra, e que muito há de surpreender ou impressionar a todos, será o aparecimento por emersão de um sexto continente, cuja operação pode dizer-se que se iniciou desde algum tempo. Emergindo dentro em pouco esse novo continente do mundo terreno, todos hão de testemunhar a rapidez com que sua vegetação se apresentará à superfície, podendo ser habitado imediatamente após a emersão. Para que o aparecimento desta nova porção de solo não determine o despertar de ambições por parte das nações próximas, o Senhor do Mundo dará a conhecer, ao seu tempo, qual dos países terrenos deverá proceder à sua ocupação e as condições do seu povoamento. E uma vez conhecida essa determinação do Senhor, só resta recebê-la e cumpri-la a quem isto tiver de fazer.



São informações estas que eu vos trago, autorizadas pelo Senhor do Mundo, como vos dar a certeza, a confirmação do quanto escreveu o bom Irmão Thomé a serviço de Nosso Senhor Jesus. Outras e outras novidades ainda se positivarão neste fim de século, no cumprimento dos planos de há muito elaborados no Além com vistas ao aprimoramento das condições de vida neste pequeno mundo físico. Não me é permitido, porém, dizer mais nesta oportunidade, porque a outros irmãos invisíveis caberá dizê-lo, para vossa edificação espiritual. Gostaria, entretanto, de palestrar um pouco convosco a respeito do conceito que fareis acerca dos conselhos enfeixados nos dois belos livros do Irmão Thomé, com o objetivo de despertar em vossos corações a necessidade, a urgência mesmo, de vos prevenirdes sem mais tardança para as medidas já em curso na Terra, não vá algum de seus leitores cometer a grave falta de subestimar quanto ali foi dito. Eu sinto-me plenamente autorizado a confirmar palavra por palavra do bom Irmão Thomé, porque tudo quanto escreveu foi antecipadamente visto e aprovado por Nosso Divino Mestre Jesus.



Seria então para lamentar do fundo d’alma que algum dos felizes leitores do Irmão Thomé, fosse por que motivo fosse, se deixasse surpreender pela tempestade desprovido do abrigo necessário, no caso a ligação bem sólida com a graça e a misericórdia de Jesus.



Meus amigos e companheiros milenares desta Escola da Vida que é a Terra! Como vós, eu também palmilhei não recordo quantas milhares de vezes estes áridos caminhos e meus pés tive sangrados em muitas delas, em busca da luz e paz que hoje desfruto nos páramos siderais.



Como vós, eu tive meu corpo chagado pelas urzes dos caminhos, vida após vida, nas lutas que tive de sustentar até comigo próprio, no sentido de perseverar na linha que me traçara de vencer quantas batalhas do Espírito eu tivesse de travar. Que bem dura coisa isto é, sou eu quem vos diz, amigos leitores porque por mais de uma vez estive a pique de fracassar e desistir. A luz, porém, que de dentro do meu ser me iluminava, é que me dava força para prosseguir firme e inabalável em minha caminhada. Graças sejam dadas aqui uma vez mais ao Senhor do Mundo, porque com sua ajuda eu pude cumprir quanto me fora prescrito com vistas à minha redenção espiritual.



Amigos leitores, filhos queridos de minha alma, eu vos digo que o pouco que falta a cada um dos encarnados presentes, nada representa diante do caminho longuíssimo que todos percorrestes em milhares de anos decorridos. Não penseis nem de leve que aqui vos encontrais pela vez primeira a gozar as delicias de um viver puramente material. Não, amigos meus; o mais novo dentre vós não deve contar menos de doze a quinze mil anos de hóspede neste pequeno mundo, afora os incontáveis séculos vividos em mundos inferiores. Eu digo-vos isto com a finalidade de despertar em cada um de vós a noção da própria responsabilidade, responsabilidade que denominarei de um ser verdadeiramente adulto à luz da espiritualidade, para que não vos confundais com a reduzida idade do vosso corpo atual. Assim pois, razão não assiste a nenhum dos seres humanos deste século para subestimar os termos em que lhes foi trazido do Alto o chamamento derradeiro do Nosso Senhor Jesus, o Bem Amado de todos nós. Meditai então em vosso passado longínquo, testemunhas de vista que todos fostes dos fatos mais importantes da história da Terra, embora não vos possais recordar disso em vossa memória física do presente. Lembrai-vos então de que já não sois crianças à luz da espiritualidade, mas atores conscientes e testemunhas presentes ao teatro multimilenar da humanidade terrena. E assim sendo, tempo é de sobra para que vos dediqueis neste fim de século à única finalidade que vos trouxe a Terra: terminar o ciclo de aprendizes para poderdes ingressar na classe dos instrutores, onde ireis encontrar inúmeros conhecidos e companheiros vossos de antigas eras. Meditai nisto que aqui fica, porque o fareis já na undécima hora, quando a Escola terrena se prepara para fechar as portas a quantos alunos se recusaram a seguir e assimilar as lições que lhes foram ministradas através de séculos e mais séculos de aprendizado. Quem vos fala porque muito vos quer é o vosso antigo condiscípulo, EÇA DE QUEIROZ



Not. biogr. — José Maria Eça de Queiroz (1843-1903). Romancista português dos mais ilustres. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, dedicou-se ao jornalismo e à literatura, tornando-se em breve um dos escritores mais apreciados do Ocidente. Suas obras, que são numerosas, despertaram um interesse novo pelo seu estilo original, inconfundível, sendo lidas ainda hoje pelas gerações que se sucedem. Foi sepultado a 9 de novembro de 1903 no Panteão dos Jerônimos, em Lisboa.



            Esta mensagem é por demais fantástica ao meu conhecimento e discernimento. Mas acredito na honestidade dos mentores desta obra coletiva no comando do Nosso Senhor Jesus Cristo e deixo minha dúvidas e suspeitas por conta do meu pouquíssimo conhecimento das estratégias das Forças do Bem e continuar seguindo no meu progresso espiritual, fazendo a vontade do Pai e usando a bússola comportamental que o Mestre ensinou quando necessário, “fazer ao próximo aquilo que desejo ser feito a mim”, inclusive acreditar em alguém que se mostra honesto.



 


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