Esta entrevista citada aqui de forma anônima para mostrar a importância da depressão, dos benefícios e malefícios dos psicofármacos e a possibilidade de introduzir a espiritualidade no contexto terapêutico.
- Olá. Como é que está você?
- Depois de estar aqui com você, estou bem. Estou vivendo. O senhor está bem?
- Estou bem. E aí, como é que está a sua vida?
- Boa, doutor. A vida de todos ainda está ruim, né? Mas estou vivendo uma crise tão forte, doutor. Tão forte!
- Como é essa crise? É emocional? É no trabalho? É em casa?
- Ela não tem sentido para nada. Não tenho vontade de trabalhar. Não consigo. Não consigo fazer nada. Levantar-se. Viver. Fazer nada.
- Mas está se sentindo satisfeita em casa? Com as coisas à sua volta?
- Está tudo confuso na minha cabeça. Só sei que eu não vejo muito sentido para a vida. Não vejo sentido para levantar-se. Não vejo sentido para trabalhar. Não vejo sentido para nada. Não me preocupo com meus filhos. Nem comigo.
- Aquela vez que a gente esteve lá em Natal, você estava tão animada, com sua filha...
- São meus presentes. Eles cuidam de mim. Mas eu poderia fazer algo por eles. Eles ficam pensando em mim, fazendo por mim. E eles não dão trabalho. Eles cuidam de mim. Não é pra ser assim. Mãe, cuida dos filhos. Mas eles continuam, do mesmo jeito, cuidando de mim. Se preocupando. Tenho que cuidar deles. Eu que penso que eles podem se virar só. E que se eu não estiver mais por aqui... mas eu não tenho aquele pensamento fixo de planejamento de morte. Mas eu tenho vontade de ir embora. Estou com essa vontade de não viver mais. Passei muito tempo tomando uns remédios que me deixavam tremendo. Eu tomava 900 mg de carbolítium. Tremia muito. Chegava perto das pessoas tremendo. Eu parei há poucos dias. Porque o carbolítium me deixava muito mal.
- Carbolítium é para estabilizar o humor. Também controla as manias de compras, de dívidas.
- Talvez por isso o medo do que tenho passado. Eu não estou tendo acompanhamento nenhum. Eu só consigo o remédio no posto de saúde. Minha vida ficou uma bola de neve. Eu comprei, comprei, comprei. Eu tenho um salário bom, mas eu comprei, comprei. Eu fiz os empréstimos todos que existiam no mercado. Fiquei... Descontrolada mesmo. Eu não tenho controle mais sobre as coisas.
- Quem está com a sua finança agora? Tem alguém controlando?
- Minha filha. Ela tem me ajudado. Minha filha está controlando.
- Ela está com você?
- Eu moro com os dois meninos. Mas eu não tenho mais controle. Mamãe está indo embora. Ela já está parando, já não mexe mais nada do corpo. E eu sinto... Não consigo avançar no meu trabalho. Abandonei o meu trabalho no Estado.
- Não, você é funcionária do Estado, mas está doente. Sim, leva um tempo para ser controlada emocionalmente. Tem que se afastar do trabalho, deixar um atestado liberando uns três meses, assim, para ficar em tratamento mais seguro.
- Por isso que eu penso que vou perder o trabalho.
- Não. Você vai mostrar que tem doença. Que está precisando ficar afastada do trabalho. Você está usando que medicação?
- Carbolítium, 900mg. Venlafaxina 300mg. Eu tô me acertando. Você sabe que eu tenho, que eu tenho essa condição, sabe?
- Não. Qual que é a essa condição? Eu tenho... Eu tenho epilepsia. Você deve me achar da mídia confirmada. Eu tomo Leviracetam.
- Quantos miligramas?
- Trezentos. Forte, né? É isso que eu tô vendo. Eu não tenho coragem pra nada, eu não acordo pra vida, porque é assim que eu termino a minha... O carbolítium faz tremer como uma doente daquelas do câncer.
- Vamos ajustar a medicação. Tem que tomar Venlafaxina,
- Pelo amor de Deus. Todas, eu fiquei triste numa época com o senhor por causa da ideologia.
- Foi. Espiritual ou política?
- Política. Por isso que eu me afastei do senhor. Por pensar de uma forma diferente da minha. Espiritualidade, eu estou tendo... eu atraio muitos sofredores. É aqui que eu assisto a minha palestra no Aura Celeste. Nas quintas, o estudo, no sábado, a palestra.
- E tu vai lá no centro de Natal qual dia?
- Na terça-tarde.
- Vai com quem?
- Meu filho... só...
- Você não consegue ir só?
- Não consigo.
- Eu estou tentando fazer um trabalho espiritual mais científico, sabe? Com prontuário, com quem está acompanhando. Você quer participar?
- Eu quero sim. Estou estudando, comprei mais livros.
O Projeto de Lei que está causando pânico na classe política brasileira, por mostrar o quanto somos escravizados através dos impostos que pagamos. Se no passado Tiradentes foi martirizado pela Coroa Portuguesa, por protestar contra os 20% dos impostos que pagávamos, hoje, anestesiados, pagamos quase 50% de impostos aos corruptos que nos governam e que nos mantém afastados da Verdade com suas falsas narrativas.
O deputado Polon propôs um projeto de lei que parece simples, mas é uma bomba psicológica na estrutura tributária do Brasil. A ideia? O patrão repassa o salário BRUTO para o funcionário, sem descontos, e o próprio trabalhador paga INSS, FGTS e Imposto de Renda. Não é interessante?
Essa proposta escancara um número que o governo, o Estado e os políticos precisam manter escondido para ocultar a natureza de nossas algemas: quanto nós realmente estamos pagando compulsoriamente a este governo “republicano” que deveria aplicar os recursos arrecadados nos serviços necessários à população e não ao enriquecimento próprio, dos seus amigos e para espalhar essa ideologia hedionda pelo mundo, a custa do suor e sangue de suas vítimas.
Hoje o trabalhador brasileiro não faz a menor ideia do tamanho real dos encargos que paga. Fica tudo invisível, tudo maquiado. Mas e se tudo ficasse transparente? Se nós pudéssemos ver na nossa conta o valor real e do quanto estamos sendo obrigados a pagar de impostos, de mandar todo esse dinheiro para o governo? Aquilo que antes era um "teatro contábil" vira choque de realidade.
As pessoas que militam em partido de esquerda, que não têm consciência dessa política perversa, os funcionários públicos associados aos atos de corrupção, de iniquidades, o próprio governo totalitário, socialista, comunista, todos estão odiando essa proposta.
Por quê? Porque ela desperta a consciência econômica do trabalhador. Nós passaremos a enxergar que o verdadeiro inimigo pode não ser o patrão, mas o Estado. E aí, nossa consciência irá tomando o antídoto contra as falsas narrativas e teremos mais motivação para quebrar essas correntes que nos deixam aprisionados, sequestrados dentro do nosso próprio país. Muda tudo.
Melhores informações podem ser obtidas no seguinte endereço na internet. https://youtu.be/_EktghBXHTQ?si=x2_MH-3Ip7RMABOe
ODE À VERDADE
Ó Verdade, luz que fere e cura,
Tu que rompes o véu da ilusão
Dá força à mente que procura
Libertar-se da vã prisão.
Não temes vento nem tormenta,
Ficas firme, sem se curvar,
Quem te busca, embora lenta,
Encontra o rumo de caminhar
ODE À LIBERDADE
Liberdade, chama que não se apaga,
Sopro que rasga as teias do medo,
Tu que à razão devolves a espada
E à alma devolves seu segredo
Não nasceste de correntes partidas
Mas do grito antigo da consciência:
“Não serei sombra de vidas vividas,
Quero escolher minha própria vivência.”
Hipnose cai, a mentira se desfaz,
Quando o homem ousa olhar de pé.
Pois só quem é livre constrói a paz,
E chama o irmão, seu algoz, para a fé.
Em forma de pensamentos poéticos podemos expressar o que fervilha em nossa mente, que vivemos num país coberto pelas trevas das mentiras, e que mantém aprisionadas tantas pessoas pelas algemas da consciência que se realizam nas falsas narrativas utilizadas para a hipnose coletiva.
Jesus, em Suas andanças entre nós, sempre dizia uma frase que chamava nossa atenção, que dizia ensinamentos e produzia milagres, que agia assim para quem tivesse olhos para ver. Mas se nós não éramos cegos, por que Ele dizia que existia pessoas com olhos físicos perfeitos, mas que não podiam ver? Certamente Ele se referia ao nosso discernimento para o reconhecimento da Verdade. Ele fez tantos milagres para nos beneficiar, nos tirar das prisões de diversos tipos de doenças, simplesmente perdoando os nossos erros, nossos pecados, sem receber nenhum benefício material em troca, e não conseguimos ver que Ele era o filho de Deus, o próprio Deus que Ele representava, que estava nos ensinando o Caminho da Verdade. Com todo o Seu sacrifício, no confronto com as trevas, ele apontou como deveríamos chegar mais perto do Pai divino no mundo espiritual, na vida eterna.
Estávamos cegos dentro dos nossos preconceitos e interesses materiais para que conseguíssemos deslocar o nosso pensamento do progressismo material para o progressismo espiritual.
Hoje, após 2.000 anos, continuamos cegos, mesmo tendo a maioria de nós a oportunidade de ler sobre Sua vida, pensamentos e ações. Mas algumas pessoas conseguem ter uma visão mais nítida e procuram seguir no Caminho da Verdade que Ele nos ensinou, mesmo em cargos tão altos como a presidência da República. Existe uma pessoa entre nós com este perfil. Mesmo sofrendo o efeito devastador de uma facada covarde, encomendada por pessoas dominadas pelas trevas, até hoje não tirou dele o vigor espiritual, de tentar nos libertar da hipnose luciferina com a força da Verdade, de seguir nos passos ensinados pelo Cristo, evitando sempre as maquinações do mal que queria se infiltrar em seu governo.
Observamos, nós que conseguimos limpar nossa visão, com o seu esforço, o quanto as trevas infestadas nas instituições democráticas em cargos de confiança conquistados pelas iniquidades, desvirtuaram a destinação ética. Essas instituições que deviam funcionar em defesa do povo que as mantém, passaram a funcionar em benefício dos infiltrados para desviar o dinheiro do povo para outras finalidades, para encher os seus próprios bolsos e reproduzir ao redor do mundo a mesma administração perversa e hedionda contra a humanidade.
O governo que lutava pela Verdade, honestidade e utilidade pública, passou a ser perseguido pela orquestração das trevas. Esse sistema perverso passou a usar o dinheiro público para comprar a consciência do povo, pagando a mídia mercenária para manter o povo manietado na consciência hipnotizada pelas falsas narrativas, com a educação formal sendo doutrinada por falsas ideologias, desde os níveis fundamentais até os bancos acadêmicos, parlamentos, tribunais e templos.
A Verdade cumpriu o seu papel, escancarou essa aparente disputa política como a milenar guerra espiritual, que vem desde a falsa narrativa que enganou Eva, da derrota do inimigo de nossas almas, no deserto da Judéia e no alto da cruz. Hoje temos a consciência iluminada pela Verdade, que os nossos irmãos que hoje são nossos carrascos, não são nossos verdadeiros adversários, e sim os principados e potestades que conseguiram acessar e dominar suas consciências.
Portanto, podemos ver hoje, com grande clareza, a maioria esclarecida deste grande país, a importância do líder que tirou a venda dos nossos olhos, seguindo os passos do Cristo. Por isso podemos dizer, que podemos ver a Cristo e a quem O segue; que amamos o Cristo e a quem O segue, pois foi o sacrifício de amor que nos tirou as algemas.
Assim, da mesma forma que o Messias judeu apontou Pedro como o seu representante e o seguimos, assim também seguimos o Messias brasileiro que apontou o Flávio como seu representante, e o iremos seguir.
Ave Cristo! Ave Bolsonaro!
Encontrei um texto na Redação Pensando Direita em maio 01, 2026, que merece se reproduzido aqui para mostrar como se forma a imagem do nosso país pelo mundo, enquanto permanecemos aqui na condição de sequestrados...
Uma referência ao Partido dos Trabalhadores em uma produção de ficção norte-americana voltou a circular nas redes sociais e reacendeu debates sobre imagem internacional, política e uso de obras audiovisuais como instrumento narrativo. O episódio envolve a série Person of Interest, disponível no catálogo da Netflix, mais especificamente o terceiro episódio da segunda temporada, no qual o partido é citado em um contexto associado a um escândalo de corrupção.
A menção ocorre dentro da lógica ficcional da série, que aborda temas como vigilância, terrorismo, crime organizado e disputas de poder em escala global. No episódio em questão, diálogos rápidos fazem referência a acontecimentos políticos internacionais como pano de fundo para a trama, utilizando exemplos reais misturados a elementos inventados para dar verossimilhança à narrativa. Ainda assim, o uso do nome de um partido brasileiro em um contexto negativo chamou a atenção de espectadores e passou a ser compartilhado como curiosidade nas redes.
A repercussão ganhou força especialmente no Brasil, onde o PT é um dos principais atores do cenário político há décadas e frequentemente associado, por adversários, a escândalos que marcaram a história recente do país. Para críticos do partido, a citação na série foi tratada como um símbolo de como a imagem do Brasil e de suas forças políticas teria sido projetada no exterior. Já defensores e analistas ressaltam que se trata de uma obra de ficção, escrita por roteiristas americanos, sem compromisso com a realidade política brasileira ou com precisão factual.
Produções como “Person of Interest” costumam recorrer a referências reais para enriquecer suas histórias, citando países, governos, empresas e partidos como parte de um universo narrativo mais amplo. Especialistas em audiovisual destacam que esse recurso não implica apuração jornalística nem julgamento histórico, mas sim uma escolha dramática voltada ao público internacional, que muitas vezes tem conhecimento superficial sobre a política de outros países.
Mesmo assim, o episódio levanta discussões sobre soft power e percepção internacional. A forma como nações e atores políticos aparecem em produtos culturais estrangeiros pode influenciar estereótipos e reforçar narrativas já existentes. No caso do Brasil, frequentemente retratado em filmes e séries por meio de temas como corrupção, violência ou instabilidade, cada nova referência acaba sendo interpretada dentro desse contexto mais amplo.
Outro ponto que chamou atenção foi o fato de a série ter sido produzida anos antes de chegar ao catálogo da Netflix no Brasil, o que mostra como conteúdos antigos podem ganhar nova repercussão quando redescobertos pelo público. A circulação do trecho específico nas redes sociais deu novo fôlego a um debate que, originalmente, não teve impacto relevante quando o episódio foi exibido pela primeira vez na televisão americana.
Até o momento, não houve manifestação oficial do Partido dos Trabalhadores sobre a citação na série, nem qualquer iniciativa da plataforma de streaming para contextualizar o conteúdo. Para analistas, o caso ilustra como obras de entretenimento podem ser ressignificadas politicamente fora de seu contexto original, especialmente em ambientes polarizados.
No fim, a referência ao PT em “Person of Interest” permanece como um elemento de ficção que ganhou vida própria no debate público brasileiro. O episódio evidencia como produtos culturais globais podem atravessar fronteiras, ser reinterpretados e incorporados a disputas políticas locais, mesmo sem essa intenção por parte de seus criadores.
Dessa forma, a indicação pelas Forças do Alto de que o Brasil seria a “Pátria do Evangelho e o Coração do Mundo” está comprometida. Esperamos que a Providência Divina elabore as suas estratégias para nos colocar no caminho que nos foi destinado, e com certeza, nós teremos uma participação dentro dessas estratégias.