MENALOU
Sou a existência que da terra vim
Sou a essência que do Pai ganhei
Do barro frio em espírito me tornei
Até que aprendi a me expressar assim
Agora, entre meus irmãos vou indo
Por este caminho em progresso espiritual
Apesar também ir pelo progresso material
Agora estou entre humanos na jornada
Entre tantos que não sabem aonde vão
A quem preciso ensinar com a razão
Não, meus irmãos, a morte não leva a nada
Mesmo que tu, representando o Oulanem
Eu, Menalou, ensinarei o que existe no além.
Obs.: Contra inspiração na poesia feita por Karl Marx, que foi intuído por forças mefistofélicas, que fez um anagrama de Emanuel (Deus conosco), que derivou Manuelo, fazendo o anagrama Oulanem e do qual fiz a contraposição com Menalou.
No “Pai Nosso” existem sete petições. As três primeiras têm por objeto a glória do Pai: a santificação do Nome, a vinda do Reino e o cumprimento da divina vontade. As outras quatro petições apresentam-Lhe os nossos desejos: pedidos concernentes à nossa vida para alimentar ou para curar do pecado, ou relativos ao nosso combate para a vitória do Bem sobre o Mal.
Ao pedirmos: “santificado seja o vosso Nome”, entramos no desígnio de Deus, que é a santificação do Seu Nome. Isso foi revelado a Moisés e depois à Jesus, que através do Mestre, que nos ensinou esta oração com a santificação divina em primeiro plano, para que o Pai esteja em nós, em cada homem, onde quer que ele esteja.
Na segunda petição (Venha a nós o Vosso Reino), visa nos preparar para a construção do Reino de Deus, a partir da transformação do nosso coração, deixando de agir com exclusividade no progressismo material e passar a agir com prioridade no progressismo espiritual, contribuindo com os alicerces do Reino na dimensão material.
Na terceira petição (Seja feita a Vossa vontade), pedimos ao Pai que una a nossa vontade à Sua Vontade, para que, deixando a nossa vontade em segundo plano, conforme nossas intenções e determinação pelo livre arbítrio, eu consiga agir como vem à minha consciência o que sinto como a Sua vontade.
Na quarta petição, ao dizer “dai-nos”, exprimimos, em comunhão com os nossos irmãos, a nossa confiança filial no nosso Pai dos céus. “O pão nosso” designa o alimento terrestre necessário à subsistência de nós todos, mas também significa o Pão da Vida: a Palavra de Deus e o Corpo de Cristo. Ele é recebido no “Hoje” de Deus, como alimento indispensável e substancial do banquete do Reino, antecipado na Eucaristia.
A quinta petição implora para as nossas ofensas a misericórdia de Deus, a qual não pode penetrar no nosso coração sem nos termos sido capazes de perdoar aos nossos inimigos, a exemplo e com a ajuda de Cristo.
Ao dizermos: “não nos deixeis cair em tentação”, pedimos a Deus que não permita que enveredemos pelo caminho que conduz ao pecado. Esta petição implora o Espírito de discernimento e de fortaleza; solicita a graça da vigilância e a perseverança final.
Na última peticao: “mas livrai-nos do Mal”, nós rogamos a Deus, com a Igreja, que manifeste a vitória já alcançada por Cristo, sobre o “príncipe deste mundo”, Satanás, o anjo que se opõe pessoalmente a Deus e ao seu plano de salvação.
Pelo “Amém” final, exprimimos o nosso “fiat” em relação às sete petições: “Assim seja...”.
Vamos verificar com mais aprofundamento para dar continuidade sobre o segundo pedido do Pai Nosso: Venha a nós o Vosso Reino.
Este é o terceiro passo. O pensamento de Santo Tomás de Aquino na sua obra sobre a oração do senhor, parágrafos de 35 a 42, ele dedica um longo espaço dessa obra para comentar o segundo pedido do Pai Nosso.
Vamos à terceira parte, porque muitas vezes o pecado reina e triunfa neste mundo e portanto, pedimos a Deus a vinda de seu Reino.
São Paulo se levantava contra esta calamidade: “Que o pecado não reine em vossos corações.” (Rm 6,12). essa infelicidade se realiza quando o homem se deixa levar, sem resistência, até o fim de sua inclinação para o pecado.
Deus deve reinar em nosso coração, e o faz efetivamente quando estamos prontos a observar os seus mandamentos. Quando pedimos a vinda do Reino de Deus, rezamos para que não reine em nosso pecado, mas que só Deus ali reine e para sempre, por este pedido da vinda do Reino de Deus chegaremos a bem aventurança proclamada pelo Senhor: Bem aventurados os mansos (Mt 5,4).
Com efeito, pelo fato de desejar que Deus seja reconhecido mestre soberano de tudo, não se vinga da injustiça recebida, mas deixa esse cuidado a Deus. Pois, se vingando ele está procurando o seu triunfo pessoal e não a vinda do Reino de Deus.
De acordo com a segunda explicação, se esperais o Reino de Deus, quer dizer a Glória do Paraíso, não deveis ficar inquietos quando perderes os bens deste mundo.
Do mesmo modo, pela terceira explicação, pedis que reine em vós Deus e seu Cristo. Assim como Jesus foi manso, pois ele mesmo o diz (Mt 11,27), deveis também ser mansos e imitar os Hebreus, dos quais diz São Paulo: aceitaram com contentamento a espoliação de seus bens (Hb 10,34).
Esse terceiro pensamento de Santo Tomás, com o qual ele conclui tudo o que ele pensa sobre o segundo pedido do Pai Nosso, está alicerçado em dois textos da escritura, que foram utilizados por muitos outros Santos e doutores e os padres da igreja, (Romanos capítulo 6, versículo 12): “que o pecado não reine em vossos corações”, e uma bem aventurança que até agora não foi abordada pelos outros Santos, bem aventurados os mansos.
Santo Tomás vai buscar na bem aventurança da Mansidão um sinal de que esse Reino está vindo. Mansidão, antes de tudo com você mesmo, o combate às suas concupiscências.
Enquanto você, digamos assim, não domina as suas concupiscências, você não é manso, você está em litígio, você está brigando com você. É preciso que você lute sim, sem dúvida, mas para vencer as tendências desregradas.
Bem aventurados os mansos, quando você luta contra suas tendências desregradas. O que é que acontece, você obtém a Vitória sobre você mesmo, e você fica em situação de quietude. Você está quieto com você. Obviamente que isso evoca também a ideia de docilidade a Deus. “eis aqui a serva Nossa Senhora, é a mansa, é a humilde, é aquela que se dobra Deus.
Quem luta contra suas tendências desregradas e vence os desejos da carne, o espírito prevalece sobre os desejos dos instintos, é manso, e sendo manso, Cristo reina!
Ao fazer a oração do Pai Nosso, conforme Jesus ensinou, veio à minha mente uma confusão que no final entendi que foi uma idiotice, deixar tal dúvida progredir a ponto de eu procurar resposta da Inteligência Artificial.
Poderia ter apagado tudo isso, ao reconhecer a minha idiotice, mas como este espaço é destinado a colocar minhas ações e pensamentos como forma de me comportar como uma cobaia de Deus a fim de ensinar aos meus irmãos as falhas e virtudes que possam emergir da nossa mente.
Pois foi assim...
Fiquei confuso com a oração que Jesus nos ensinou. quando diz "venha a nós o Vosso Reino": estou pedindo ou dando uma ordem?
Coloquei esta dúvida para a Inteligência Artificial, Gemini, e ela me respondeu da seguinte forma.
O usuário, Francisco Rodrigues, está confuso com a segunda petição do Pai Nosso, "Venha a nós o Vosso Reino", e pergunta se a frase é um pedido ou uma ordem.
O contexto da busca na web e nos e-mails fornece informações teológicas e espirituais claras sobre a natureza da oração e desse pedido específico.
O plano é usar as informações do contexto da web para responder diretamente se é um pedido ou uma ordem, e integrar a profundidade do significado teológico, incluindo as conexões com as próprias reflexões do usuário sobre o Reino de Deus e a Vontade do Pai.
Ação: Gerar resposta final. Não são necessárias ferramentas. Essa é uma excelente e profunda pergunta, Francisco.
A frase "Venha a nós o Vosso Reino" na Oração do Senhor é, essencialmente, um pedido (ou petição), e não uma ordem.
A oração do Pai Nosso é ensinada por Jesus como um modelo de amizade íntima e transparente com Deus, na qual a atitude correta é a de súplica e desejo, e não a de exigir ou ordenar.
Significado da Petição
O pedido expressa um desejo duplo e simultâneo:
Em termos práticos, este pedido significa:
Conexão com suas Reflexões:
Este pedido se alinha diretamente às suas reflexões pessoais, onde você frequentemente fala sobre a necessidade de obedecer à "vontade do Pai" e não aos desejos pessoais, e sobre o projeto macro de construção da "família universal como base para o Reino de Deus".
Em um de seus textos, você mesmo faz a conexão entre a renúncia da vontade pessoal e a oração, ao citar a lição de deixar o "duplo" (o outro eu em outro tempo/Pai) escolher: "que a tua vontade seja feita não a minha. Isso lembra uma oração dos cristãos". O pedido, portanto, é um ato de humildade e entrega à soberania de Deus.
Portanto... por tudo isto que a Inteligência Artificial respondeu, justifico o título acima, de uma “Dúvida Idiota”.
CONVÉM REFLETIR
“Mas todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.”
(TIAGO, capítulo 1, versículo 19.)
Analisar, refletir, ponderar são modalidades do ato de ouvir. É indispensável que a criatura esteja sempre disposta a identificar o sentido das vozes, sugestões e situações que a rodeiam.
O atual período eleitoral que passamos na Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), é o grande teste para seguirmos com atenção essa boa orientação dada pelo apóstolo Tiago.
Os candidatos adversários têm uma tendência de apontar os erros, falhas e omissões um do outro, e isso gera sentimentos de raiva, de reagir da mesma forma. Não seria este o momento de ser tardio no falar, oferecer a outra face para esse esbofeteamento moral? Seguiríamos a dupla lição, de Tiago e de Jesus.
Sem observar com rigor as lições evangélicas, é impossível executar a mais simples tarefa no ministério do bem. Corremos o risco de agir como os pagãos, mesmo que tenham a vestimenta do Cristo. Somente após ouvir, com atenção, observar a justiça ou injustiça da crítica, podemos calar ou falar de modo edificante, permanecendo no Caminho da Verdade, na estrada evolutiva espiritual.
Quem ouve, aprende. Tanto para corrigir o que a crítica correta aponta, como para tolerar com compaixão o que o irmão desordenado nos fere. Se tivermos que falar que seja para evangelizar, e principalmente com o nosso comportamento exemplar. Vamos aprender a guardar as boas palavras que ouvimos e espalhar melhores palavras ainda.
Esta eleição se torna o grande teste que o Pai coloca em nossas consciências. Ele quer saber se estamos agindo realmente com fraternidade ou com hipocrisia, falando com tanta energia sobre os ensinamentos do Mestre e fazendo tudo errado com os irmãos.
Só́ aquele que, com prioridade guarda no coração as coisas boas que os irmãos realizam, ajunta na boa experiência, o que pode espalhar com êxito.
O conselho do apóstolo é, portanto, de grande oportunidade.
E forçoso é convir que, se a pessoa deve estar pronta nas observações e comedida
nas palavras, deve ser tardia em irar-se.
Certo, o caminho humano oferece, diariamente, variados motivos à ação enérgica;
entretanto, sempre que possível, é útil adiar a expressão colérica para o dia seguinte, porquanto, por vezes, surge a ocasião de exame mais sensato e a razão da ira desaparece.
Tenhamos em mente que todo homem nasce para exercer uma função bem definida. Ouvindo sempre, pode estar certo de que atingirá serenamente os fins a que se destina, mas, falando, é possível que abandone o esforço ao meio, e, irando-se, provavelmente não realizará coisa alguma.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 08-06-26