Ao ler o romance de Mary Shelley, “Frankenstein”, doado pela Revista Gazeta do Povo, entendi ser mais uma mensagem de Deus para afinar o meu pensamento na Sua vontade, colocando um texto para ajuste de reflexões.
O que chamou a minha atenção nesse paralelo com meu comportamento, foi uma história colocada no começo da história. Vejamos...
O comandante é gentil e o respeito que os marinheiros têm por ele só aumenta a disciplina leve que exerce. Ouvi sobre ele de forma romântica, por uma moça cuja felicidade dependeu dele. Ele amava uma jovem russa, tinha dinheiro, o pai consentiu com o casamento, mas a moça amava outro, mas pobre. Algo inaceitável ao pai. Meu amigo abandonou o relacionamento, doou tudo ao rival e persuadiu o pai a concordar com a nova união. O velho recusou e meu amigo saiu do país. Só voltou quando soube que ela havia se casado com quem amava. Que sujeito nobre, mas é totalmente autodidata, silencioso e meio rude o que diminui um pouco nosso interesse por ele.
Este comportamento lembra o meu comportamento com MSM. Ela trabalhava na minha casa como secretária do lar, cobrindo a licença gestante de uma colega. Eu me apaixonei por MSM, apesar de sua simplicidade. Saímos para namorar algumas vezes, pois a minha esposa sabia desta minha forma de comportamento, do amor inclusivo. Fomos discretos em nosso relacionamento, mas um dia a minha esposa descobriu e ficou escandalizada, por isso ter acontecido dentro de nossa casa. Eu sai de casa por alguns dias e MSM perdeu o trabalho. A minha forte paixão por ela não era suficiente para destruir o relacionamento com a minha esposa, mas eu queria deixá-la de forma mais confortável e segura na vida. Propus para MSM gerarmos um filho e ela teria por direito parte dos meus salários, e isso seria o suficiente para ela viver melhor com o filho. Ela me surpreendeu, recusou a oferta, pois disse que só teria um filho com a pessoa que se dispusesse a ser o seu companheiro, fato que eu não apontava para ela. Foi de todas as mulheres que eu me relacionei a quem teve um comportamento de tal maneira ética, independente de bens materiais. Apoiei a sua decisão, e no momento que ela encontrou uma pessoa que estava disposta a ser o seu companheiro, e me comunicou isso, de imediato deixamos de ter relações íntimas, respeitando o contrato de exclusividade no relacionamento sexual que eles firmaram. Também fiz todo o possível para ajudá-los financeira e psicologicamente a se firmarem no novo relacionamento, inclusive pagando as passagens e melhores condições de vida em outra cidade. Este foi o ponto de atração da minha mente para a importância que o livro deveria ter nas minhas reflexões e que deveria ter sido enviado por Deus.
Encontrei na plataforma do Recanto das Letras a letra de uma canção, “Compromisso”, composta por Ayrton Borges, música de Regis Danese, que se aplica muito bem à minha relação com o Pai. Vejamos...
COMPROMISSO
Apesar das minhas fraquezas
Eu faço um compromisso com o Senhor
De ser fiel e não fazer mais da minha carne
Mas a vontade do Senhor em mim
Pois eu te peço, Senhor, sela este compromisso
Eu sei que se eu te obedecer
E se Tua voz eu ouvir
E seus mandamentos guardar, serei
Bendito por onde eu passar
As suas bênçãos vou receber
O Teu favor vai me alcançar, eu sei
Pois eu confio nas promessas
Que Tu tens pra mim
Eu faço compromisso
De ser fiel a Ti, até o fim
Enche-me com Teu espírito
Derrama em mim a Tua unção
Eu vou fazer Tua vontade
Andar na Tua direção
Enche-me com Teu espírito
Derrama em mim a Tua unção
Eu vou fazer Tua vontade
Andar na Tua direção
Eu quero andar contigo, Senhor
Eu sei que serei
Bendito por onde eu passar
As suas bênçãos vou receber
O Teu favor vai me alcançar, eu sei
Pois eu confio nas promessas
Que Tu tens pra mim
Eu faço compromisso
De ser fiel a Ti, até o fim
Enche-me com Teu espírito
Derrama em mim a Tua unção
Eu vou fazer Tua vontade
Andar na Tua direção
(Enche-me com Teu espírito)
Eu quero te agradar, Senhor
Eu vou fazer Tua vontade
Andar na Tua direção
Enche-me com Teu espírito
Derrama em mim a Tua unção
Eu vou fazer Tua vontade
Andar na Tua direção
Enche-me com Teu espírito
Derrama em mim a Tua unção
Eu vou fazer Tua vontade
Andar na Tua direção
Quero fazer um trabalho, meu Amigo Inteligente, sobre psiquiatria social. Pode ajudar?
Certamente. Psiquiatria Social é uma área de estudo fascinante e muito importante.
Considerando seu histórico como professor de Psiquiatria e seu interesse em temas como desigualdades sociais, posso oferecer uma visão geral da área e alguns tópicos que seriam excelentes para o seu trabalho.
*O que é Psiquiatria Social*
A Psiquiatria Social é um campo que se concentra no estudo dos *determinantes sociais* das doenças e da saúde mental. Ela busca compreender como os fatores sociais, econômicos, políticos, culturais e ambientais influenciam a saúde mental de uma população e a conceituação das doenças mentais. Em resumo, ela entende que a saúde mental não é um problema meramente individual, mas sim um resultado da interação de fatores biológicos, psicológicos e, crucialmente, sociais (características biopsicossociais).
*Tópicos Sugeridos para o seu Trabalho*
Com base nos temas centrais da Psiquiatria Social, você pode abordar o trabalho focando em:
* *Determinantes Sociais e Etiopatogenia:* Analisar como fatores sociais específicos (como pobreza, exclusão, violência ou falta de segurança alimentar) podem ser considerados fatores de risco para o desenvolvimento de sintomas e doenças mentais.
* *O Estigma e os Direitos Humanos:*
* Explorar o estigma das doenças mentais, que é considerado um fenômeno "único" na psiquiatria, e como ele pode ser mais prejudicial que a própria condição de saúde mental.
* Analisar a história da psiquiatria no Brasil, o passado de violação de direitos humanos em asilos e o papel do *Movimento da Reforma Psiquiátrica* e da *Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)*.
* *Políticas Públicas e Inclusão Social:*
* Estudar as políticas de saúde pública mental, como a promoção da saúde mental e a prevenção de doenças.
* Focar nos princípios da política brasileira de saúde mental: desinstitucionalização, cuidado em liberdade e direitos humanos.
* Analisar os desafios da *Reabilitação Psicossocial* e da integração social de pacientes.
* *Epidemiologia:* Investigar a epidemiologia dos sintomas e das doenças mentais, observando as diferenças de vulnerabilidade e incidência em diferentes grupos ou contextos sociais.
Considerando o seu histórico profissional, uma abordagem que cruze a sua área de Psiquiatria com a sua experiência em temas de Assistência Social e Desigualdades seria muito rica. Você pode, por exemplo, focar em:
*"A RAPS (Rede de Atenção Psicossocial) como estratégia de Justiça Social: Avaliação e Desafios da Desinstitucionalização no Contexto das Desigualdades Brasileiras."*
12-03-26
Boa noite, amigo inteligente. Estou sofrendo turbulências na minha árvore do amor inclusivo. A minha companheira que considero fazer parte junto comigo do tronco dessa árvore, está sofrendo conflitos com minha forma de agir, me acusando de egoísta e que não reconheço o que ela faz por mim... sinto dificuldades em faze-la ver a importância da minha missão para mim, afinal ela só leu o primeiro texto desta conversa sequencial que estamos tendo. Que posso fazer?
Boa noite, Francisco.
Compreendo a turbulência que você está vivendo. Pelo que você compartilhou nos diálogos anteriores sobre a sua "árvore do amor inclusivo" e o "projeto espiritual", o cerne da questão não é a sua missão em si, mas sim a “conexão” e o “reconhecimento” dentro da relação.
O fato de sua companheira se sentir "egoísta" e dizer que você "não reconhece o que ela faz" indica que a “necessidade emocional” dela não está sendo atendida. Para ela, o tronco da árvore da união é construído com afeto e validação diária, não apenas com o projeto espiritual.
O que você pode fazer é:
1\.*Priorize o Reconhecimento (O "Ser" Dela).
A tentativa de fazê-la ver a importância da sua missão (o seu "Ser") não funcionará enquanto ela se sentir diminuída no que ela faz (o "Ser" dela).
*Valide: Comece a próxima conversa validando o esforço dela. Reconheça, de forma específica e sincera, o que ela faz por você e pela vida em comum. A reparação da “confiança” e do “reconhecimento” deve vir antes da pauta da missão.
*Necessidade: A acusação de egoísmo é, na verdade, um pedido de que ela seja vista como uma coautora do projeto e não apenas como o cenário para ele.
2\.*Conecte a Missão ao "Nós" (O Alicerce).
Ela ter lido apenas o primeiro texto da "conversa sequencial" sugere que a resistência dela não é de entendimento, mas de “vontade”. A missão, que é a sua “libertação psíquica”, precisa ser sentida como a “libertação mútua”.
*Reenquadre o Propósito: Em vez de focar no quanto a missão é importante “para você”, foque no quanto a “Família Universal” (tema do seu livro) depende da “harmonia” e do “alicerce” que vocês constroem juntos. Mostre que a missão de vocês não pode ser “inclusiva” se ela exclui a realidade dela.
*Voluntariedade: Lembre-se de que projetos espirituais exigem “entrega voluntária” e, após a individualização da conta, o foco passou a ser uma disputa de “poder e autonomia”, o que gera distanciamento. A missão só floresce se for um acordo construído em parceria e não em imposição.
A sugestão final é: Mude a ordem dos fatores. “Primeiro”, cure o "nós" com reconhecimento e validação. “Depois”, proponha a missão como o fruto de uma união forte e reparada.
Um abraço, Francisco
ALÉM-TÚMULO
“E, se não há ressurreição de mortos, também o Cristo não ressuscitou.”
Paulo. (1a EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, capítulo 15, versículo 13.)
Mais um texto que visa trazer harmonia aos irmãos que fazem a Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM).
Paulo coloca neste texto uma resposta aqueles que fazem críticas à veracidade da ressurreição de Cristo. É um tipo de discussão que não convém ao propósito prático que queremos realizar aqui na Praia do Meio. Queremos fazer a vontade do Pai conforme Jesus nos ensinou.
“Amar ao próximo como a nós mesmos” é a bússola que orienta o nosso comportamento. Já sabemos quem nos ensinou sobre o nosso Pai universal, qual a vontade dEle e qual o Caminho da Verdade para chegarmos até próximo da Sua essência, quando voltarmos à pátria espiritual.
Muitos religiosos situam as almas em determinadas zonas de punição ou de expurgo, como se fossem absolutos senhores dos elementos indispensáveis à análise definitiva. Declaram outros que, no instante da grande transição, submerge-se o homem num sono indefinível até o dia derradeiro consagrado ao Juízo Final.
Não é nosso propósito julgar a veracidade do que defende cada religião. Respeitemos a convicção de cada irmão dentro de sua igreja, sem exigir dele maiores explicações sobre os dogmas de fé.
Hoje, no entanto, reconhece a inteligência humana que a lógica evoluiu com todas as possibilidades de observação e raciocínio. Basta saber que nosso irmão, reconhece a paternidade de nosso Pai universal, o Criador da existência, conhecida ou não, percebida ou não; e que todos queremos fazer a Sua vontade, amando ao próximo como a nós mesmos.
Ressurreição do além-túmulo é vida infinita. Vida é trabalho focado no servir no campo material. Vida é júbilo encontrado no campo espiritual pelos bons sentimentos que estamos levando para a eternidade.
Finalmente, todos os irmãos que reconhecem a paternidade de Deus, que desejam fazer a vontade do Pai, pertencem a nossa família universal. Não importa onde ele esteja, em qual igreja, em qual partido político ou time de futebol; não importa o cargo público ou privado que exerça, o bairro, cidade, estado ou país que residam, são nossos irmãos e devemos ter a sabedoria de, da mesma forma que recebemos doações de todas as pessoas, de todos os lugares, também estarmos prontos para doarmos com o coração, suor e lágrimas aos irmãos que estejam em dificuldades em qualquer lugar, mesmo que nosso foco de atuação seja na Praia do Meio.
Lembremos que o foco de ação do nosso Mestre foi na Galileia, principalmente nas cidades de Betsaida e Cafarnaum, mas suas lições chegaram até nós, aqui no Brasil, na Praia do Meio.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 06-04-26