Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
09/09/2026 00h01
PAIXÃO FORTE NA RETIDÃO

            Há uma passagem na série The Chosen, onde Jesus orienta a Tiago e João que querem descer raios sobre pessoas que lhes apedrejaram e cuspiram, em suas caminhadas. Vejamos como se passou.



       - Turma da Samaria – Então, vocês judeus, estão muito longe de casa!



       - Jesus - Sim na verdade nós estamos. Shalom!



       - Turma apedrejando, cuspindo - Para você também, essa é a saudação judaica tradicional para vocês...



       - Tiago, João - Nos deixe fazer alguma coisa, enodaram nossa honra, nos insultaram e humilharam. Eles merecem ter uma chuva de raios e serem incinerados! Deixe que nós joguemos sobre eles o fogo dos céus, o Senhor disse que podíamos fazer coisas assim. sabíamos que não poderíamos confiar nessas pessoas, que não deveríamos ter vindo aqui, para começo de conversa. Eles não merecem o Senhor.



       - Jesus – Por que acham que eu fiz vocês trabalharem no campo do Malaquias? O que eu estava tentando ensinar é para simplesmente ajudar? Acha que foi apenas pra ser mais útil, para serem melhores agricultores? Foi pra lhes mostrar que o que estamos fazendo aqui vai durar por gerações. O que eu disse a Flotina no poço e o que ela disse a tantos outros depois, está plantando sementes que terão um impacto duradouro por gerações. Vocês não conseguem ver o que está acontecendo essas pessoas que vocês tanto odeiam? Estão acreditando em mim sem nem verem milagres. É a mensagem, a verdade que estamos dando a eles, e vocês vão atrapalhar isso porque algumas pessoas de uma região que vocês não gostam foram maldosas como vocês? Então eles não são dignos e vocês são muito melhores? Que vocês são mais dignos? Pois eu vou dizer uma coisa, vocês não são melhores. Essa é a questão, é por isso que eu estou aqui.



       - Tiago/João – Desculpe-nos, Senhor.



       - Jesus - Eu preciso que me ajudem a mostrar o caminho, que sejam humildes. vocês queriam usar o poder de Deus para queimar essas pessoas?



       - Tiago/João - Parece muito pior quando o Senhor coloca desta forma.



       - Jesus - Vocês dois são como uma tempestade no mar, trovões explodindo do peito de vocês a cada passo. Na verdade, é assim que vou chamá-los de agora em diante: Thiago e João, os filhos do trovão.



       - Tiago/João - E isso é uma coisa boa ou ruim, Mestre?



       - Jesus - Hoje não foi bom, mas uma paixão forte pode ser uma coisa boa quando canalizada para retidão.



            Isso fez direcionar minha reflexão para meu comportamento, na condição de colaborar na construção do Reino de Deus através da viabilização da Família Universal. Posso considerar que tenho a motivação do afeto pelas mulheres, para isso se realizar e que as vezes o sentimento é forte como uma paixão. Por isso chamou a minha atenção à lição do Mestre, pois Ele disse que essa paixão pode ser negativa, e que cabe a nós canalizá-la para a retidão.



            Isso significa que  a força do Beemote que convive em nós deve ser disciplinada, para não fazer simplesmente aquilo que nossos instintos deseja, mas que façamos com a força que ele tem, a vontade do Pai, e não a nossa.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 09/09/2026 às 00h01
 
08/09/2026 00h01
PRIMEIRA EMENDA

            A Primeira Emenda à Constituição dos Estado Unidos da América é um dos pilares da democracia norte-americana. Ela estabelece limitações fundamentais ao poder do governo federal em relação às liberdades individuais.



Proíbe o Congresso de criar leis que interfiram nas cinco principais áreas: Religião; Liberdade de Expressão; Liberdade de Imprensa; Liberdade de Reunião; e Direito de Petição.



No que diz respeito a religião, impede que o governo estabeleça uma religião oficial ou proíba o livre exercício de crenças religiosas.



Acontece que em 2025, o morador de Los Angeles Jack Gerritsen, processou a cidade, buscando remover ou cobrir a cruz e interromper a exibição do presépio, pois afirma que eles o ofendem e o fazem se sentir excluído como ateu.



Gerritsen argumenta que a exibição de símbolos religiosos pela cidade em propriedade pública viola a Cláusula de Estabelecimento da Primeira Emenda, que proíbe o governo de estabelecer uma religião.



A cruz de madeira de 3 metros de altura foi erguida na entrada da Olvera Street em 1929 para comemorar o aniversário de 148 anos de Los Angeles. Um presépio é exibido perto da cruz a cada mês de dezembro, enquanto a comunidade comemora a tradicional celebração de Las Posadas, um festival de Natal de nove dias.



A Olvera Street faz parte do El Pueblo de Los Angeles, o centro histórico da cidade perto de onde Los Angeles foi fundada em 1781. O mercado tornou-se conhecido por preservar e celebrar a história e a cultura mexicano-americana da região por meio de suas lojas, restaurantes e tradições de longa data.



A Primeira Emenda não exige que as comunidades apaguem sua história e patrimônio apenas porque parte disso é religiosa, como a cruz que tem presença de quase 100 anos no local e que seu significado vai além da religião.



Compreendo que a petição do morador ateu é totalmente descabida, pois não é o Estado que está obrigando os cidadãos a conviverem com um símbolo religioso, pelo contrário, é o morador que pretende que o Estado obrigue os cidadãos a respeitarem sua convicção quanto a religião.



Parece que o mais correto seria que, o morador ateu que nao consegue tolerar a cultura religiosa do pais onde quer morar, procurasse outro país onde a sua posição religiosa fosse majoritária, onde os cidadãos convivam com uma constituição que proíba qualquer ostentação pública de símbolo religioso.  



Acredito que tal cidadão, com tal nível de reinvindicação, de intolerância religiosa, seja considerada persona non grata, pois é assim que parece que minha consciência se pronunciará, se tal pessoa morasse em Natal e exigisse do poder público a retirada dos cruzeiros onde quer que eles se encontrassem.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 08/09/2026 às 00h01
 
07/09/2026 00h01
ENSEJO AO BEM

ENSEJO AO BEM



“Jesus, porém, lhe disse: Amigo, a que vieste? — Então, aproximando-se, lançaram mão de Jesus e o prenderam.”



(MATEUS, capítulo 26, versículo 50.)



É significativo observar o otimismo do Mestre Jesus, amigos da Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM).



Ele realizou oportunidades ao bem, até ao fim de sua gloriosa missão de verdade e amor, junto dos homens.



Cientificara-se o Cristo, com respeito ao desvio de Judas, comentara amorosamente o assunto, na derradeira reunião mais íntima com os discípulos, não guardava qualquer dúvida relativamente aos suplícios que o esperavam; no entanto, em se aproximando, o discípulo transviado beija-o na face, identificando-o perante os verdugos, e o Mestre, com sublime serenidade, recebe-lhe a saudação carinhosamente e indaga: Amigo, a que vieste?



Seu coração misericordioso proporcionava ao discípulo inquieto o ensejo ao bem, até ao derradeiro instante.



Embora notasse Judas em companhia dos guardas que lhe efetuariam a prisão, dá-lhe o título de amigo. Não lhe retira a confiança do minuto primeiro, não o maldiz, não se entrega a queixas inúteis, não o recomenda à posteridade com acusações ou conceitos menos dignos.



Nesse gesto de inolvidável beleza espiritual, ensinou-nos Jesus que é preciso oferecer portas ao bem, até à última hora das experiências terrestres, ainda que, ao término da derradeira oportunidade, nada mais reste além do caminho para o martírio ou para a cruz dos supremos testemunhos.



Temos oportunidade de aplicar essa lição de Jesus em nossa comunidade da Praia do Meio, pois temos tantos “amigos” que se encontram transviados do Caminho ensinado pelo Mestre, que se aproximam de nós ou nós nos aproximamos deles, com o ensejo do Bem, sabendo que a qualquer momento podemos receber o beijo da traição.



UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 07-09-26


Publicado por Sióstio de Lapa
em 07/09/2026 às 00h01
 
06/09/2026 00h01
VOTO EM LADRÃO SIM, E DAÍ? UM POUCO VEM PRA MIM!...

            Estamos vivendo uma situação de destruição ética no Brasil como nunca vimos em nenhum período da nossa história, e talvez no mundo não consigamos encontrar em nenhum país dito civilizado.



            Como chegamos a este estágio, onde o presidente da República é um condenado pela justiça, praticada em diversas esferas, com parte do roubo recuperado, depois é descondenado por seus cúmplices, colocados em altos postos da justiça, é eleito através de urnas eletrônicas que não podem ser auditáveis, todos os seus críticos são perseguidos pela injustiça, e os criminosos tratados como parceiros...



            Observando o comportamento das pessoas e até fazendo comparação com o meu comportamento, procurando fazer um discernimento lógico de tudo que está acontecendo, vejo que o grupo associado ao lado negro dessa história de intitula de esquerdistas. Esta é a primeira comparação que faço comigo mesmo. Comecei um trabalho político-partidário, filiado ao PDT, logo que terminei o meu curso médico. Interessado em ajudar a população que me procurava e que apenas consultas e medicação não iriam ajudar a eliminar a miséria em que viviam, foi que fiquei interessado na narrativa desse partido de Esquerda que passei a ser militante, dirigente partidário e como candidato em diversos pleitos, como candidato a vereador, deputado estadual, deputado federal e até vice-governador. Nunca fui eleito, não chegava nem perto e percebi que jamais seria eleito, com o meu lema de campanha: Pela Dignidade Humana. Isso impedia que eu trocasse qualquer benefício que eu pudesse oferecer pelo voto do eleitor necessitado. A gota d’água que transbordou a minha tolerância com essa compra de votos que meus colegas candidatos faziam sem cerimônia nenhuma, foi quando o candidato do PT que ajudei a eleger como presidente, passou a mentir descaradamente no escândalo do Mensalão, quando ele comprava os votos dos deputados para os seus projetos mais pessoais que coletivos.



            Resolvi sair do partido e escolher como líder aquela personalidade que na história sempre defendeu a Verdade, e que por causa disso foi crucificado. Dessa forma, passei a estudar o comportamento de Jesus e a absorver o que Ele ensinava.



            Agora, posso compreender melhor porque estamos em tal grau de lástima ética no país. As pessoas foram enganadas por falsas narrativas, como eu também fui no passado. Essas falsas narrativas se mostram sempre como “salvadoras da Pátria”, para tirar os miseráveis dos seus sofrimentos. Quando alcançam o poder, possuem agora nas mãos o controle do nosso dinheiro que arrecadam com os impostos. Colocam as pessoas que seguem a sua forma predatória de lidar com os recursos públicos em cargos estratégicos para uma boa gerência republicana. Esses predadores do suor público passam a sintoniza cada vez mais com os aspectos criminosos fantasiados de democracia.



            Nesse contexto, a nação se torna sequestrada, não existe a possibilidade de nenhuma pessoa honesta consertar o que está errado, pois se formou um sistema onde um cidadão que se tornou criminoso se protege, mutuamente com outros do mesmo nível, e aqueles que insistem em ser honestos são condenados por falsas narrativas que são incoerentes com qualquer lógica.



            É neste ponto que a democracia, o sistema que deveria corrigir o problema colocando no poder pessoas honestas, se torna obsoleta. As pessoas avaliam o contexto, muitos que sobrevivem com todo tipo de esmola na forma de bolsas, sem capacidade de discernimento, são enganadas por pessoas que são remuneradas para fazer o serviço de convencimento, e a situação é tão grave que afeta até o nível de pessoas que tem uma boa inteligência, que adquiriram um bom nível acadêmico, jurídico ou eclesiástico, aceitam esse tipo de coisa e colocam nos seus carros sem nenhum pudor a propaganda dos ladroes, reconhecidos ou embutidos.  



            Em tal situação é que eu imagino, se chegar perto de alguém que está convicto em votar em ladrão, e se eu perguntar pra ele, por quê? Receberia essa resposta...



            Voto em ladrão sim, e daí? Um pouco vem pra mim!...


Publicado por Sióstio de Lapa
em 06/09/2026 às 00h01
 
05/09/2026 00h01
MEMÓRIA E CONSTRUÇÃO DO PENSAMENTO

            A memória serve para resgatar fatos da observação da realidade, que foram obtidas de forma direta ou através do relato oral ou escrito de outra pessoa. Esta “pessoa” tem uma identificação ampla dentro da humanidade, na geografia e no tempo. São livros escritos por pessoas, que atravessam séculos; ideologias criadas, abandonadas e persistentes que entram na oficina mental; nossos pais, que são os primeiros artífices de nossa forma de pensar e nos comportar; e os professores, as pessoas legítimas para nos ensinar os fatos da realidade, com a ajuda da cultura e da ciência, podendo colocar o que pensa a respeito, mas deixando sempre, por dever de ética, a liberdade do aluno criar a sua própria narrativa, baseado na sua índole e nos conhecimentos adquiridos anteriormente de diversas fontes, que podem, frequentemente, destoar da narrativa aceita e divulgada pelo professor, seguindo a necessária coerência interna.



            Esta é a essência da disciplina opcional: PERSONALIDADE, CONSTRUÇÃO E AÇÃO, que é oferecida pelo Departamento de Medicina Clínica, do Centro de Ciências da Saúde, aos alunos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.



            O objetivo do professor na disciplina, não é burilar a personalidade do aluno com seus conceitos prévios, uma forma de doutrinação. O objetivo é colocar todos os fatos e argumentos necessários para a elaboração cognitiva do pensamento, usando a memória como instrumento indispensável para o procedimento. A narrativa que o professor defende pode ser colocada como mais um item de avaliação, nunca como um fator de determinação, de aceitação sem ponderações.



            Cada aula é composta na sua primeira hora, em sala de aula, pela apresentação do tema necessário para a devida formação da construção de personalidade baseado em 12 camadas, superpostas didaticamente uma sobre as outras e integradas comportalmente na ação da personalidade.



            A segunda hora-aula é usada para fazer uma tarefa em casa, assistir um vídeo, ler um texto, etc. e em seguida fazer seu comentário no sistema do sigaa (plataforma acadêmica usada pela UFRN) para avaliação. Por ocasião da entrega do comentário feito fora de sala de aula, o aluno é orientado para colocar numa simples frase, feita em sala de aula, a essência do que foi elaborado no seu pensamento e que pode ser resgatado pela memória sem a utilização de quaisquer instrumentos tecnológicos.



            A entrega ao professor, da “frase simples” feita em sala de aula, serve como o registro da presença do dia, sem registro de nota. A avaliação do aluno é feita pela sua constância no trabalho coletivo, tanto em sala de aula quanto na residência. Portando, quem não perdeu nenhuma atividade fica com a nota máxima ao final.



            Não há como o professor entrar na intimidade cognitiva do aluno e dar uma nota com respeito ao que observa como aquisição de conhecimentos, pelos diversos mecanismos de defesa que o psiquismo oferece em defesa do ego. Porém, o próprio aluno pode fazer sua autoavaliação no fim da disciplina, considerando a nota formal que lhe foi atribuída com a nota real que deveria lhe ser atribuída, de acordo com os valores de sua consciência.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 05/09/2026 às 00h01
Página 7 de 1080
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 »