Encontrei circulando na net este texto engraçado, principalmente pra nós que já estamos de “casa nova” há algum tempo.
A NOVA CASA
Carlos Eduardo Novaes
Meu amigo Luiz está se mudando.
Mês que vem deixa a casa dos 60 e de mala e cuia se muda para a casa dos 70.
Luiz pretende viver uns bons anos na nova casa, mais próxima do fim da rua.
Ele sabe que estou morando lá há mais de dois anos e perguntou-me se gostei da mudança.
Ora, não se tratou de gostar ou não.
Terminou meu tempo na casa dos 60 depois de 10 anos, e saí feliz porque podia ter sido despejado antes do final do contrato.
Assim como a casa dos 20 lembra uma universidade, a casa dos 60, um posto do INSS, a casa dos 70 lembra uma clínica geriátrica.
Lembrava!
Quando entrei na casa a primeira surpresa foi vê-la cheia de “cabeças brancas”.
Na época da minha avó alcançar a casa dos 70 era uma façanha olímpica, para poucos.
A segunda e maior surpresa foi ver a “rapaziada”, pulando, malhando, correndo, namorando, como se não houvesse amanhã.
De uns anos para cá a casa dos 70 foi aumentada com vários puxadinhos, para abrigar tanta gente.
E não é só!
Da minha janela vejo que estão reformando a casa vizinha que estava caindo aos pedaços, a casa dos 90.
Disse ao meu amigo que a casa dos 70 tem um estilo anos 40, estilo vintage, pé direito alto, esquadrias em arco, piso de tacos de madeira, cadeiras de palha e uma imponente cristaleira.
Claro que precisa de cuidados e manutenção constante, muito mais do que a casa dos 30, para evitar rachaduras e infiltrações.
Em compensação, amigos, tem a mais bela vista do Passado.👏🏻
Aproveite bem a casa que habita, hoje. 25 REGRAS PARA SER UM IDOSO FELIZ!
01- Não se meta na vida dos filhos.
02- Não interfira na educação dos netos.
03- Ame ou pelo menos tolere seu genro e Nora, foi seu filho(a) quem escolheu.
04- Nunca tome partido ou opine no casamento deles.
05- Não fique um idoso reclamão.
06- Não seja um idoso com pena de si mesmo.
07- Não fique falando NO MEU TEMPO, ele já passou.
08- Tenha planos pro futuro.
09- Não fique falando de doenças. Tenha a certeza, ninguém quer saber.
10- Não importa quanto ganhe, poupe todo mês uma parte.
11- Não faça prestação, idoso não deve pagar carnê.
12- Tenha um plano de saúde ou guarde dinheiro para despesas médicas.
13- Guarde dinheiro pro funeral ou tenha um plano.
14- Não deixe "problemas" para os filhos.
15- Não fique ligado em noticiário ou política, afinal você não resolverá nada mesmo.
16- Só veja TV para se divertir, não pra ficar nervoso.
17- Se gostar tenha um bichinho de estimação pra te ocupar.
18- Ao se levantar, invente moda: caminhe, cozinhe, costure, faça horta, mas não fique parado esperando a morte.
19- Seja um idoso limpinho e cheiroso. Idoso sim, fedido jamais.
20- Tenha alegria por ter ficado idoso, muitos já ficaram pelo caminho.
21- Tenha uma casa e um modo de vida onde todos queiram ir e não evitar. Isso só depende de você.
22- Use a idade como uma ponte para o futuro e, jamais, uma escada para o passado. Para a ponte do futuro sempre terá companhia.
23- Lembre-se: é melhor ir deixando saudades do que deixando alívio.
24- Divirta-se. Sorria e faça sorrir. Um sorriso melhora o dia de qualquer um.
Finalmente,
25- Não deixe "aquele bom vinho" (idosos não devem beber vinho ruim) e nem a cerveja gelada para amanhã, pode ser tarde!
SEJA FELIZ!
CAMPO DE SANGUE
“por isso foi chamado aquele campo, até ao dia de hoje, Campo de Sangue.” — (MATEUS, capítulo 27, versículo 8.)
Desorientado, em vista das terríveis consequências de sua irreflexão, Judas procurou os sacerdotes e restituiu-lhes as trinta moedas, atirando-as, a esmo, no recinto do Templo.
Os mentores do Judaísmo concluíram, então, que o dinheiro constituía preço de sangue e, buscando desfazer-se rapidamente de sua posse, adquiriram um campo destinado ao sepulcro dos estrangeiros, denominado, desde então, Campo de Sangue.
Profunda a expressão simbólica dessa recordação e, com a sua luz, cabe-nos reconhecer que a maioria dos homens continua a irrefletida ação de Judas, permutando o Mestre, inconscientemente, por esperanças injustas, por vantagens materiais, por privilégios passageiros.
Esta é a reflexão mais importante que nós, que fazemos a Associação Cristã de Moradores e Amigos da Praia do Meio (AMA-PM), devemos fazer neste momento crítico de eleições político-partidárias: com quais candidatos iremos nos envolver? Com aqueles que estão mais próximos do ideal cristão? Não iremos trocar o dinheiro que nos oferecem pelo sangue do Cristo? Será nossa ação, refletida ou irrefletida, como Judas fez?
Tenhamos cuidados, meus irmãos, com as ações irrefletidas. Quando podemos examinar a extensão dos enganos aos quais cometemos, podemos ficar desesperados com os comparsas de nossas ilusões, e tentar devolver o quanto nos coube nos criminosos movimentos de nossa alma, como Judas tentou fazer.
Esses frutos amargos que podemos colher como consequências de atitudes irrefletidas, se tornam um campo de sangue das expiações dolorosas e ásperas, que nossa consciência exige, para sepulcro dos cadáveres de seus pesadelos delituosos, estranhos ao ideal divino da perfeição em Jesus-Cristo.
Irmãos em humanidade criada pelo Pai, que seguimos as lições do Mestre Jesus, procurando praticá-las na AMA-PM, que estamos em luta para enterrar em Campo de Sangue nossos crimes do passado, que não se coadunam com a Lei Eterna, não troquemos o Cristo Imperecível por um punhado de pratas misérrimas, porque, do contrário, continuaremos presos à região escura da carne sangrenta.
UFRN/CCS/HUOL/DMC/Foco de Luz/AMA-PM/Cons. Consultivo em 14-09-26
Todo ensinamento que recebemos tem um potencial de se transformar em prática, isso é o que espera a cultura, para que vivamos satisfatoriamente e harmonizados em comunidade, pois cada pessoa tem uma tendencia inata de se comportar como um predador dos recursos naturais ou artificiais que o outro pode oferecer.
Posso colocar diversos exemplos para mostrar como isso ocorre na comunidade, falando mais dramático, aquele que desvia enorme soma de recursos para os seus bolsos pela prática da corrupção, tão frequente em nosso Brasil. Outro exemplo, e decorrente do primeiro, está aquele que fica satisfeito por receber uma fração desses roubos, passa a considerar o doador do alheio como “pai dos pobres”, e passa a fazer tudo que ele pede, inclusive os votos, ditos “democráticos”, para que ele permaneça no poder e continue a alimentar sua miséria, porque assim continua sua farra de corrupção e sua caridade de dar esmola quem está na miséria – sem saber que os verdadeiros miseráveis são esses supostos caridosos, milionários com o suor dos ignorantes que não sabem a escravidão em que estão metidos.
Estes são os ensinamentos dos que se tornaram poderosos com o usufruto da corrupção, passam para os que estão logo abaixo na escala hierárquica e assim chega até a base da pirâmide, onde cada um aprende e pratica algum tipo de iniquidade em proveito próprio.
Este é o tipo de ensinamento que nós encontramos com facilidade no mundo material, ocupado por seres materiais que sofrem a influência do Beemote, que perseguem um progressismo material capaz de nos colocar o topo da pirâmide. Todos estão aprendendo, todos estão praticando.
Jesus veio nos ensinar um novo caminho, o Caminho da Verdade que nos tira de dentro da inevitável morte física, e nos leva a Vida real no mundo transcendental. Agora, de posse desse ensinamento e o praticando, estamos progredindo espiritualmente em direção à essência do Criador, do amor incondicional.
Foi dentro deste contexto que aprendi de Jesus, o novo Caminho da Verdade, e procuro a cada momento fazer a sua aplicação prática.
Como combinei no nosso último encontro, segue um resumo da minha atual narrativa de vida, com as origem e destinação final. Tem o sentido de expor a minha forma de raciocinar e receber críticas ou correções de algo que escape a lógica do verdadeiro sentido da vida.
Entendo a vida que recebi de Deus, inicialmente na forma espiritual que é a sua essência, uma espécie de sopro energético simples e com potencial de aquisição de conhecimentos. Depois de passar pelo reino mineral, fui experimentar o fenômeno morte nos reinos vegetal e animal. Foi na espécie humana, com um cérebro bem sofisticado, com cerca de 80 bilhões de neurônios, que adquiri a capacidade de raciocinar, de entender o sentido da vida, de onde eu vim e para onde eu vou, e qual o caminho que devo seguir para alcançar a minha meta.
Para dar ordem a esta minha narrativa de vida, estou seguindo os ensinamentos do Mestre Jesus, que informou da minha filiação ao Criador, ao Pai Universal e por isso todos somos irmãos e que devemos fazer com prioridade à vontade dEle e não a nossa. Por isso devemos ser solidários com nossos irmãos, sem fazer a qualquer um deles aquilo que não quero que seja feito a mim. Procuro, então, seguir o Caminho da Verdade ensinado pelo Cristo, priorizando o progressismo espiritual, em comparação com o progressismo material, e me aproximando cada vez mais da essência do Criador, burilando a minha alma dos seus defeitos, a cada dia, a cada momento.
Com esta compreensão, com os talentos e intenções que possuo, construí a missão que devo cumprir nesta atual vivência: fazer germinar a Árvore do Amor Inclusivo como base da Família Universal, e fundamentos do Reino de Deus. Para realizar isso, uso como principal instrumento a motivação instintiva da luxúria, uma das sete cabeças do Beemote, o monstro energético criado pelo Pai dentro de nós, com o objetivo de preservação do corpo físico.
Estou procurando seguir nesta minha missão com a máxima honestidade possível, usando sempre a Verdade quando ela for conveniente de ser expressa, e evitando fazer qualquer mal as pessoas do meu relacionamento mais íntimo, principalmente às mulheres que se aproximam de mim com o objetivo de convivência. Devem saber da energia libidinosa que se encontra ao redor, e das consequências que podem advir.
Dessa forma, estou consciente da responsabilidade do Eu, espírito, com este corpo carnal que me serve de veículo de aprendizagem, que ele é composto de trilhões de células, cada uma um ser vivo, que devo gerenciar, tanto internamente quanto externamente, com o relacionamento com todos os meus irmãos, dentro da cultura em que nos encontramos.
Sei esta minha atual vivência é uma das minhas inúmeras vivências que tive de retornar, do mundo espiritual para o mundo material, com o objetivo de aprender e praticar minhas lições, para dinamizar o meu progresso espiritual e assim chegar com mais rapidez perto da essência do amor incondicional do Pai.
No século XVI, uma imagem perturbadora começou a circular pelas cortes e prefeituras da Europa — uma pintura que retratava o castigo de um homem chamado Sisamnes, um juiz cujo crime não foi assassinato nem traição, mas corrupção.
A cena representada remonta a cerca de 500 a.C., durante o reinado de Cambises II, rei do Império Persa.
Sisamnes era um juiz real, encarregado de interpretar a lei em nome do rei. Seu cargo carregava enorme autoridade — e, com ela, a exigência de integridade absoluta. Mas Sisamnes aceitou um suborno e deliberadamente proferiu uma sentença injusta. Aos olhos da corte persa, isso não era uma falha pessoal. Era um ataque direto à própria ideia de justiça.
Quando a corrupção veio à tona, Cambises ordenou que Sisamnes fosse preso e condenado. A punição foi severa e calculada: Sisamnes seria esfolado vivo.
Segundo as fontes antigas, antes que a sentença fosse executada, o rei fez uma última pergunta ao juiz desonrado:
Quem deveria substituí-lo?
Ainda agarrado à noção de legado e privilégio, Sisamnes indicou o próprio filho, Otanes, esperando que a misericórdia se estendesse pelo laço de sangue.
Cambises concordou.
Otanes foi nomeado juiz em lugar do pai.
Mas o rei ainda não havia terminado.
Após a execução de Sisamnes, sua pele foi curtida e usada para revestir a cadeira do tribunal — o mesmo assento sobre o qual Otanes passaria a julgar. Cada audiência. Cada veredicto. Cada exercício de autoridade aconteceria sentado literalmente sobre os restos do próprio pai.
Não se tratava apenas de crueldade.
Tratava-se de instrução.
A mensagem era inequívoca: a justiça não se herda, e o poder não justifica a corrupção. A lei existia acima da família, acima do conforto, acima do medo.
Séculos depois, artistas retornaram a essa história. O exemplo mais famoso é O Julgamento de Cambises, pintado em 1498 por Gerard David, um díptico encomendado para ser exibido em um tribunal da cidade de Bruges. Não era arte para contemplação privada, mas para o exercício do poder público — um aviso pendurado nas paredes da própria autoridade.
Juízes passavam diante dele todos os dias.
E deveriam se lembrar.
Se Otanes governou com justiça perfeita, isso se perdeu no tempo. O que permanece é a ideia de que, quando a justiça é corrompida, a reparação precisa ser severa o suficiente para atravessar gerações.
O castigo de Sisamnes não foi feito para ser esquecido.
Foi feito para tornar a corrupção impossível de ignorar.
E é por isso que, mais de dois mil anos depois, essa imagem ainda inquieta — não por sua violência, mas por sua clareza.
Poder sem integridade tem consequências.
E a justiça, quando traída, sempre cobra seu preço.
Créditos: Estudos Históricos
Encontrei este texto que ainda não conhecia, mas que traz um alívio a todos nós brasileiros, que vivemos uma verdadeira época de trevas sob um governo comunista, cujos tribunais mais elevados deixam seus membros participarem de roubos sistemáticos. A justiça existe, e quando a Verdade surgir o poder que não esteja corrompido apresentará as devidas consequências, como no caso que acabamos de ler.