Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
16/11/2025 00h39
A FESTA DO PAI (sonho)

            Estava no Rio de Janeiro, em visita, com alguns parentes. Tive a oportunidade de entrar em uma casa construída em cima de um paredão natural, como podemos ver em Pipa/RN. Depois vim perceber que pertencia a uma antiga amiga, do conjunto Santa Catarina/Natal/RN, quando eu era presidente da Associação de Moradores e Amigos da comunidade, e que eu não via há anos.



Fomos bem acolhidos por minha amiga e logo surgiu um casal de idosos, que não conhecíamos, e que diziam pertencer a Assembleia de Deus, com o qual fizemos amizade.



Em seguida surgiu o amigo de um dos nossos parentes que durante nossa conversa descobrimos que ele trabalhava como despachante, gostava de beber e de namorar, e que entrou em nosso círculo de amizade.



A minha companheira traz uma cadeira para observar a paisagem, sentada, num local privilegiado, mas ao sair para pegar alguma coisa o despachante fica com a cadeira. Observei a movimentação e fiquei a imaginar o grau de irritação que essa iria ficar quando descobrisse que tomaram o seu assento.



Para evitar o conflito, sugeri fazer uma festa de encontro de amigos e fazer compras de bebidas e carnes para fazermos um churrasco sobre o paredão, aproveitando a luz do sol que nos cobria e que dava uma boa visibilidade da paisagem.



Expliquei que eu, como o maior dispensador dos recursos que o Pai confia a cada um de nós, eu iria patrocinar a compra de todos os ingredientes, pois assim é que o Pai deseja que eu faça com os recursos que Ele coloca à minha disposição.



Depois que todos comprarmos o necessário, organizamos uma grande mesa ao ar livre, e antes de começarmos a nossa festa improvisada, por intuição do Pai, pedi para cada um de nós levantarmos um brinde à amizade que foi ampliada naquele momento, como sinalização para a construção da família universal, já que nós estávamos compostos naquele momento pela família ampliada pelos nossos parentes dentro de suas respectivas famílias nucleares.



Cada um faria uma apresentação rápida de cerca de um minuto, colocando o nome, aonde mora, a formação escolar, a forma pela qual trabalha, e a forma de sintonia que tem com Deus.



No final de todas as apresentações fiz uma oração de agradecimento ao Pai, por Ele ter nos dados a graça da criação, da saúde e inteligência, com a capacidade de reconhece-Lo como Pai, de nos agregar como irmãos e de forma fraterna nos reunirmos nos mais diversos ambientes, para fazermos com o nosso livre arbítrio a Sua vontade e não a nossa.



Foi assim que captei neste sonho a essência do conteúdo espiritual que a minha viagem ao Rio de Janeiro trouxe para mim e acredito para todos que participaram, de forma direta ou indireta.  


Publicado por Sióstio de Lapa
em 16/11/2025 às 00h39
 
15/11/2025 11h46
RETORNO A NATAL

            Às 14 horas pedimos o táxi para voltarmos ao aeroporto do Galeão e embarcar no avião da empresa Azul às 19h25 para retornar a Natal.



            Estávamos “escaldados” com a experiência da vinda quando nós quase perdemos o voo para o Rio de Janeiro, por chegarmos atrasados no aeroporto. Dessa vez iríamos garantir que não perderíamos o voo por atraso nosso, iríamos estar no aeroporto 4 horas antes, o dobro do previsto de chegar 2 horas antes, como é recomendado.



            Às vezes eu fico a pensar que Deus brinca comigo, assim como algumas vezes eu brinco como Ele. Acho que isso á saudável dentro de uma família, e como o Pai sabe que eu ainda sou um bebê espiritual, apesar dos meus 73 anos na dimensão material, Ele com certeza não liga pra isso e até acha positivo, pois sente que assim eu estou sinceramente lhe reconhecendo como Pai e com toda a autoridade e respeito que Lhe devo.



Pois vejamos o que o Pai fez conosco. De início fez ir quem não queria ir, como foi o caso de Simone; fez ficar quem queria ir como foi o caso de Carlinhos.



Ele ficou se divertindo com nossa correria no aeroporto de Natal para não perder o voo, arrastando uma mala pesando mais de 30 kg além de 4 outras adicionais, para aqui e acolá, sendo os últimos a entrar no avião, acompanhado as malas que iriam ser embarcadas, seguindo aqueles trajetos de luzes e fitas colocadas na pista e sinalização com as lanternas dos aeroviários para que não nos perdêssemos.



No aeroporto do Rio o Pai resolveu brincar um pouco mais conosco, mostrando que não é como nós queremos, e sim com o que Ele permite. As 4 horas de antecipação que nós garantimos no aeroporto não foi o suficiente para garantir a decolagem no avião que estava em nosso bilhete. Entramos ainda nesse avião e aguardamos por mais de uma hora a liberação do documento que garantiria a nossa segurança no ar. Recebemos o aviso em seguida que devíamos descer do avião, pegar de volta nossas malas que agora estavam acrescidas de mais duas malas e uma mochila que compramos na Uruguaiana/Rio, pois a nossa conexão que iríamos fazer no Recife para Natal não seria mais possível. Lembrei da correria em Natal para não perder o nosso voo da empresa Azul e agora iríamos em busca da Empresa Gol para embarcarmos às 23h30.



Eu levava nas mãos a mochila pesada e outros pertences de mão enquanto Simone me criticava por não colocar a mochila nas costas, pois assim eu teria condições de levar mais peso. Mas eu não me sentia confortável em colocar uma mochila com tal peso nas costas por cima de duas camisas e um casaco que estava vestindo. Preferi continuar levando a pesada mochila nas mãos sob uma saraivada de críticas ao meu comportamento “opositor de conduta”. Acredito que o Espírito de Dom Pedro II, curioso com o comportamento dessa família que o visitara no seu Museu, decidiu nos acompanhar por mais algum tempo, e vendo a falta de tolerância e empatia de Simone com o comportamento do outro, resolveu lhe dar uma “rasteira” em plena escada rolante do aeroporto. Da mesma forma que ele fez com Luan quando ele estava com presepada em seu Museu.



Eu só ouvi o grito de Simone quando ela caiu. Olhei para trás e a vi sentada nos degraus sendo ajudada pelas pessoas que vinham atrás. Eu não podia subir para lhe ajudar, afinal a escada rolante estava em funcionamento. Deixei minha mochila e outros pertences no chão e aguardei o cortejo com sua chegada amparada pelos viajantes solidários.



Felizmente ela não se machucou, mas talvez tenha acirrado ainda mais a raiva que se desenvolvia dentro dela. Chegou no balcão da empresa Gol para despachar as malas e fez diversos comentários ao funcionário que se mostrou atencioso e acolhedor.



Queria processar a empresa Azul por ter lhe causado dano moral, pois já devia estar em casa, que não recebeu alimento suficiente, que não tinha o suporte de uma sala vip, que perdeu a conexão com a pessoa que iria lhe receber no aeroporto de Natal.



Assim, incendiada pela raiva, fez contato em Natal com seu amigo advogado e recebeu instruções de como proceder para acionar a empresa Azul. Acredito que ela tenha esquecido de sua primeira opinião de que esse sucedido tenha sido um “livramento” provocado por Deus para o seu benefício, e dessa forma a empresa não seria culpada pelo transtorno.



Então, continuamos no aeroporto do Rio até as 23h30 quando deveríamos embarcar no avião da Gol. Éramos 4 com suas personalidades diferentes: eu, tolerante e compreensivo; Simone intolerante e contestadora; Navegante colaboradora e resolutiva; e Laura impulsiva e curiosa. Foi ela que perguntava por que iríamos trocar de avião, se nele havia os mesmos recursos midiáticos. Ela mostrava que se ninguém estava interessado em comer nada, ela estava. Mostrou a sua pressa em embarcar logo no avião substituto liderando a longa lista de passageiros que iam também embarcar. Ao se deparar com o bloqueio da fita de orientação do trajeto, não teve dúvidas, abriu a fita e conduziu a fila em direção a outra que ninguém sabia para onde se dirigia. Enfim, surgiu um funcionário que ficou atordoado, pois não era para ser aberta a fita e não se misturar com a fila em movimento. Viemos a entender que a fila que caminhava era a que estava saindo do avião e que iriamos entrar nele quando todos tivessem saído. Depois, ficamos espalhados dentro do avião, pois estávamos pegando uma aeronave direto para Natal e que estava quase lotada, com seus passageiros de assentos marcados. Depois que nos aconchegamos em nossos assentos de última hora, fiz negociação com passageiro vizinho para nos agrupar e dei preferência a Laura para ficar junto conosco, mas ela preferiu ficar com os estranhos. Navegante aproveitou a oportunidade e veio ficar junto conosco, e foi bom pois aproveitei um dos sacos de pipoca que ela trazia.



Finalmente chegamos em casa, cansados além do previsto, mas com a compreensão que tudo que adquirimos durante a viagem estava completamente previsto pela vontade Deus, para nos ensinar tanto no aspecto acadêmico e principalmente no aspecto emocional, no lidar com nossos sentimentos, positivos e negativos, privilegiando o relacionamento familiar, no esclarecimento dos projetos, perspectivas, e as necessidades de correção do nosso potencial espiritual, desenvolvendo as virtudes e podando as emoções e pensamentos negativos.



Agradecemos a Deus por tudo que Ele nos proporcionou e chegamos aos nossos lares prontos para dar continuidade ao nosso progresso espiritual, com os devidos cuidados com o progresso material, procurando cuidar do próximo que esteja mais próximo até o mais distante mais distante, dentro da família espiritual, para termos conosco a cidadania necessária para vivermos dentro do Reino de Deus.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 15/11/2025 às 11h46
 
14/11/2025 05h28
VISITA A PETRÓPOLIS

            Ao fazer este texto no dia seguinte da visita a cidade de Petrópolis, às 4 horas da madrugada, fiz uma leitura do texto do dia anterior, MARIA SANTÍSSIMA, e vi que o mesmo mostra sem nenhuma consideração da minha parte, a posição da Igreja Católica.



            Não é que ela esteja errada, mas que o leitor não veja incoerência com a minha forma diferente de pensar, que deixo aqui ao longo dos meus textos. Neste sentido farei a conexão desse texto anterior com a minha própria narrativa.



            A cidade de Petrópolis, designada assim por motivo de homenagem digna ao Imperador Dom Pedro II, tem todo o suporte espiritual com a narrativa da Igreja Católica Apostólica Romana, com todos seus dogmas e fundamentos eclesiásticos, elaborados pelo pensamento humano.



            Essa minha narrativa espiritual que aceito como a mais próxima da Verdade, iniciou com a permissão dada por Maria, a jovem virgem da Galileia, que aceitou o convite do Anjo Gabriel para ela ser a mãe biológica do Filho de Deus.



            A partir daí, veio Jesus, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, à luz do mundo material, trazendo consigo a luz do mundo espiritual. Educou diretamente 12 pessoas e essas disseminaram pelo mundo os seus ensinamentos, que chegou a criar na Europa a Cristandade, as nações cujos reis obedeciam aos papas, os representantes da vontade de Deus, de Jesus, o Cristo, o Mestre e governador espiritual do nosso orbe.



            O Cristo representa para nós, humanos, o Salvador de nossas almas que viviam lutando pela sobrevivência do corpo dentro de um contexto evolutivo caracterizado exclusivamente pelo progressismo material. O Cristo veio ensinar que nosso progresso deve ser principalmente espiritual, pois o objetivo maior é salvar as nossas almas da compreensão errada de que a morte do corpo físico significava o fim da vida.



            Portugal foi um dos principais países da Europa a manter viva a ideia da cristandade, acolhendo os Templários na nova denominação de Ordem de Cristo. Dessa forma os recursos materiais dos Templários foram aplicados à arte na navegação, para continuar com a sua missão de proteger os cristãos e a disseminação do Evangelho ao redor do mundo.



            Foi assim que chegaram ao Brasil as caravelas com a cruz de Malta, dirigidas por Pedro Álvares Cabral, grão-mestre da Ordem de Cristo, com o objetivo principal de catequizar as almas dos índios e colocando-as no caminho da salvação, pela catequização trazida pelos jesuítas.



            Assim passamos a ser dirigidos enquanto nação por reis católicos, como Dom Pedro II, que tinha como filha a Princesa Izabel, que consagrou nosso país à Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil.



            Foi à memória desse reinado de Dom Pedro II que fomos em busca na cidade de Petrópolis. Passei a respeitar Dom Pedro II como o maior dirigente que já tivemos, um homem bem sintonizado com a vontade de Deus, mas que em determinados momentos cometeu erros administrativos seguindo a sugestões luciferinas da maçonaria. Terminou sendo traído pelo Marechal Deodoro, que também sofreu dessas sugestões luciferinas, e tirou o Imperador pela força, dada pelo golpe praticado pelos militares em defesa dos recursos materiais obtidos pela força escrava, combatida principalmente pela Princesa Izabel, que em 1988 deu liberdade a todos os escravos.



            Foi a esta memória que fui buscar, visitando a cidade que continua amando o digno imperador, demonstrando isso em todos os ambientes comerciais, na principal catedral de estilo gótico, onde estão os seus restos mortais. A própria guia turística, “Mamma Cris” como ela gostava de ser chamada, todo o carinho e respeito que tinha pelo Imperador. Também fiz questão de elevar minha voz quando ela estava citando a sua saída do poder, de que isso aconteceu por um golpe militar dado para defender os lucros dos ambiciosos e longe da opinião pública que não sabia de nada do que estava acontecendo.



            Por isso defendo a volta da Monarquia Cristã ao poder no Brasil e afastando a nefasta República que serve para abrigar tantos corruptos em seu seio que parece um câncer a minar as forças da nação. Estamos hoje na condição de escravos modernos, trabalhando sem algemas físicas, mas burocráticas, sem ter a quem recorrer no campo burocrático, onde as forças do mal se infiltraram, e agora esperamos a ação do nosso Governador Espiritual, Jesus Cristo.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 14/11/2025 às 05h28
 
13/11/2025 08h04
MARIA SANTÍSSIMA

            Como estou prestes a sair no passeio à Petrópolis, cidade imperial, e não tinha ainda produzido o texto deste dia, resolvi procurar algum texto inacabado na reserva do notebook. Encontrei este relacionado com Nossa Senhora, que faz muito sentido para onde vamos, então deixarei aqui na íntegra parcial de como encontrei... talvez seja assim que a Nossa Senhora deseja...  



22. A conduta das três pessoas da Santíssima Trindade, na encarnação e primeira vinda de Jesus Cristo, é a mesma de todos os dias, de um modo visível, na Igreja, e esse procedimento há de perdurar até à consumação dos séculos, na última vinda de Cristo.



 23. Deus Pai ajuntou todas as águas e denominou-as mar; reuniu todas as graças e chamou as Maria. Este grande Deus tem um tesouro, um depósito riquíssimo, onde encerrou tudo que há de belo, brilhante, raro e precioso, até seu próprio Filho; e este tesouro imenso é Maria, que os anjos chamam o tesouro do Senhor, e de cuja plenitude os homens se enriquecem. 



24. Deus Filho comunicou a sua Mãe tudo que adquiriu por sua vida e morte: seus méritos infinitos e suas virtudes admiráveis. Fê-la tesoureira de tudo que seu Pai lhe deu em herança; é por ela que ele aplica seus méritos aos membros do corpo místico, que comunica suas virtudes, e distribui suas graças; é ela o canal misterioso, o aqueduto, pelo qual passam abundante e docemente suas misericórdias. 



25. Deus Espírito Santo comunicou a Maria, sua fiel esposa, seus dons inefáveis, escolhendo-a para dispensadora de tudo que ele possui. Deste modo ela distribui seus dons e suas graças a quem quer, quanto quer, como quer e quando quer, e dom nenhum é concedido aos homens, que não passe por suas mãos virginais. Tal é a vontade de Deus, que tudo tenhamos por Maria e assim será enriquecida, elevada e honrada pelo Altíssimo, aquela que, em toda a vida, quis ser pobre, humilde e escondida até ao nada. Eis a opinião da Igreja e dos Santos Padres.



 26. Se eu me dirigisse aos espíritos fortes desta época, tudo isso, que digo simplesmente, poderia prová-lo pela Sagrada Escritura, pelos Santos Padres, citando longas passagens em latim e aduzindo os mais fortes argumentos, que o Padre Poiré deduz e desenvolve em sua Tríplice coroa da Santíssima Virgem. Falo, porém, aos pobres e aos simples que, por serem de boa vontade e terem mais fé que a maior parte dos sábios, creem com mais simplicidade e mérito, e, portanto, contento-me de lhes simplesmente a verdade, sem me preocupar em citar todos os textos latinos, embora mencione alguns, mas sem os rebuscar muito. Continuemos.



 27. Pois que a graça aperfeiçoa a natureza e a glória aperfeiçoa a graça, é certo que Nosso Senhor continua a ser, no céu, tão Filho de Maria, como o foi na terra. Por conseguinte, ele conserva a submissão e obediência do mais perfeito dos filhos para com a melhor das mães. Cuidemos, porém, de não atribuir a essa dependência o menor abaixamento ou imperfeição em Jesus Cristo. Maria está infinitamente abaixo de seu Filho, que é Deus, e, portanto, não lhe dá ordens, como uma mãe terrestre as dá a seu filho. Maria, porque está toda transformada em Deus pela graça e pela glória que, em Deus, transforma todos os santos, não pede, não quer, não faz a menor coisa contrário à eterna e imutável vontade de Deus. Quando se lê, portanto, nos escritos de São Bernardo, São Bernardino, São Boaventura, etc., que no céu e na terra tudo, o próprio Deus, está submisso à Santíssima Virgem, devemos entender que a autoridade, que Deus espontaneamente lhe conferiu, é tão grande que ela parece ter o mesmo poder que Deus, e que suas preces e rogos são tão eficazes que se podem tomar como ordens junto de sua Majestade, e ele não resiste nunca às súplicas de sua Mãe, porque ela é sempre humilde e conformada à vontade divina. Se Moisés, pela força de sua oração, conseguiu sustar a cólera de Deus contra os israelitas, e de tal modo que o altíssimo e infinitamente misericordioso Senhor lhe disse que o deixasse encolerizar-se e punir aquele povo rebelde, que devemos pensar, com muito mais razão, da prece da humilde Maria, a digna Mãe de Deus.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 13/11/2025 às 08h04
 
12/11/2025 05h29
ENCONTRO COM O CRISTO

            Em nossa viagem ao Rio de Janeiro, por motivo de participação no Congresso Brasileiro de Psiquiatria, tive oportunidade de ir visitar no domingo, após o término do evento, a imagem do Cristo Redentor.



            Esta é uma imagem imponente doada pela França e que colocada no alto do morro do Corcovado, se projeta sobre a cidade como se quisesse abraçar cada casa, viela, edifício, morro ou lagoa.



            A imagem do Cristo atrai turistas de todos os estados brasileiros e de cada país ao redor do mundo. Sei que por trás da imensa imagem de pedra, existe as lições deixadas pelo Cristo.



            O Caminho do progresso espiritual ensinado pelo Cristo, do Caminho da Verdade que nos leva à Vida eterna na sintonia com Deus, nos salva da morte inevitável ao término da existência da vitalidade do corpo físico. Por isso chamamos o Cristo de nosso “Salvador”.



            Foi nesta condição de turista, aos pés da imagem que representa o Cristo como ícone do Brasil e principalmente da cidade do Rio de Janeiro, que veio à minha mente Suas lições e o que Ele realmente representa para o mundo: o Salvador de nossas almas, para todos aqueles que reconhecem e fazem a vontade do Pai. Mesmo que a pessoa não conheça ainda o Cristo, mas faça intuitivamente a vontade do Pai, este estará dentro da família universal e, consequentemente, dentro do Reino de Deus.



            Esta cidadania que constitui o Reino de Deus é que está se aproximando coletivamente da essência amorosa do Pai, burilando a sua alma na dimensão material e aperfeiçoando seu espírito na dimensão espiritual.



            Quantas dessas pessoas que circulam aos pés da imagem do Cristo, no esforço de pegar o melhor ângulo para foto, faz um momento de reflexão sobre os ensinamentos do Mestre e procura ver se está fazendo com honestidade a prática dessas lições?



            Tive oportunidade de ir à capelinha do Cristo e assistir à final de uma missa. Participei da oratória e dos cânticos, fiz fotos com os palestrantes, padre e diáconos, e refleti sobre uma frase dita no final pelo diácono, que estávamos todos nós naquele momento recebendo uma indulgência plena, que todos os nossos pecados estavam sendo perdoados. Aceitei o presente, mesmo que não aceitasse cumprir o ritual que ele dizia ser necessário para que a indulgência fosse efetivada. Mas daí eu recorro a intervenção do Cristo, se realmente é necessário cumprir esse ritual ou se Ele permite que eu retome minha caminhada com os meus pecados perdoados, seguindo a lei de Deus que está escrita em minha consciência.



            Vejo a cidade do Rio de Janeiro dominada pelo mal que se espalha em todas as direções, no entanto, as pessoas desconhecidas que fiz contato aqui no Rio de Janeiro, o motorista de Uber, o negociante de uma loja, todos, de imediato, mostravam seu reconhecimento à existência do Pai e que procuravam seguir de alguma forma as mensagens do Cristo.



Certamente o mal tem o seu poder e domínio circunstancial sobre nós enquanto coletividade cujas instituições de proteção à cidadania foram ocupadas pelos agentes das trevas, irmãos nossos que se associam por força da ignorância ao poder hipnotizante das sugestões revolucionárias dos agentes luciferinos.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 12/11/2025 às 05h29
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