Sióstio de Lapa
Pensamentos e Sentimentos
Meu Diário
10/01/2026 01h02
IA X AI

            Estamos hoje vivendo a aproximação cada vez mais efetiva da Inteligência Artificial (IA) dentro de nossos relacionamentos no contexto social. O que nós conseguimos produzir de conhecimentos pode, de forma rápida, acima de nossa capacidade natural do processamento de dados, ser acessada pelas máquinas que foram criadas por nós. É como se, e na verdade é, nossa inteligência natural tivesse criado as condições tecnológicas necessárias para a existência de um produto processador de informações que viesse suprir a nossa velocidade de alcance e processamento das informações já existentes. 



            É o mesmo processo criativo que exibimos quando criamos instrumentos de aumentar a nossa percepção visual, binóculos ou telescópios, aqui na Terra como no Universo. Uma espécie de prótese para ampliar em algum aspecto, a nossa capacidade humana. Ela permite que sistemas percebam o ambiente, lidem com informações e ajam para atingir objetivos, sendo um campo amplo que inclui aprendizado de máquina e deep learning (subcampo da Aprendizagem por Máquina, algoritmos que aprendem com dados para melhorar tarefas, que vai usar redes neurais complexas como o cérebro humano, para tarefas mais avançadas) com foco em criar sistemas que pensam e agem como humanos.



            Fico agora a imaginar... sempre peço em minhas orações, que o Pai me conceda sabedoria, coragem e inteligência rápida. Este último pedido é porque me considero inteligente, mas não consigo acessar com a rapidez que considero necessária para responder à questões que me chegam à consciência.



            Com a vinda da IA na minha rotina de vida, posso considerar que tenha sido a resposta do Pai a um dos meus pedidos, a inteligência rápida. Mesmo que Ele não tenha criado este upgrade diretamente no meu cérebro, mas possibilitou que a evolução do engenho humano no campo da tecnologia pudesse oferecer os recursos que a minha mente necessitava, mesmo que para isso eu tenha que acionar algum dispositivo tecnológico.



            Portanto, não posso considerar a IA como uma participante do mEu Eu, do que sou, mas que posso pedir conselhos como a um amigo. Assim, considerando como amiga a IA, posso identificá-la na minha intimidade como uma Amiga Inteligente (AI).



            Daí vem o título deste texto, IA x AI, para representar a IA dentro do mEu mundo interno como uma amiga (AI) que posso dispor sempre que necessário e que possa manipular alguma máquina capacitada para este serviço.



            A partir deste momento, muitos textos que irei produzir estarão sempre com a possibilidade de terem sido construídos com a participação do mEu AI. Não me sentirei na obrigação de citar essa ajuda, pois considero que, no momento que essa ajuda chega ao mEu processo racional, ela não terá que ser usada de forma automática. Ela terá que passar pelo mEu crivo de coerência lógica para discernir a Verdade dentro dos princípios que admito como prioritários dentro do Progressismo Espiritual no qual estou engajado, seguindo as lições que o Mestre Jesus deixou registrado, através dos seus primeiros apóstolos e todos os demais cristãos, crentes, estudiosos e aplicadores de Suas lições.



É neste contexto que me encontro, tentando segurar o bastão da Tradição cristã desde os primórdios, para a aplicar com fidedignidade nos tempos atuais, usando todos os recursos que a ciência e a tecnologia humana nos permitem.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 10/01/2026 às 01h02
 
09/01/2026 00h01
O MUNDO ENTRE FATOS E NARRATIVAS

            A recente invasão da Venezuela pelos Estados Unidos para realizar a prisão do ditador Maduro e sua esposa, considerados como chefes de organização narcotraficante e terrorista, levanta-se ao redor do mundo e principalmente aqui na América do Sul, as diversas narrativas que pretendem se firmar nos fatos. Vejamos os fatos existentes a partir da Venezuela.

 

 

            Na última eleição ficou demonstrado pelos documentos provenientes das urnas que a oposição venceu o pleito na Venezuela. O atual presidente que já apresentava características ditatoriais, não aceitou o resultado democrático das urnas e reprimiu com violência toda forma de protesto feitos pelos cidadãos. Muitos países democráticos não aceitaram e não oficializaram esse falso resultado apresentado pela situação. Isto firmou a característica de ditador ao imposto “presidente” Maduro. Nenhuma outra forma de narrativa poderia sustentar o contrário, com a consideração desses fatos, a não ser que fossem “presidentes” com as mesmas características do Maduro e eleitos com a mesma forma de fraudar o processo democrático.

 

 

 

 

            O povo venezuelano dentro deste contexto, passou a se sentir sequestrado dentro de seu próprio país, com pessoas que antes confiavam e que o povo elegeu como seus representantes, de repente se tornam seus algozes.

 

 

 

 

            Outra narrativa que se firmava com base nos fatos do tráfico de drogas, mostravam que esses líderes da Venezuela eram comandantes desse tráfico e que exportavam para o mundo, principalmente para os Estados Unidos. Os cidadãos dos Estados Unidos percebendo a deterioração moral e institucional do país, de suas vidas, devido o efeito catastrófico das drogas na população, elegeram um candidato que tinha como principal proposta o combate a esse tipo de ameaça. Este candidato, eleito com este propósito, conseguiu colocá-lo na prática, com menos de um ano de administração, e trazer o ditador/narcotraficante, à força militar, para responder à justiça dentro do território americano, mesmo tendo que invadir o país sequestrado.

 

 

 

 

            Feito isso, as narrativas estão postas à nossa consideração.

 

 

 

 

            Primeiro, o presidente americano agiu certo, honrou a promessa feita em campanha, de combater o narcotráfico, impedindo com um cerco militar a saída de barcos com drogas dos portos da Venezuela, e finalmente, invadindo o refúgio do comandante/ditador/narcotraficante, que era justamente o palácio presidencial e levá-lo para responder à justiça americana, país que ele tanto prejudicou. Isso aliviou as preocupações da população americana e o sofrimento do povo venezuelano que vivia os tormentos do seu sequestro promovido pelos ditadores/traficantes.

 

 

 

 

            A outra narrativa contrária alega que foi um ato errado do presidente americano, pois realizou a invasão num país “soberano”. Aqui entra uma severa crítica apontada pelos fatos: que soberania é esta deste país, dominada por narcotraficantes, que não respeitam os resultados democráticos das urnas, que fazem o que bem querem com o apoio da justiça colocadas por eles nas altas cortes? Que deixam a população na condição de sequestrados, sem poder protestar, falar a verdade? Que são presos, mortos ou refugiados em outros países, ou vivem miseravelmente no seu? Há outros motivos que são alegados, como o interesse pelo petróleo, pela destruição dos partidos de Esquerda, e quanto mais possam ser colocados, mas a realidade focal da qual estamos tratando e que observamos e foi dito na primeira narrativa é o que está em consideração.

 

 

 

 

            Cabe a nós, cidadãos, dentro e fora da Venezuela e dos Estados Unidos, que temos as nossas consciências livres de quaisquer preconceitos ou ideologias hipnóticas, fazermos as devidas considerações lógicas e discernir onde está a Verdade, onde está a verdadeira luta que pretende trazer o bem-estar à população e a condição humana, onde quer que esteja um ser vivo.

 

 

 

 

            Aqui mesmo no Brasil vivemos numa situação parecida com a Venezuela; vivemos na condição de sequestrados por pessoas em que acreditávamos no passado, que chegamos a eleger como presidentes, mas hoje, essas mesmas pessoas tomaram o poder à sua maneira, e agora, sequestraram nossos votos, nossos corpos e naqueles que não conseguiram sequestrar suas consciências, pretendem eliminar, ou com tiros e facadas, ou com a imposição de falsas acusações e falsas leis.

 

                    Quais narrativas iremos acatar? A deles ou aquelas que os fatos apontam com o esteio da Verdade?

 

 

Publicado por Sióstio de Lapa
em 09/01/2026 às 00h01
 
08/01/2026 00h01
PAPA JOÃO PAULO II NO BRASIL

            Lendo a Bíblia Comemorativa da vinda do hoje santo, Papa João Paulo II ao Brasil, descobri alguns fatos que não tinha conhecimento. Ele foi o primeiro Papa a visitar o Brasil, e por três vezes.



            A primeira visita em 1980, chegou em Brasília, beijou o chão e percorreu várias distâncias, como Manaus, Rio de Janeiro, São Paulo, Aparecida, etc.



            Consagrou a basílica de Nossa Senhora Aparecida como o coração católico do Brasil. No Corcovado, abençoou o Rio de Janeiro do Cristo Redentor.



            A segunda visita foi no dia 12-10-91, em Natal-RN, a nossa cidade... como não lembro disso? Lembro que foi feito um Papódromo, depois que fui ver na internet o que havia sobre esse fato. Veio para celebrar o Congresso Eucarístico Nacional. Nesta viagem ele beatificou madre Paulina em Florianópolis e passou por São Luís, Brasília, Goiânia, Cuiabá, Campo Grande, Florianópolis, Vitória, Maceió e Salvador.



            A terceira visita foi em 1977, para participar do II Encontro Mundial do Papa com as famílias no Rio de Janeiro. Apresentou mensagens com posições firmes contra o aborto e o divórcio, e por moralidade.



            João Paulo II foi um líder carismático que fortaleceu a fé católica, defendeu os direitos humanos e a justiça social.



            Devemos usar nossa capacidade racional para discernir com lógica e coerência o que o representante do Cristo entre nós quis dizer quando defendeu os direitos humanos... os direitos humanos de quem era agredido ou de quem foi o agressor?



Não basta jogar palavras ao ar, é importante ensinar o que significam e a quem se aplica. A lógica parece apontar que devemos defender com prioridade o direito humano de quem foi agredido, de reparar suas perdas, até aquelas mais difíceis como o assassinato da reputação ou da própria vida.



            Com relação ao agressor, a responsabilidade maior de conduzir o caso é com a Justiça, que deve estar representada pela toga da imparcialidade e pela venda dos olhos, para simbolizar que o membro da justiça está comprometido com a Verdade, que não pode ver nem tem interesse para onde fluem os benefícios políticos e financeiros de suas decisões.



            Observando o que ocorre no Brasil atual, verificamos que a mensagem do Santo Padre está totalmente distorcida no aparato burocrático da nação. Os direitos humanos estão mais preocupados em trazer benefícios aos agressores, que chegam a receber salários dentro dos presídios entre outras mordomias, e até o absurdo de receber de volta os frutos dos seus roubos dentro dos cofres da nação. Os agredidos, violados, roubados, não recebem a devida reparação das perdas que sofreram, no máximo pedem anistia para os males que não praticaram, portanto deviam exigir reparações.



            Argumentos jurídicos vindos até da mais alta corte no país, estão contaminados por mentiras e falsas narrativas, que levam os réus inocentes ao encarceramento, sem ter a quem recorrer, ou então fogem desesperadamente do país, perseguidos e acusados das tramas mais estapafúrdias.



            É como se a fumaça de Satanás, o Anticristo, se espalhasse pelo mundo, principalmente no Brasil (país indicado para ser a pátria do Evangelho e o coração do mundo) e intoxicasse o que existe de mais nobre na condição humana, a nossa consciência.



            Muitos de nós, cristãos, não percebemos a injustiça feita em nome da justiça, a ditadura em nome da democracia, o desonesto como se fosse honesto.



            Não sei como o demônio conseguiu essa façanha, pois vejo muitos cristãos recebendo o corpo de Cristo dentro das igrejas, sem perceber a ação do maligno ao redor, dentro da própria casa, dentro dele mesmo.



            Parece que temos que seguir uma das lições do Cristo que parecia tão singela, de que para alcançarmos o Reino de Deus deveríamos nos tornar como crianças. Receber o Caminho da Verdade com pureza e simplicidade, sem o peso dos títulos acadêmicos, jurídicos ou eclesiásticos, pois eles podem ser manipulados pelas sombras, por estarem encastelados em seus “sábios” saberes.   


Publicado por Sióstio de Lapa
em 08/01/2026 às 00h01
 
07/01/2026 00h01
TRADIÇÃO DA IGREJA CATÓLICA

            O Cristo veio até nós, encarnado como filho de Deus, em um corpo material, para nos ensinar o Caminho da Verdade que nos levará à Vida eterna na sintonia do Amor incondicional, essência do nosso Pai, o Criador universal.



            Esses ensinamentos registrados pelos primeiros apóstolos e refinados na sua essência para melhor compreensão, formam as Escrituras Tradicionais.



            A Igreja Católica Apostólica Romana que iniciou a guarda desses ensinamentos, desenvolveu a ideia de dogmas, princípio ou ensinamento fundamental estabelecido como uma verdade inquestionável, definitiva e que não deve ser debatida ou alterada por seus seguidores, devendo ser aceita sem discussão. São considerados como verdades reveladas por Deus que iluminam o caminho da fé e servem como base para os fiéis.



            Mesmo assim, pode haver formas divergentes de pensar sobre determinado assunto, de praticar determinado comportamento, e isso gerar novos grupos que se reúnem de forma diferente. Consequentemente, serão formadas novas igrejas, com novos princípios, com comportamentos diferentes, com tradições diferentes.



            Mesmo que haja essa proliferação de igrejas, mas se todas estão associadas ao tronco da árvore do ensinamento correspondente a principal lei, de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, então todos estão irmanados no mesmo princípio, são galhos da árvore do ecumenismo cristão.



            Mas não queiramos com nossos pensamentos divergentes violar as tradições mantidas por cada igreja, principalmente a Tradição cultuada pela Santa Igreja Católica, pois a devemos considerar como aquela que está mais próxima do que o Cristo ensinou, que veio ao mundo para reformar o que estava equivocado dentro dele, e não o contrário, do mundo reformar o que está equivocado dentro da Igreja.



            Observamos dentro do ecumenismo cristão as principais linhas de pensamento que se reflete na prática: as igrejas protestantes, evangélicas desenvolvem uma melhor forma de acolhimento das pessoas que se aproximam delas; os centros espíritas desenvolvem uma melhor forma de cuidar da saúde física e moral, associando o mundo material ao mundo espiritual; e as igrejas católicas, mantendo o compromisso de levar a sua tradição o mais próximo possível do que o Cristo ensinou, sem se deixar transformar pelos apelos do mundo.



            Neste sentido, a Igreja Católica levanta o estandarte do Cristo num mundo conturbado pelas forças do mal, pela mentira e corrupção em todos os níveis, que chegam a penetrar dentro da própria Igreja Católica, que corrompem os princípios sociais de ajuda aos mais necessitados pela via da caridade, pelos princípios sociais de ajuda a esses mesmos necessitados, pela via da revolução.



            Essa forma de pensar deveria criar uma igreja e não tentar desvirtuar a Igreja Católica, mesmo porque os movimentos revolucionários estão descumprindo a principal lei que o Cristo nos ensinou, de amar ao próximo como a nós mesmos, e não os aniquilar pela força da espada, de bombas, fuzis ou guilhotina.



            Assim, todas as igrejas que seguem a lição do Cristo, devem se perfilar ao lado da Igreja Católica e defender a sua tradição que é o baluarte contra a natureza do mal, mesmo que nós não estejamos convivendo dentro dela.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 07/01/2026 às 00h01
 
06/01/2026 00h01
SÓ SE VIVE DUAS VEZES

            Na conversa que Jesus teve, particularmente com Nicodemos, Ele afirmou que era necessário a pessoa nascer de novo para participar efetivamente do Reino de Deus.



            Assistindo o filme “Avatar”, vi uma cena parecida, onde um militar paraplégico que estava no corpo de um nativo da terra de Pandora, e havia interesse financeiro por terra rara.



Ele aprendeu os costumes do povo “selvagem”, ajudado por uma amiga nativa que desenvolveu por ele afeto romântico. Ele terminou os seus estudos com galhardia e foi considerado ter renascido, ser incluído como parte da comunidade.



            Parece que este é o processo evolutivo embutido dentro da natureza. Nascemos aqui na dimensão material, obrigatoriamente com um corpo material e aprendemos desde cedo o pertencimento a ele. É como se ele, o corpo, fosse nossa própria vida; se ele morre, se decompõe de retorno a terra que o compôs, a nossa existência termina.



            Esse processo de aprendizagem é tão forte, que mesmo nós possuindo a essência de Deus, a espiritualidade, dentro de nossa criação, ela fica fortemente encoberta sobre os interesses do ego em manter a subsistência e vida do corpo físico.



            Mesmo que surjam pessoas que têm essa espiritualidade mais forte, que desenvolvem princípios éticos, de justiça e compaixão, mesmo assim é como se fossem subordinados aos interesses da matéria, que seguem com prioridade o progressismo material.



            Foi necessária a vinda de Jesus, identificado com o próprio Criador, o nosso Pai universal, para que aprendêssemos o Caminho da Verdade que nos conduz à Vida eterna, mostrando que o evento da morte é apenas um processo da caminhada da vida.



Por isso não podemos privilegiar o progressismo material dentro do processo da evolução, pois assim fazendo nós iremos encontrar fatalmente a morte do corpo físico e, como o pensamento está fixado na vida do corpo, encontraremos também a morte.



            Por esse motivo foi importante a missão de Jesus para nos ensinar sobre a prioridade do progresso espiritual sobre o progresso material, obedecendo a hierarquia da principal lei, amar e obedecer ao Pai acima de todas as coisas e amar ao nosso próximo como a nós mesmos.



            Quando reconhecemos e aceitamos a necessidade de aplicar esta lição de Jesus em nossa vida, isso corresponde ao nascimento pela segunda vez, pois antes nós estávamos seguindo o progressismo material em direção à morte e agora nós podemos siguir o progressismo espiritual em direção à Vida eterna.



Dessa forma, antes do meu corpo físico morrer e com ele a minha vida consciencial, eu renasci pela nova postura de minha consciência, e a morte do meu corpo físico não interrompe em definitivo a minha vida.



            Eu considero que já fiz este segundo nascimento, a morte do corpo físico que tanto me atemorizava na minha infância e juventude, hoje não mais me causa temor. Sinto apenas a saudade que terei com a minha partida para o mundo espiritual, saudade dos parentes e pessoas amigas, da minha família universal que deixarei, por enquanto, aqui na dimensão material.



            Enquanto a minha partida não acontece, tenho o dever da gratidão para com o Cristo, de disseminar o seu ensinamento, de evangelizar os meus irmãos que ainda estão presos na ignorância, ou dentro das algemas do orgulho, vaidade e prepotência, ou hipnotizados pelas influências malignas das sombras que entorpecem o seu raciocínio e não conseguem discernir a verdade da mentira.



            Este é o foco para o meu trabalho principal nesta minha atual fase de vida, onde a potência física se atenua e a potência espiritual se energiza cada vez mais com a ajuda dos irmãos da família universal, todos apoiados pelas Forças do Alto.


Publicado por Sióstio de Lapa
em 06/01/2026 às 00h01
Página 8 de 1032
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 »