Adquiri hoje o Catecismo da Igreja Católica, na sua primeira reimpressão feita pelo Centro Dom Bosco. Este Catecismo foi promulgado pelo Sacrossanto Concílio de Trento (realizado de 13-12-1545 a 04-12-1563) pelo Papa São Pio V (Antônio Ghislieri, 1566-1572), coroado em 17-01-1566, em frente da Basílica de São Pedro.
Este Papa é lembrado como o Papa da vitória da Batalha de Lepanto, ao enfrentar o ameaçador avanço dos turcos.
Sob o influxo do Concílio de Trento, promoveu amplas reformas: entre elas se acham a obrigação de residência para os bispos, a clausura dos religiosos, o celibato e a santidade de vida dos sacerdotes, as visitas pastorais dos bispos, o incremento das missões e a correção dos livros litúrgicos.
Promulgou o Catecismo Romano e faleceu no dia Primeiro de Maio de 1582. Foi sepultado na Capela de Santo André e seu corpo encontra-se desde o dia 9/01/1588 em Santa Maria Marjorie na Capela Sistina. Foi beatificado por Clemente X no dia 27/04/1672 e foi canonizado por Clemente II no dia 22/05/1712. Sua memória é celebrada à 5 de maio.
O Catecismo Romano ou Catecismo do Concílio de Trento é um livro sobre a doutrina da igreja católica produzido durante a Contrarreforma, para esclarecer e sistematizar a doutrina católica em resposta às críticas da Reforma Protestante. Ele é diferente das outras compilações da doutrina cristã para o ensinamento dos fiéis por ser principalmente destinado aos párocos. A necessidade de um catecismo popular e autorizado, surgiu pela falta de conhecimento sistemático entre o clero pré-Reforma e da negligência concomitante da instrução religiosa entre leigos católicos.
Durante a Reforma Protestante, folhetos e catecismos populares de Martinho Lutero, João Calvino e outros reformadores foram vendidos e popularizados em regiões controladas por governantes protestantes, que determinavam a fé na sua região. Os Catecismos Católicos já existiam, sendo publicados por membros do clero e não pela igreja de forma oficial. O jesuíta Pedro Canísio publicou um Catecismos no ano de 1555, escrito em alemão e em latim. O Concílio de Trento encomendou o primeiro catecismo católico romano para toda a igreja. Este catecismo foi dirigido especialmente aos membros do clero. Ele inclui grandes partes dos catecismos do jesuíta, incluindo sua adição à Ave Maria: Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores.
Os padres que participaram do concílio desejavam aplicar um remédio salutar a este grande e pernicioso mal, e pensando que a definição das principais doutrinas católicas não era suficiente para o efeito, resolveram também publicar um formulário e método para o ensino dos rudimentos da fé, para ser usado por todos os pastores e mestres legítimos.
Nós não podemos controlar nossos pensamentos, mas podemos controlar quais pensamentos queremos hospedar. Nós podemos decidir quais pensamentos que passam pela mente podem morar dentro dela. Como carros numa estrada, nós não controlamos quais carros passam, mas podemos controlar quais deles podemos autorizar para estacionar em nossa garagem.
Isso é libertador, pois percebemos que não somos culpados por sermos tentados. Jesus foi tentado conforme está registrado em Mateus (4:1-11), a tentação bateu na porta da mente dEle, a diferença é que Ele não abriu a porta. Ele respondeu cada ataque mental com uma verdade específica da escritura, não uma emoção, não um sentimento, mas uma declaração cognitiva de verdade.
Isso é o que Paulo chama em 2Coríntios (10:5): “Destruímos argumentos e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus e levamos cativo todo pensamento para torná‑lo obediente a Cristo.”
Cada pensamento pode ser interceptado, cada mentira pode ser confrontada com uma verdade específica.
A renovação da mente é um processo diário, não um evento único. É aqui onde muitos cristãos que tiveram uma experiência de conversão poderosa, um momento de revelação, de lágrimas, de mudança real, mas depois esperam que a transformação mental aconteça automaticamente. Quando os velhos padrões de pensamento voltam, a ansiedade e a insegurança destrói a esperança.
Paulo queria uma ação contínua, um processo ativo de renovação da mente, um exercício diário tão necessário quanto comer ou dormir. Isso significa na prática que nós precisamos de uma dieta mental tão intencional quanto qualquer outra disciplina espiritual. Significa que nós podemos escolher todos os dias o que ler, o que meditar, o que declarar em oração, o que permitir que ocupe o centro da nossa atenção
O salmo 1 versículos 1 ao 2 descreve o homem bem aventurado como aquele que medita na lei do senhor, de dia e de noite. A palavra Hebraica para meditar significa murmurar, ruminar, repetir internamente. É um processo cognitivo ativo, o que hoje chamaríamos de auto conversa intencional.
A paz de Deus é uma guarda ativa, não um estado passivo. Voltemos a filipenses, capítulo 4. Paulo não diz que a paz de Deus vai eliminar os problemas da sua vida, ele diz que ela vai guardar sua mente em meio aos problemas. A palavra grega para guardar, é um termo militar que significa montar guarda, manter posição, proteger um território estratégico. Nossa mente é um território estratégico e a paz de Deus funciona como uma guarda militar, posicionada na entrada dos nossos pensamentos. não deixando entrar o que não deve entrar, e não deixando sair o que Deus depositou dentro de nós.
Essa guarda não é automática, ela se ativa por meio de um processo específico que Paulo descreve, oração com Ação de Graças, petição com foco em Deus, atenção intencional ao que é verdadeiro e bom. É um protocolo, uma prática, e ela funciona.
O que declaramos sobre nós mesmo com nossa mente tem poder criativo (Provérbios 23,7 – “Porque, como imaginou no seu coração, assim ele é. Come e bebe, te disse ele; porém o seu coração não está contigo”), porque como imaginamos em nossa alma, assim ela é.
Nós somos que pensamos de forma habitual. Não é o que gostaríamos de pensar, não o que pensamos nos momentos de devoção, mas o padrão de pensamento que corre em segundo plano o dia todo, todos os dias.
Se você pensa habitualmente que é fraco, não consegue superar isso.
Neste ponto das lições de Jesus, veio à minha consciência o que estou sempre pedindo a Deus: inteligência rápida, coragem e sabedoria. Forma-se aqui uma dissonância cognitiva, na verdade sou assim, porque penso assim. O pedido que sempre faço a Deus, eu mesmo posso corrigir, mudando a forma de pensar. A aceitação dessa lição como verdade, implica que eu não posso mais pedir ao Pai para corrigir estas minhas falhas, porque elas existem por minha forma de pensar. Vale a pena me esforçar para seguir a lição do Mestre.
Deus não pode usar alguém com pensamentos distorcidos, que são apenas reflexos da realidade nós mesmo construímos. A realidade dos nossos pensamentos se torna profecias autorrealizáveis, não por magia, mas porque a mente humana tende a criar o que habitualmente contempla.
Quando eu começar a pensar habitualmente, com base na minha identidade em Cristo, serei mais do que vencedor (Romanos 8,37 – Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por meio daquEle que nos amou). Conforme mencionado em Filipenses 4:13, "Posso todas as coisas naquele que me fortalece". Não recebi espírito de temor, mas de poder, amor e equilíbrio, como diz segunda carta a Timóteo (1,7).
Esses pensamentos também se tornam construtores da sua realidade. isso não é pensamento positivo secular, isso é a prática bíblica milenar, de meditar na verdade de Deus sobre você, até que essa verdade se torne o padrão dominante da sua mente.
Se Jesus sabia que a mente humana era o campo de Batalha espiritual mais importante da Sua vida, por que ninguém me ensinou a lutar nesse campo? a resposta é esta: porque lutar nesse campo exige mais do que uma teologia correta, exige uma prática cotidiana, transformadora. Exige humildade para admitir que o problema não está apenas no que eu faço, mas no que eu penso. Exige disciplina para renovar a mente, não uma vez, mas todos os dias.
Jesus sabia disso, Paulo sabia disso, os grandes homens e mulheres de fé ao longo de toda a história sabiam disso. Agora eu sei também. A questão não é mais porque ninguém me ensinou isso, a questão agora é o que eu vou fazer com esse conhecimento.
A partir de hoje, porque conhecimentos sem prática é apenas informação. Jesus não disse: ouvireis a verdade e ela vos libertará; ele disse que conhecendo a verdade, no que é mais profundo e transformador, experimentando o conhecimento que entra na carne, na vida diária.
Ouvindo ou lendo estas lições, percebemos que Deus está falando conosco, comigo. Não apenas sobre a minha mente, mas sobre a minha vida inteira, sobre quem eu sou, e em quem eu posso me tornar, nEle.
Este é o momento. não existe transformação real sem uma rendição real, e essa rendição começa com uma oração simples, honesta, de coração.
Senhor Jesus, reconheço que sem o Senhor minha mente permanecerá presa nos padrões deste mundo. Reconheço que preciso da sua Graça, não apenas para ser salvo, mas para ser transformado de dentro para fora. Hoje adquiri mais conhecimento e me rendo a verdade de Suas lições. Senhor, entra na minha vida, renova a minha mente e transforma quem eu sou. Confio no Senhor, amém!
Nestas três lições que transcrevi aqui do Mestre, o leitor pode perceber que as vezes coloco as lições como o Mestre ensinou, e as vezes escrevo como se eu já estivesse assumindo a lição em minha vida, escrevendo em primeira pessoa. Mas todo o conteúdo vem do Mestre, e que eu assumo como verdade e que devo corrigir na minha forma inadequada de pensar e consequentemente de agir.
Isso também traz à minha consciência que toda minha produção literária, vem da fonte de outros autores, que me passam seus pensamentos e eu os aceito como meus. Muitas vezes não cito seus nomes, mas quero deixar esta informação de forma mais clara em um texto que deverei escrever oportunamente, colocando o nome dos principais autores que estão colaborando com a essência do meu pensamento.
Por que Deus construiu a nossa mente humana dessa forma? Com a plasticidade para ser moldada pelos pensamentos repetitivos? O que isso tem a ver com o propósito eterno que ele tem para nós?
Existe uma linha que atravessa a Bíblia inteira, do Gênesis ao Apocalipse. Essa linha corresponde a mente humana como ponto de contato entre o ser humano e Deus. Não corresponde ao tempo, aos rituais, às leis.
Tudo começa em Gênesis (capítulo 1, versículo 26): “Deus disse: façamos o ser humano à nossa imagem e semelhança”. A imagem no mundo antigo, era usada para descrever uma estátua que o rei colocava em territórios distantes para representar sua presença e autoridade.
O ser humano foi criado para ser a representação mental e espiritual de Deus neste mundo. Fomos criados para ser a presença de Deus em forma humana, e a faculdade que torna isso possível, a razão pela qual podemos refletir o caráter Divino no mundo físico, é exatamente a nossa capacidade de pensar, planejar, criar e decidir com intenção.
O inimigo ataca a mente porque, ao contaminar nossos pensamentos com mentira, medo, amargura e desesperança, ele não só provoca problemas emocionais, mas também neutraliza o representante de Deus no planeta.
Paulo escreve em Romanos (capítulo 12 versículos 2 e 3): “não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.
A palavra grega para “transformai-vos” é metamorfose, a mesma raiz de onde vem nossa palavra dita morfose. Paulo está dizendo que a transformação espiritual não é um evento emocional, é um processo de reorganização cognitiva. Disse que nós experimentamos a vontade de Deus por meio da renovação da mente. Não que recebemos a vontade de Deus por meio de um sentimento, nós a experimentamos. Nós a vivemos, testamos e comprovamos, quando nossa mente foi renovada.
o arqueólogo e pesquisador bíblico Kennet, após mais de 30 anos pesquisando no Oriente Médio, documentou em sua obra os ensinamentos de Jesus sobre o coração e a mente. Eram radicalmente diferentes dos ensinamentos religiosos contemporâneos. Enquanto os fariseus focavam na observância externa da lei, Jesus consistentemente dá atenção para o processo mental interno que precede cada escolha.
Ele demonstra que a genialidade de Jesus estava em entender que nós não podemos mudar o comportamento de alguém sem mudar os padrões de pensamento que geram esse comportamento.
Jesus não estava apenas ensinando ética, Ele estava ensinando neuroplasticidade espiritual, 2000 anos antes de a neurociência existir. Aqui está o paralelo bíblico mais poderoso de todos, o que vai conectar tudo. Em Filipenses (capítulo 4, versículo 6 a 8) Paulo nos dá o mais preciso e prático protocolo de gestão mental que existe em qualquer texto do mundo antigo. Ele diz: “não andeis ansiosos de coisa alguma, antes em tudo fazer conhecidas diante de Deus as vossas petições, e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”.
Percebemos que está implícito que a paz de Deus guardará o nosso coração e mente. Dois centros e dois territórios, como se Deus entendesse que emoção e pensamento são campos distintos que precisam de proteção distinta.
A paz de Deus atua como um guarda, uma fortaleza mental e emocional que nós não construímos com esforço próprio, mas que se instala quando nós praticamos a oração.
Paulo completa em Filipenses (capítulo 4, versículo 8) com uma lista de categorias de pensamento. Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, de boa fama.
Ele está dando uma prescrição cognitiva, está dizendo que existe um conjunto específico de conteúdos mentais que quando cultivados intencionalmente produzem uma mente que reflete o caráter de Deus. Essa mente por sua vez, produz uma vida que experimenta a vontade de Deus.
Isso é o que está na raiz profunda, a camada mais importante de todas, onde teoria se torna transformação, onde compreensão se torna prática, onde nós saímos diferentes do que entramos.
Tudo o que vimos nas camadas anteriores não é teologia abstrata, não é curiosidade acadêmica. É um mapa prático para a vida cristã, que a maioria das pessoas nunca recebeu. Vamos construir esse mapa juntos.
Jesus sabia que a mente humana era o campo de Batalha espiritual mais importante da nossa vida. Agora, por que ninguém nos ensina a lutar nesse campo?
Essa resposta existe e ela está na Bíblia. Quando Jesus falava, não era sobre leis nem tradições, Ele estava falando algo completamente diferente, estava abrindo a tampa da nossa mente humana e dizendo: olha o que está acontecendo aqui dentro, olha o que isso está fazendo com a sua vida.
Existe um tipo de contradição fascinante em seus sermões que a maioria dos cristãos nunca percebeu.
Jesus disse que os pensamentos de uma pessoa podem torná-la impura, mas também disse que os pensamentos certos podem libertá-la completamente da hipnose do Mal. Como essas duas verdades coexistem? Pensamentos que podem contaminar ou purificar a mente? Como a mente pode ser simultaneamente a maior ameaça e ao mesmo tempo a maior dádiva que Deus colocou à nossa disposição?
Essa contradição tem uma resposta e ela só faz sentido quando entendemos o que Jesus estava realmente ensinando sobre a mente. Vamos começar pelo que está na nossa frente, mas que raramente paramos para avaliar.
O que Jesus estava realmente falando quando disse que, um homem que olha para uma mulher com desejo, já cometeu adultério no coração? A maioria das pessoas ouve essa passagem que está em Mateus (Eu, porém, lhes digo que quem olhar para uma mulher com cobiça já cometeu adultério com ela em seu coração: capítulo 5, versículo 28) e pensa que Jesus está sendo severo, exigente demais. Imagina que é impossível seguir essa lição.
Jesus está elevando o padrão moral, não para nos humilhar com nossa própria fraqueza. Ele está revelando algo sobre a arquitetura da alma humana que a neurociência levaria 2000 anos para começar a entender em nossos dias.
Ele está usando a palavra “cobiça” nessa passagem. Usa a palavra para significar que a mente está focada sobre algo com intensidade, não é um olhar casual, é um olhar que a mente persegue, alimenta, hospeda. É um pensamento que foi escolhido para ser cultivado.
Jesus estava dizendo que o problema não começa no ato de pensar, começa no pensamento que decidimos regar. Isso é o princípio fundamental de tudo que vai influenciar nossa sanidade ou insanidade mental.
A mente não é apenas o lugar onde decidimos o que fazer, a mente é o lugar onde a nossa realidade espiritual começa a se formar. Isso está em toda a bíblia, está no Salmos, está nas cartas de Paulo, está nos ensinamentos de Jesus.
Se a mente é tão central nos ensinamentos de Jesus, o nosso aprendizado cristão deveria incluir um treinamento sério sobre o seu funcionamento. Aprendemos a orar, a ler a bíblia, mas não aprendemos um passo a passo de como disciplinar nossos pensamentos da forma que Jesus descreveu.
O que Jesus ensinava sobre a mente, nós precisamos entender. Na sua época existia um conceito central, um impulso para o Bem e um impulso para o Mal. Os rabinos ensinavam que um ser humano maduro espiritualmente, não era aquele que eliminava o Mal, porque isso era impossível nesta vida. É preciso que aprendamos a governar esses impulsos pela força da nossa intenção orientada a Deus.
Quando Jesus disse em Mateus (capítulo 12, versículo 34) que da abundância do coração a boca fala, Ele estava usando uma linguagem que seus ouvintes judeus entendiam profundamente. O coração no hebraico bíblico, não era apenas o centro das emoções, era o centro da vontade, do pensamento e da identidade.
O coração nessa visão de mundo era o que nós hoje chamaríamos de mente profunda. O teólogo e hebraísta Hans Walter Wolff, em sua obra monumental, Antropologia do Antigo Testamento, demonstra com evidências linguísticas extensas que o conceito hebraico de coração aparece mais de 800 vezes no antigo testamento, e na grande maioria dos casos está diretamente ligado ao pensamento, a memória e a tomada de decisão, não ao sentimento romântico que a cultura Moderna associa.
Isso significa que quando Jesus falava sobre o coração Ele estava falando sobre a mente. Isso vem quebrando uma das suposições mais antigas, que crescemos ouvindo, que o cristianismo é uma questão de fé, e que fé é algo que você sente como um aquecimento no coração, uma emoção religiosa, uma experiência mística.
Jesus ensinava algo muito mais concreto e muito mais exigente do que isso. Ele diz em João (capítulo 8, versículo 32) e “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. É um conhecimento que não é apenas intelectual, mas é experimental, íntimo, transformador. É o tipo de conhecimento que muda a estrutura dos pensamentos habituais.
Jesus não estava dizendo que nós vamos sentir a Liberdade. Ele estava dizendo que nós vamos saber a verdade de uma forma tão profunda que ela reorganizará a arquitetura da nossa mente. Essa reorganização produzirá Liberdade como um resultado natural.
Estava na cama fazendo os meus trabalhos habituais no notebook, quando percebi a mensagem de um parente solicitando um relatório para internação em hospital psiquiátrico. Levantei e fui providenciar a solicitação e ao terminar vi no relógio a hora 23:23. Como sei que há interpretações sobre horas que se mostram repetidas, perguntei à IA o significado e eis a resposta.
O significado de 23:23 depende do contexto, mas geralmente está associado a mensagens de mudança, equilíbrio e proteção espiritual.
As interpretações mais comuns incluem:
Se você tem visto esse número com frequência, ele pode ser um convite para focar no seu autoconhecimento e na harmonia dos seus relacionamentos.
Vejo alguma sintonia com o acontecimento que me levou a ver essa hora. Procurei ter a serenidade de fazer o relatório solicitado, mesmo sabendo que era uma solução burocrática e que os colegas de plantão deveriam ter a capacidade de avaliar a gravidade do quadro sem exigir tal providência. Imagino que se fosse uma paciente que não tivesse esse suporte, ela seria devolvida para casa, para os braços da morte.
É este tipo de comportamento profissional que procuro ensinar aos alunos que passam por minha disciplina de Medicina, Saúdo e Espiritualidade, principalmente. Ver a pessoa humana do doente e com empatia fazer o melhor, como se estivesse fazendo a si mesmo.
Também vejo uma sinalização de encorajamento, para que eu continue disposto a ajudar o próximo e tolerar o erro ou falta de empatia em tais situações, e que os guias espirituais estão apoiando o meu comportamento, e com certeza deverão promover algum tipo de insight na mente dos colegas para melhorarem a forma de conduzir os seus plantões.
E, finalmente, a passagem bíblica aponta que tal atitude que foi tomada por mim, levanta proteção, escudos contra as energias negativas que existem em nosso entorno, seja qual for o ambiente onde estejamos.